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Maio: o mês de Maria

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Maria, a Mãe de todas as mães.Olá, catequista e leitor(a)!
A seção Celebramos deste mês possui caráter único para o nosso portal e os católicos do mundo inteiro.

Maio é um mês ímpar para o universo cristão. Não apenas por se tratar do quinto período mensal de cada ano, mas por vincular o amor e a ternura sobre seus propósitos para cada um de nós.

É tempo de celebração e, sobretudo, gratidão. É momento de dedicação às genitoras, condutoras da palavra de Deus, responsáveis por educar religiosamente, em todos os sentidos, os seus filhos e filhas, dádivas que o Pai lhes enviou para dar valor completo à vida. É, acima de tudo, época de intensa devoção e exaltação a Maria, a Mãe de todas as mães e Advogada de todos os filhos de Deus.

Precisamos não apenas entender a importância de uma vida ligada completamente à Virgem Santíssima, mas sentir o Seu amor incomparável e incondicional, que aquece o nosso coração e aproxima-nos do Senhor.

Mas… Por que maio é o mês de Maria? Patrícia Navas González, colunista do portal Aleteia, explica:

No mês de maio, milhões de pessoas participam de romarias e peregrinações a santuários marianos, fazem orações especiais a Maria e lhe oferecem presentes, tanto espirituais quanto materiais.

Dedicar o mês de maio – também chamado de “mês das flores” no hemisfério norte – a Maria é uma devoção arraigada há séculos. Com sua poesia “Ben vennas Mayo”, das Cantigas de Santa Maria, Afonso X, o Sábio, nos revela que essa tradição já existia na Idade Média.

A Igreja sempre incentivou a devoção, concedendo indulgências plenárias especiais e com referências em alguns documentos do Magistério, como a encíclica “Mense Maio”, de Paulo VI, em 1965.

“O mês de maio nos estimula a pensar e a falar de modo particular dEla. De fato, esse é o seu mês. Assim, o período do ano litúrgico e, ao mesmo tempo, o mês corrente, chamam e convidam o nosso coração a abrir-se de maneira singular para Maria” – constatou João Paulo II em uma audiência geral, ao iniciar o mês de maio de 1979.

Mas por que maio, se outros períodos do ano contêm festas litúrgicas mais destacadas e dedicadas a Maria? O beato cardeal John Henry Newman oferece várias razões em seu livro póstumo “Meditações e devoções”.

“A primeira razão é porque é o tempo em que a terra faz surgir a terna folhagem e os verdes pastos, depois do frio e da neve do inverno, da cruel atmosfera, do vento selvagem e das chuvas da primavera”, escreve de um país do hemisfério norte.

“Porque os dias se tornam longos, o sol nasce cedo e se põe tarde – acrescenta. Porque semelhante alegria e júbilo externo da natureza são os melhores acompanhantes da nossa devoção Àquela que é a Rosa Mística e a Casa de Deus.”

“Ninguém pode negar que esse seja pelo menos o mês da promessa e da esperança” – continua. “Ainda que o tempo não seja favorável, é o mês que dá início e é prelúdio do verão.”

“Maio é o mês, se não da consumação, pelo menos da promessa, e não é este o sentido no qual mais propriamente recordamos a Santíssima Virgem Maria, a quem dedicamos o mês?”, pergunta em sua obra, publicada em 1893.

Alguns autores, como Vittorio Messori, veem nessa manifestação da religiosidade popular uma cristianização de uma celebração pagã: a dedicação do mês de maio às deusas da fecundidade – na Grécia, Artemisa; em Roma, Flora. De fato, maio deve seu nome à deusa da primavera Maia.

Além disso, em muitos países, durante o mês de maio, comemora-se o Dia das Mães, e a lembrança se dirige também à nossa Mãe do céu.

Para muitos, maio é o mês mais bonito, como Maria é a mulher mais bela; o mês mais florido que conduz o coração até Ela, uma Palavra feito flor.

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