Essa palavra significa escolhas, isto é, seitas que escolheram doutrinas contrárias as verdades da Fé reveladas por Deus.

Porque Deus permite que surjam essas heresias que tanto mal fazem à alma humana? Eis as respostas:

“… É necessário que entre vós haja partidos para que possam manifestar-se os que são realmente virtuosos.” ( I Coríntios 11-19)

“… Procura esquivarte das conversas frívolas dos mundanos, que só contribuem para a impiedade. As palavras dessa gente destroem como a gangrena. “ ( II Timóteo 2-16,17 )

Falam em nome de Cristo para melhor enganarem: “… Perguntaram-lhe os judeus: “Que sinal nos apresentas tu, para proceder deste modo?” Respondeu-lhes Jesus: “ Destruí vós este templo, e eu o reerguerei em três dias.” ( João 2-18,19 ) – Aqui São João nos orienta que esse hereges já foram católicos – “saíram de nós” em sua profecia, São João já descrevia o que viria por vir, com o grande concílio da Igreja Católica, a queda da supremacia da Igreja.

“… Respondeu-lhes Jesus: “Cuidai que ninguém vos seduza. Muitos virão em meu nome dizendo: Sou eu o Cristo. E seduzirão a muitos.” ( Mateus 24-4,5 )

É a profecia do senhor e que nós estamos vendo a sua realização. A heresia inicia quando se desobedece a Igreja: “… Quem vos ouve, a mim ouve, e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou.” ( Lucas 10-16)

Eles sofrerão o castigo de Deus: “… Os discípulos aproximaram-se dele, então, para dizer-lhe; “Por que lhes falas em parábolas?” ( Mateus 13-10 ) – aqui fala principalmente dos hereges dentro da Igreja. São aqueles que dentro dos movimentos, dos grupos de oração vão semeando a discórdia, o erro. Que não obedecem ao Papa.

“…Já dissemos antes e agora repetimos: Maldito seja quem anunciar um evangelho diferente daquele que anunciamos, ainda que sejamos nós mesmos ou algum anjo no céu…” (Gálatas 1-9)

“…A vinda do ímpio vai acontecer graças ao poder de Satanás, com todo tipo de falsos milagres, sinais e prodígios, e com toda a sedução que a injustiça exerce sobre os que se perdem, por não se terem aberto ao amor da verdade, amor que os teria salvo…” (2 Tessalonicenses 2,9-10)

“..Isso tudo mostra que o senhor sabe libertar da prova aqueles que o servem, e reserva os ímpios para o castigo no dia do julgamento…” (2 Pedro 2-9)

A Lenda da Concha – (Vida e Conhecimento)

Um ato caridoso constitui freqüentemente a própria recompensa .

Há muito tempo não chovia naquela terra. Estava tão quente e seco que as flores ficaram murchas, o capim tornara-se marrom e até mesmo as árvores grandes e fortes estavam morrendo.

A água evaporou nos rios e nos córregos, os poços estavam secos e as fontes pararam de jorrar.

As vacas, os cães, os cavalos, os pássaros e todas as pessoas tinham muita sede. Todos se sentiam incomodados e doentes.

Havia uma menininha cuja mãe ficara muito doente.

– Oh! Se eu puder encontrar um pouco d’água para minha mãe, tenho certeza de que ela ficará bem outra vez. Eu preciso achar água. Então ela pegou uma concha de lata e começou a procurar água. Encontrou uma pequenina fonte no alto da encosta da montanha.

A fonte estava quase seca. A água pingava muito devagar por sob a pedra. A menininha posicionou a concha cuidadosamente e colheu as gotas. Ela esperou muito, muito tempo até que a concha ficasse cheia d’água. Então, ela começou a descer a montanha segurando a concha com muito cuidado, por que não queria derramar uma gota sequer.

No caminho ela encontrou um pobre cachorrinho. Ele mal se arrastava. Arfava sofregamente à procura de ar e sua língua estava pendurada de tão seca.

– Oh, pobre cachorrinho! – disse a menininha – você está com muita sede. Eu não posso deixá-lo sem um pouco de água. Se eu lhe der só um pouquinho, ainda restará bastante para minha mãe.

Então a menininha verteu um pouco d’água em sua mão e deu de beber ao cachorrinho. Ele tomou a água bem depressa e se sentiu tão melhor que pulou e latiu como que dizendo: “obrigada menininha”.

A menina não reparou, mas sua concha de lata se havia transformado numa concha de prata e estava tão cheia de água quanto antes. Pensou em sua mãe e andou o mais depressa possível. Chegou em casa no final da tarde, quando já escurecia. A menininha abriu a porta e correu para o quarto da mãe. Quando entrou no quarto, a velha empregada que ajudava no serviço e trabalhara o dia inteiro sem descansar tomando conta da doente, caminhou até a porta. Ela estava tão cansada e com tanta sede que nem conseguiu falar com a menininha.

– Dê-lhe um pouco d’água!

– disse a mãe –

– ela trabalhou o dia inteiro, e precisa mais de água do que eu.

A menininha levou a concha aos lábios da velha e ela bebeu parte da água.

Na mesma hora, a empregada se sentiu melhor e mais forte; caminhou até a mãe e a levantou. A menininha não reparou que a concha transformara-se em ouro e estava tão cheia de água quanto antes.

Então levou a concha até os lábios da mãe, que bebeu e bebeu.

Oh, a mamãe se sentiu tão melhor!

Quando terminou de beber, ainda havia um pouco de água na concha. A menininha ia levá-la aos próprios lábios, quando ouviu uma batida na porta. A empregada foi abrir e lá estava um forasteiro muito abatido e coberto de poeira da estrada. – Estou com sede – disse – quer me dar um pouco de água? A menininha respondeu:

– Claro que sim, tenho certeza de que você precisa mais do que eu. Beba tudo.

O forasteiro sorriu e tomou a concha nas mãos; quando a segurou, ela transformou-se numa cocha de diamantes.

Ele a virou de cabeça para baixo e a água derramada se infiltrou no chão. No lugar onde a água se infiltrou, surgiu uma fonte.

A água fresca minava e corria tão farta que deu de beber a todas as pessoas e a todos os animais daquela terra para sempre.

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