Consagração durante a Santa Missa
Consagração durante a Santa Missa

Olá, iremos começar uma série de artigos que explicaram alguns pontos da Santa Misssa. O conteúdo aqui exposto é baseado no Instrução Geral do Missal Romano– Tradução portuguesa para o Brasil da separata da terceira edição típica preparada sob os cuidados da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos – Roma 2002.

Estou a disposição para receber suas críticas e suas sugestões e espero poder ajudar a todos os catequistas que acessam nosso site.

Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador, instituiu o sacrífico eucarístico do seu Corpo e Sangue, com o fim perpetuar através dos séculos, até à sua vinda, o sacrifício da cruz e, deste modo, confiar à Igreja, sua amada Esposa, o memorial da sua Morte e Ressureição.

A Santa Missa é uma celebração criada por Jesus Cristo, a missa NÃO É uma simples apresentação teatral, a missa NÃO É um simples amontoados de eventos que nos faz lembrar uma situação ocorrida com Nosso Senhor Jesus Cristo.

A Missa é o sacrifício onde Nosso Senhor Jesus Cristo entrega seu corpo e seu sangue, no sacrifício da Cruz por todos os séculos dos séculos até a Sua segunda vinda. A Igreja, todos nós, como sua esposa fiel tem o dever de guardar e preservar a sua verdade sem acrescentar nem retirar nada que possa desviar este memorial de Sua Morte e Ressureição da forma e conteúdo original instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo. É na celebração da Missa que se perpetua o sacrifício da cruz.

Importância e dignidade da celebração eucarística

A missa é o centro de toda a vida Cristã, é uma ação do próprio Cristo. Ela é o ponto mais alto da ação de Deus, através de Nosso Senhor Jesus Cristo, na santificação do mundo. Ela também é o meio pelo qual o povo de Deus, por meio de Cristo, presta adoração ao Pai. Todas as outras ações sagradas e todas as obras da vida cristã com ela estão relacionadas, dela derivam e a ela se ordenam.

Nosso esforços humanos durante a celebração da missa devem nos levar a participar de maneira “consciente, ativa e plena, de corpo e de espírito, ardente de fé, esperança e caridade”. Por força do Batismo, a Missa constitui direito e dever do povo cristão.

Embora nem sempre se consiga uma presença e uma participação ativa dos fiéis que manifestem com toda a clareza a natureza eclesial da celebração, a celebração eucarística tem sempre assegurada a sua eficácia e dignidade, por ser ação de Cristo e da Igreja, em que o sacerdote realiza a sua principal função e atua sempre para a salvação do povo.

Este artigo foi baseado, e contém textos, do documento Instrução Geral do Missal Romano disponível em http://scr.bi/ACGC3y

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