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Já está disponível em Netflix documentário “O diabo e o Padre Amorth”

Já está disponível em Netflix o documentário “The Devil and Father Amorth” (O diabo e o Padre Amorth), que conta a história do nono exorcismo realizado em uma mulher pelo falecido e reconhecido exorcista italiano Gabriele Amorth.

O documentário dura 68 minutos e pode ser assistido em inglês com legendas em português.

Catholic Imagery’ publicou um pequeno trecho do documentário em sua conta no Instagram para encorajar todos os usuários a vê-lo e para conscientizar sobre as ações do diabo através das possessões.

Ontem à noite assisti ao último documentário que o pe. Amorth estava antes de sua morte. Ele passou enquanto eles encerravam este filme. Nele você verá um verdadeiro exorcismo que é / foi o único aprovado pelo Vaticano e pe. Amorth será filmado e divulgado publicamente. Este trecho que eu postei é uma pequena parte, mas senti o mais assustador neste exorcismo. Ouça a voz dos demônios, quão profundo ela vem de dentro dela. Este filme está no Netflix por um tempo limitado. Por favor, tire uma hora e assista. Posições demoníacas estão em ascensão e o CC é a última linha de defesa contra o Escuro. Anos depois de ter mudado a paisagem do cinema americano com THE EXORCIST, de 1973, o diretor, co-roteirista William Friedkin passa da ficção para o fato com seu novo documentário, O DIABO E A PRIMAVERA. O que começou como uma breve conversa entre Friedkin e Pe. Gabrielle Amorth, o chefe exorcista da Diocese de Roma por mais de 30 anos, como dois profissionais que conheciam o trabalho um do outro, logo se transformaram em uma oportunidade única na vida, como Amorth. O Vaticano concordou que Friedkin poderia filmar uma cerimônia de exorcismo. Seria o nono exorcismo de uma mulher dolorosamente aflita, Cristina, que já estava sob os cuidados do padre Amorth, e seria filmada por Friedkin sozinha, sem outra tripulação permitida, nenhuma luz a não ser a luz natural da sala e um pequena unidade de câmera digital e mic que poderia capturar o ritual e suas revelações. Combinando as imagens surpreendentes e singulares do exorcismo de Cristina com entrevistas de padres e psicólogos, neurocirurgiões e não-crentes, Friedkin nos guia em uma jornada ao mundo crepuscular entre as fronteiras do que sabemos e o que não sabemos com um singular e surpreendente guia na forma de um amável, urbano, charmoso e auto-depreciativo Padre Amorth, um homem que ri na cara do diabo figurativa e literalmente. Combinando memórias do passado de Friedkin e observações atuais com filmagens de arquivo e novas entrevistas, bem como também apresentando a única verdadeira cerimônia de exorcismo capturada em filme – O DIABO E PAI AMORTH é uma surpreendente e surpreendente história da religião, do ritual e do mundo real vítimas envolvidas na posse e exorcismo.

“O diabo e o Padre Amorth” foi dirigido por William Friedkin, conhecido por ter dirigido o famoso filme “O Exorcista”, em 1973.

A distribuidora ‘The Orchard Movies’ apresentou o documentário como “uma viagem”, na qual o diretor William Friedkin “segue os passos do exorcista de Georgetown à Itália” para acompanhá-lo em “um dos seus momentos mais angustiantes”.

O documentário conta a história de Cristina, uma mulher italiana que depois de passar por uma depressão começou a se comportar de forma estranha durante as festas religiosas e se tornou incapaz de realizar qualquer tipo de trabalho.

Ao não encontrar uma solução médica, um psiquiatra aconselhou que fosse atendida por Pe. Amorth, que lhe realizou nove exorcismos durante nove meses.

Em sua conta no Twitter, o diretor expressou sua “profunda gratidão a todos os que já viram ‘O diabo e o Padre Amorth’ em Netflix” e que escreveram para ele “da Itália, da Espanha e de todo o mundo”.

Friedkin também compartilhou um tuíte de uma usuária identificada como Terese Little, que se declara católica e escreveu:

“Finalmente vi ‘The Devil and Father Amorth’. Ao assistir pela primeira vez, eu estava cética, mas agradeço que tenha mostrado este tema de maneira cordial e honesta. Rezo para que isto ilumine as pessoas a uma verdadeira luta sobrenatural”.

Em um comunicado divulgado em setembro de 2017 – quando o documentário foi apresentado no Festival de Cinema de Veneza – Friedkin assegurou que nunca deixou de fasciná-lo “a natureza do bem e do mal e a possibilidade de possessão demoníaca. A oportunidade de presenciar um verdadeiro exorcismo e filmá-lo veio quatro décadas depois de rodar ‘O Exorcista’ e completamente por acaso”.

De acordo com o crítico de cinema Robbie Collin, este documentário “é um epílogo que não é ficção, que não deixa de ser devastador e raro”, no qual “o demônio é quase um narrador: gritos repetidos de ‘Sou Satanás’, ‘Somos legião’, ‘Não, não, não!’, é mais ou menos o que nos mostra”.

Collin destacou que nem Friedkin nem o escritor do filme, William Peter Blatty, tinham presenciado um exorcismo de verdade.

Pe. Amorth, falecido em 16 de setembro de 2016, começou o seu trabalho de exorcista em 1985 e realizou dezenas de milhares de exorcismos. Ele fundou a Associação Internacional de Exorcistas em 1990 e foi seu presidente até que se aposentou aos 75 anos, em 2000.

Via Aci Digital

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