A Missa é figurada desde o Antigo Testamento, como forma de louvar e agradecer o Deus todo poderoso, criador e Pai: “ Melquesedec, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, levou pão e vinho, e abençoou, Abrão dizendo: “Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que criou o céu e a terra;”
(Gênesis 14, 18-19)

Os sacrifícios antigos eram figurados, tipo do verdadeiro e único sacrifício o de Cristo. Os gestos e a forma de se realizar, como Melquesedec fazia, a de oferecer o pão e o vinho, era a figuração da Missa.

De tal forma, que ao passar anos, a Santa Missa foi profetizada em Malaquias: “Desde o Oriente até o Ocidente, é grande o meu nome entre as nações. E em todo o lugar se oferece incenso ao meu nome e uma oferta pura, pois grande é o meu nome entre as nações.” (Malaquias, 1-11)

Aqui está que a Missa seria sobre a toda a Terra e em todos os lugares e em todas as horas do dia, o verdadeiro culto a Deus. É na Igreja Católica que ação divina vem se concretizar, instituída em Cristo:

“A seguir, Jesus tomo um pão, agradeceu a Deus, o partiu e distribuiu a eles, dizendo: “Isto é o meu corpo, que é dado por vocês. Façam isto em memória de mim”. Depois da ceia, Jesus fez o mesmo com o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova aliança do meu sangue, que é derramado por vocês.” (Lucas 22, 19-20)

“Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, tendo pronunciado a bênção, o partiu, distribuiu aos discípulos, e disse: “Tomem e comam, isto é o meu corpo”. Em seguida, tomou um cálice, agradeceu, e deu a eles dizendo: “Bebam dele todos, pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados”.(Mateus 26, 26-28)

E a Missa é ensinada e praticada por São Paulo: “E como há um único pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, pois participamos todos desse único pão”. (I Coríntios 10-17)

“Nós temos um altar, do qual não têm direito de comer aqueles que ainda servem na tenda. De fato, depois que o sacerdote oferece o sangue no santuário pelos pecados do povo, os corpos dos animais oferecidos em sacrifício são queimados fora do recinto sagrado. Por esse motivo, também Jesus sofreu sua paixão fora de Jerusalém, quando purificou o povo com o seu próprio sangue”. (Hebreus 13, 10-12)

E assim se concretiza a o valor da missa para nós, a de nos redimir-mos de nossos pecados, louvar e adorar o Senhor, agradecendo pela sua Santa Paixão, e pelo seu amor eterno a nós.

A Porta Preta – (Vida e Conhecimento)

Um chefe árabe conta a história de um espião que foi capturado e sentenciado à morte pelo general do exército Persa.

O general usava um estranho e selvagem método de condenação.

Deixava que o condenado escolhesse: poderia passar por uma porta preta ou poderia enfrentar o pelotão de fuzilamento.

Com a aproximação da hora da sentença, o general ordenou que o espião fosse trazido diante dele para uma última e breve entrevista, cujo primeiro propósito era saber a resposta para a pergunta:

” O que quer – a porta preta ou o esquadrão de fogo?”

Esta não era uma resposta fácil de se dar, e o prisioneiro hesitou, mas logo disse que preferiria o esquadrão de fogo.

Logo depois um ruído de tiros indicou que a sentença fora cumprida.

O general, olhando as botas, virou-se para seu ajudante e disse:

“Assim é com os homens, sempre preferem o caminho conhecido ao desconhecido.

É uma característica do ser humano.

Ter medo do desconhecido. E eu lhe dei o direito de escolha”.

“O que existe atrás da porta preta?”

– perguntou o ajudante.

“A liberdade”

– respondeu o general, “e poucos foram os homens corajosos que a escolheram”.

Não tenha medo de caminhar em direção ao desconhecido.

Arrisque-se a sorrir ou a chorar na hora certa…

Saiba que Deus se importa com você.

Vá ! e confie. Jamais te abandonará.

E no caminho do desconhecido Deus estará ao seu lado.

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