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Por que não amar a Mãe de Deus?

Por que não amar a Mãe de Deus?

MARIA foi a primeira criatura pensada e gestada no coração de Deus antes que todas as coisas fossem criadas.
MARIA recebeu o seu primeiro nome após o pecado, saído da boca do Senhor: A MULHER.
MARIA foi citada pelo profeta Isaías como aquela que daria à luz ao Emanuel, que quer dizer “Deus conosco”.
MARIA despojou-se de todos os seus projetos, e entregando-se totalmente para realizar a vontade do Pai. “Eis aqui a escrava do Senhor…”
MARIA percorreu 150 quilômetros até a cidade de Ain-Karin na Judeia, a fim de servir à sua prima Isabel, estéril, de idade avançada, que estava grávida. E neste encontro ouviu da prima cheia do Espírito Santo: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o Fruto do teu ventre”. E então ela responde: “Porque fez em mim maravilhas Aquele que é poderoso e cujo nome é santo”.
MARIA é aquela da qual São Paulo fala em Gálatas 4,4: “Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu filho nascido de mulher”.
MARIA acompanhou, nos últimos momentos da gravidez o seu esposo José até Belém, a fim de que ele participasse do “decreto do imperador César Augusto, ordenando o Recenseamento de toda a terra, quando Quririno era governador da Síria”. (Lucas 2,1-2)
MARIA dá à luz a Jesus – o Rei do Universo – em uma gruta, “porque não havia lugar para eles na hospedaria”.
MARIA apresenta juntamente com José o Menino Jesus ao Templo, purificando-se e ouvindo as palavras de Simeão: “Uma espada de dor transpassará teu coração”.
MARIA com José e o Menino fogem para o Egito no durante a noite, avisado em sonhos por um anjo, em virtude do decreto de Herodes de matar todas as crianças menores de dois anos de idade, vivendo algum tempo como estranha no meio de estranhos.
MARIA aceita a proposta do seu amado e volta para Nazaré. E lá realiza o trabalho de dona de casa. José é o provedor, e ela é responsável por tudo o mais.
MARIA toma a iniciativa de procurar o Menino aos doze anos, que se “perdera” na volta da Festa da Páscoa em Jerusalém. Após três dias de uma procura intensa e angustiante, Ele é encontrado no Templo, ensinando aos Doutores da Lei. Quando ela pergunta porque fizera isto, ouve uma resposta que guardou no coração: “Não sabíeis que devo cuidar das coisas do meu Pai?”
MARIA aceita a viuvez, e como mãe e discípula, percorre os caminhos do seu Filho Jesus, na Galileia, na Judeia e na Samaria, aprendendo o que é viver o Reino de Deus aqui na terra.
MARIA intercede a Jesus em favos dos noivos de Caná da Galileia, e Jesus realiza o seu primeiro milagre. Quando Jesus responde “a minha hora ainda não chegou”, olhando para os servos diz: “Fazei tudo o que Ele disser!” Naquele instante ela tornou-se a única criatura que conseguiu adiantar o relógio de Deus, e na sua humildade, saiu de cena.
MARIA participa de todos os momentos de Jesus em direção ao Calvário. A profecia de Simeão começa a cumprir-se.
MARIA acompanha os últimos instantes do Filho com o coração transpassado de dor. E Jesus, olhando do alto da Cruz para ela e o discípulo amado, nos oferece um presente singular: “Mulher, eis aí o teu filho; filho, eis aí a tua Mãe. E desde aquela hora, o discípulo levou-a para sua casa”.

Como não amar a Virgem Maria? Como não levar para casa aquela que foi isenta do pecado, a fim de que pudesse gerar o Filho de Deus?

Quer queiramos ou não, ela é Mãe de todos nós. E mesmo que você não a aceite – continuando órfão ou órfã – ela sempre aceitará e acolherá você como filho ou filha, porque foi Jesus quem quis assim.

Paz e Luz

Por Antonio Luiz Macêdo

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