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Cantar é rezar duas vezes!

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Santo Agostinho assim já afirmou e o vêm repetindo todos aqueles que querem o canto na liturgia e na catequese. Para que o canto seja verdadeira oração é preciso levar em consideração certas condições. Frequentemente ele é confundido com um concerto no qual se realça a capacidade dos cantores e dos músicos e se dilui o sentimento religiosos no esteticismo: aplaude-se o coro, admiram-se as diversas vozes aprecia-se o concertista do violão ou do piano etc. Tudo isso não é mau, mas não deve impedir a intenção de fazer do canto uma oração.

O canto é comunitário; por isso serve para orar em conjunto. Supõe-se, para que seja oração, que o grupo seja unânime, isto é tenha um só sentimento. Um canto não se improvisa; é o resultado de um trabalho catequético. Cantar é exprimir juntos a fé e é uma resposta em conjunto à palavra de Deus. Um canto se aprende e se ensaia depois da interiorização de um tema.

A música, se é boa, salienta e faz ressaltar os sentimentos: o ritmo e a melodia ajudam a exprimi a alegria, a tristeza e todos os outros sentimentos. É importante fazer que o grupo perceba e sinta. A música ajuda também a memória: as emoções se ajustam ao ritmo e à melodia.

Ainda que o canto seja em primeiro lugar uma oração comunitária, serve também para orar sozinho. É um bom costume cantar “cantos, hinos e salmos” em família, em qualquer ocasião. É bom que o canto religioso nos venha a mente, porque assim nos ajuda a elevar constantemente nosso coração a Deus.

*O texto  foi retirado do livro “Temas práticos para catequistas“, de Francisco de Vos. Você encontra o exemplar no kit de junho do Clube do Livro.

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