É um sacramento social que Cristo instituiu na Última Ceia. É um sacramento no qual Ele concede candidato ao sacerdócio o poder sacerdotal e lhe dá as graças para exercê-lo santamente.

O que é um Sacerdote?

É um homem como nós, sujeito a fraquezas, porém separado dos demais para o exercício da doação de Deus aos homens. O Sacerdote é o dispensador do amor de Deus aos homens.

É chamado de Pontífice = ponte – artifice: construtor de pontes; pontes que ligam o Céu à Terra; os homens à Deus; o eterno ao temporal; o pecado à misericórdia.

O sacerdote administra os sacramentos, sinais do amor de Deus aos homens.

O ministro do sacramento da Ordem é o Bispo. Em caso de impossibilidade, o Bispo delega esse poder a outro sacerdote.

Jesus Cristo deu aos apóstolos a plenitude do poder sacerdotal e estes transmitiram essa plenitude a outros, pela impossição das mãos.

Deste o tempo dos apóstolos, têm-se sagrado bispos e ordenado sacerdotes pela imposição das mãos e oração.

Pela ordenação Sacerdotal, Jesus Cristo confere o poder de:

1º Celebrar a Santíssima Eucaristia;

2º Administrar os sacramentos: Batismo, Reconciliação, Unção dos Enfermos, Matrimônio;

3º Administrar o sacramento da Crisma, quando receber delegação do senhor Bispo pela total impossibilidade deste;

4º Consagrar e benzer (pessoas e coisas).

Somente o sacerdote pode confessar e consagrar.

A ordenação Sacerdotal, imprime caráter que nunca se apaga. Chamamos de sinal indelevel. Pela ordenação o sacerdote fica unido de mode especial a Jesus.

Ele é a extensão de Cristo entre os homens, amando-os e dispensando-lhes a salvação proporcionada por Jesus por meio da Igreja em seus Sacramentos.

O sacerdote jamais poderá perder o seu poder sacerdotal, a menos que seja dispensado pelos seus legítimos superiores através da ordem expressa do Santo Padre o Papa.

Jesus chama os jovens a seu serviço. Jovens de todas as nacionalidades, raças e cores. Eles devem ter requisitos básicos de cristãos verdadeiros:

– Fé viva e operante;

– Estar pronto ao sacrifício, até da própria vida, no serviço ao Deus que chama;

– Trabalhar pela salvação dos homens sem distinção de raça ou cor.

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