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Qual o verdadeiro significado da cruz?

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De acordo com a Igreja Católica, Jesus escolheu o caminho da Cruz para salvar a humanidade e manifestar o amor da Santíssima Trindade pelos homens.

Para os católicos, a cruz, como lugar do sacrifício de Cristo, é o princípio da salvação dos homens. Por isso, diz o Catecismo Católico, no parágrafo 617, a Igreja a venera professando nela sua esperança: “Salve, ó Cruz, única esperança”.

Opondo-se ao que comumente se pensa, padre Júlio César Evangelista Resende, afirma:

“A Cruz é vista como a glória de Cristo. A sua glorificação começa na Cruz – sinal da nossa salvação. A cruz tem um profundo significado de obediência e fidelidade de Cristo ao projeto do Pai. Ele esvazia-se de Si e por amor entrega-se à humanidade. A Cruz é também esse grande sinal de entrega de amor que possibilitou a nossa salvação”.

De acordo com padre Júlio, os católicos devem olhar para a Cruz, sobretudo, como sinal de esperança; nisto consiste o seu sentido. Uma esperança que, segundo o sacerdote, culmina na fé na vida eterna. “Este caminho da salvação, por meio de sua morte redentora na Cruz, é a maneira pelo qual Ele [Jesus] nos salva e nos convida a acreditar Nele e ter a vida eterna”, enfatizou padre Júlio.

A cruz sem o Crucificado

A cruz em si não tem nenhum sentido, diz padre Júlio, recordando algumas igrejas que têm a cruz, mas sem a imagem do Cristo crucificado. Isso, para o sacerdote, pode favorecer um esvaziamento do verdadeiro significado do crucifixo na vida dos fiéis, visto ser necessário o Cristo para seu completo sentido.

“Pensar a cruz isoladamente é esvaziar seu primeiro sentido: a Pessoa de Jesus Cristo, em sua morte redentora”, completou.

Como utilizar-se da Cruz no dia a dia?

De acordo o prior da Ordem da Santa Cruz, os católicos não devem usar a cruz como amuleto, de forma supersticiosa, mas como sinal de sua adesão ao discipulado de Cristo:

“A cruz é um sinal da presença salvífica de Deus na minha vida, não um amuleto, mas sinal desse discipulado que assumo com Cristo, de caminhar com ele. E, claro, sinal dessa redenção, dessa morte redentora de Cristo, desse madeiro que se tornou local da sua glória. Não podemos entender como amuleto de sorte, se eu não usar estou desprotegido, mas como sinal da minha adesão a Cristo. Somos convidados a perceber a cruz que carregamos no peito a partir dessa perspectiva”.

Via Canção Nova

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