Coroinhas – Sou Catequista https://soucatequista.com.br Milhares de Artigos dos mais variados temas da Igreja Católica para a sua Catequese, Cursos, Downloads e muito mais! Wed, 16 Oct 2024 23:11:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://soucatequista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/cropped-ico-1-32x32.png Coroinhas – Sou Catequista https://soucatequista.com.br 32 32 Cores Litúrgicas https://soucatequista.com.br/cores-liturgicas-2/ https://soucatequista.com.br/cores-liturgicas-2/#comments Wed, 16 Oct 2024 23:11:47 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=5091 As diferentes cores das vestes litúrgicas visam manifestar externamente o caráter dos mistérios celebrados, e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do ano litúrgico.

No princípio havia uma certa preferência pelo branco. Não existiam ainda as chamadas “cores litúrgicas”. Estas cores foram fixadas em Roma no século XII. Em pouco tempo os cristãos do mundo inteiro aderiram a este costume. Veja abaixo as cores litúrgicas e seus significados:

BRANCO
Usado na Páscoa, no Natal, nas Festas do Senhor, nas Festas de Nossa Senhora e dos Santos, exceto dos mártires. Simboliza alegria, ressurreição, vitória, pureza e alegria.

ROXO
Usado no Advento e na Quaresma. É símbolo da penitência e da serenidade. Também pode ser usado nas missas dos defuntos e na confissão.

VERMELHO
Lembra o fogo do Espírito Santo. Por isso é a cor de Pentecostes. Lembra também o sangue. É a cor dos mártires e da sexta-feira da Paixão.

PRETO
É sinal de tristeza e luto. Hoje é pouco usado na liturgia

VERDE
Usa-se nos domingos do Tempo Comum e nos dias da semana. Está ligado ao crescimento, à esperança.

ROSA
O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento (Gaudete) e 4º domingo da Quaresma (Laetare).

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Vestes e Paramentos https://soucatequista.com.br/vestes-e-paramentos/ https://soucatequista.com.br/vestes-e-paramentos/#comments Wed, 16 Oct 2024 23:11:45 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=5095 Camisa Clergyman: Camisa usada por sacerdotes com gola especial.

Túnica ou Alva: Vestimenta, quase sempre de cor branca, que veste o sacerdote e os coroinhas, recobrindo todo o seu corpo.

Cíngulo: Cordão branco posto à cintura para prender a alva

Sobrepeliz: Veste branca usada sobre a batina por coroinhas em algumas comunidades também é usada por cerimoniarios.

Estola: Usada por cima da alva ou túnica, é uma tira comprida de pano. É o símbolo do poder sacerdotal, e a cor varia de acordo com o tempo litúrgico. Além de ser usada na missa, também o é na administração dos sacramentos e nos sacramentais.

Estola Diáconal: Semelhante à estola sacerdotal, mas na transversal.

Casula: É o traje usado pelo sacerdote durante as ações sagradas, usadas geralmente nas Missas, Domingos, solenidades e festas. É usada sobre a túnica e a estola.

Dalmática: Veste própria do diácono, que a usa sobre a alva e a estola. Também o Bispo e o usa, debaixo da casula, em ocasiões especiais.

Batina: utilizada pelos sacerdotes

Capa Pluvial: Capa comprida usada pelo sacerdote, e também pelo diácono, para bênção, procissões eucarísticas e aspersão dos fiéis com água benta.

Véu Umeral ou Véu de Ombros:Manto usado pelos ministros ordenados, colocando sobre os ombros dos mesmos, com o qual seguram o ostensório.

Mitra: Chapéu usado pelo bispo, o coroinha que fica encarregado de segurá-lo durante a celebração deve usar o véu umeral e a esse coroinha se dá o nome de mitrífero.

Solidéu: Acessório que o bispo usa embaixo da mitra, na celebração geralmente o bispo usa o solidéu em algumas partes que ele usa a mitra sobre ele.

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A Santa Missa https://soucatequista.com.br/a-santa-missa-3/ https://soucatequista.com.br/a-santa-missa-3/#respond Wed, 16 Oct 2024 23:11:43 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=11022 Na Missa ou Ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do sacerdote que representa a pessoa de Cristo, para celebrar a memória do Senhor ou sacrifício eucarístico. Por isso, a esta reunião local da santa Igreja aplica-se, de modo eminente, a promessa de Cristo: “Onde dois ou três estão reunidos no meu nome, eu estou no meio deles” (Mt 18, 20). Pois, na celebração da Missa, em que se perpetua o sacrifício da cruz, Cristo está realmente presente tanto na assembléia reunida em seu nome, como na pessoa do ministro, na sua palavra, e também, de modo substancial e permanente, sob as espécies eucarísticas.

RITOS INICIAIS

PROCIÇÃO E CANTO DE ENTRADA: O canto deve expressar a alegria de quem vai participar da Eucaristia. De preferência se faz à procissão pelo corredor central da igreja. Os coroinhas vão à frente do presidente da celebração. Quando se utiliza o insenso o padre insensa o altar.

SAUDAÇÃO: O presidente da celebração começa fazendo o sinal-da-cruz, pronunciando (ou cantando) as palavras Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Significa que todos estão ali reunidos em nome da Santíssima Trindade.

ATO PENITENCIAL: Os membros da assembléia, pelo ato penitencial, expressam sua franqueza, fazem um ato de humildade e invocam o perdão e a ajuda de Deus, a fim de poder ouvir com maior proveito sua Palavra e comungar mais dignamente o Corpo e Sangue de Cristo. Durante o ato penitencial pode haver aspersão em recordação do batismo.

GLÓRIA: O Glória é um hino antiqüíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. É um cântico transbordante de alegria, confiança, humildade, e que dá ao inicio da Eucaristia um tom de festividade: o olhar da comunidade está posto na glória de Deus. Por isso, para ser cantado deve-se respeitar seu conteúdo original, ou seja, o aspecto trinitário. É cantado ou recitado em todas as celebrações exceto no tempo do Advento e da Quaresma.

ORAÇÃO DO DIA: O sacerdote diz a oração que se costuma chamar “coleta”, pela qual se exprime a índole da celebração. Conforme antiga tradição da Igreja, a oração costuma ser dirigida a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo e por uma conclusão trinitária, “Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo”.

Elaborado por: Paróquia São Francisco de Assim do Rio Doce

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O Milagre Eucarístico de Lanciano https://soucatequista.com.br/o-milagre-eucaristico-de-lanciano/ https://soucatequista.com.br/o-milagre-eucaristico-de-lanciano/#comments Wed, 16 Oct 2024 23:11:41 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=12138 Nossos sacrários mantêm entre nós a realidade da Encarnação: “O Verbo se fez carne e habitou entre nós…” E habita ainda verdadeiramente presente entre nós, não somente de uma maneira espiritual, mas com seu próprio Corpo – “Ave verum corpus, natum de Maria Virgine” canta a Igreja diante do Santíssimo Sacramento: “Salve verdadeiro corpo, nascido da Virgem Maria, corpo que sofreu verdadeiramente e foi verdadeiramente imolado pela salvação dos homens”. Um milagre bem destinado ao nosso tempo de incredulidade. Pois, como diz São Paulo, os milagres são feitos não para aqueles que crêem, mas para os que não crêem. Hoje em dia, um certo número de cristãos querem admitir, a exemplo dos protestantes, apenas uma presença espiritual do Cristo na alma daquele que comunga, os sinais sacramentais do pão e do vinho consagrados seriam puros símbolos, tal como a água do batismo, que não é e não permanece senão simples água, ainda que significando e realizando pela palavra que a acompanha – a purificação da alma.. É uma falta de fé profunda na presença real, e portanto, na palavra onipotente do Cristo: “Isto é meu Corpo! Isto é meu sangue!”. Em uma igrejinha da cidade de Lanciano, igreja dedicada a São Legoziano (que se identifica como o soldado que transpassou o coração de Cristo com a lança na cruz), no VIII século, um monge basiliano durante a celebração da Missa, depois de ter realizado a dupla consagração do pão e do vinho, começou a duvidar da presença na hóstia e no cálice, do Corpo e do Sangue do Salvador. Foi então que se realizou o milagre: diante dos olhos do padre, a hóstia se tornou um pedaço de carne viva; e no cálice o vinho consagrado torna-se verdadeiro sangue, coagulando-se em cinco pedrinhas irregulares de formas e tamanhos diferentes. Conservaram se esta carne e este sangue milagrosos, e no correr dos séculos várias pesquisas eclesiásticas foram realizadas. Quiseram, em nossos dias, verificar a autenticidade do milagre, e 18 de novembro de 1970, os Frades Menores Conventuais que têm a seu cuidado a igreja do Milagre decidiram, com a autorização de Roma, a confiar a um grupo de peritos a análise científica daquelas relíquias, datadas de doze séculos. As pesquisas foram feitas em laboratório, com estrito rigor, por dois professores. Em 4 de março de 1971, estes cientistas davam suas conclusões, que em inúmeras revistas de ciência, do mundo inteiro divulgaram em seguida. “A Carne é verdadeiramente carne. O Sangue é verdadeiro sangue. Um e outro são carne e sangue humanos. A carne e o sangue são do mesmo grupo sangüíneo (AB). A carne e o sangue são de uma pessoa viva. O diagrama deste sangue corresponde a de um sangue humano que tenha sido retirado de um corpo humano naquele dia mesmo. A Carne é constituída de tecido muscular do coração (miocárdio). A conservação destas relíquias, deixadas em estado natural durante séculos e expostas à ação de agentes físicos, atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário”. Fica-se estupefato diante de tais conclusões, que manifestam de maneira evidente e precisa a autenticidade deste milagre eucarístico. Antes mesmo de as darem a conhecer de modo oficial, os peritos, no fim de sua analises, enviaram aos Padres Franciscanos de Lanciano o seguinte telegrama: “Et Verbum caro factum est” (E “o Verbo se fez carne”). Outro detalhe inexplicável: pesando-se as pedrinhas de sangue coagulado (e todos são de tamanhos diferentes) cada uma delas tem exatamente o mesmo peso das cinco pedrinhas juntas! Jesus o prometeu: “Eis que estou convosco até a consumação dos séculos”.

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Por que temos que pedir bênção para nossa família? https://soucatequista.com.br/por-que-temos-que-pedir-bencao-para-nossa-familia/ https://soucatequista.com.br/por-que-temos-que-pedir-bencao-para-nossa-familia/#respond Tue, 28 Jun 2022 12:00:50 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=117158 Tradição católica em ser abençoado por pais, padrinhos e avós traz harmonia, paz e proteção para quem amamos

Um costume antigo de muitas famílias é sempre pedir a bênção para nossos pais, tios, avós, padrinhos ao acordar, dormir, antes de sair de casa e para diversas situações.

Para muitos, isso pode parecer ultrapassado, mas é preciso ter um olhar espiritual para algo tão simples, mas ao mesmo tempo tão importante para quem dá e recebe essa bênção.

No parágrafo 2225, o Catecismo da Igreja Católica explica:

“Pela graça do sacramento do matrimônio, os pais receberam a responsabilidade e o privilégio de evangelizar os filhos. Desde tenra idade devem iniciá-los nos mistérios da fé, de que são os ‘primeiros arautos’. Hão de associá-los, desde a sua primeira infância, à vida da Igreja.”

O próprio Catecismo (CIC 1668 e 1669) também diz que na bênção sempre é incluída de uma oração, acompanhada de um sinal determinado, como a imposição das mãos, o sinal da Cruz, e que todo batizado é chamado a ser uma bênção e a abençoar. Por isso, leigos como nossos familiares também têm esse poder.

Um exemplo de bênção parental nas Sagradas Escrituras pode ser encontrada no livro de Tobias, onde seu pai Tobit o abençoa antes de partir para uma viagem: “Que Deus nos céus te proteja no teu caminho e te traga salvo de volta pra mim; que o teu anjo te acompanhe“ (Tb 5, 17).

Papa Francisco, em uma de suas catequeses, realizada em novembro de 2016, nos orienta a sempre ter o costume de orar e abençoar aqueles que amamos:

“Quantos modos diversos temos para rezar pelo nosso próximo! Todos são válidos e aceites por Deus se feitos com o coração. Penso de maneira particular nas mães e pais que abençoam os seus filhos de manhã e à noite. Ainda permanece este hábito em algumas famílias: abençoar o filho é uma oração; penso na oração pelos doentes, quando vamos visitá-los e rezamos por eles; na intercessão silenciosa, às vezes com as lágrimas, em muitas situações difíceis pelas quais rezar”, disse o Santo Padre.

Alberto Andrade – www.a12.com

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Galhetas, Naveta você sabe o que são? Confira! https://soucatequista.com.br/objetos-sagrados/ https://soucatequista.com.br/objetos-sagrados/#respond Thu, 05 Nov 2020 13:00:00 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=5097 Cálice: Objeto onde é colocado o vinho, durante a celebração na hora da consagração esse vinho se torna o Sangue de Cristo. Quando for manejá-lo tenha cuidado e o segure com as duas mãos, uma na sua base e outra sobre ele. Para não confundir o cálice com a Âmbula repare que ele não tem tampa.

Âmbula ou Cibório: Objeto onde são guardadas as partículas da comunhão (hóstias), que na hora da consagração se tornam o Corpo de Cristo, cuidado ao manejá-las porque geralmente carregamos mais de uma, então a segure firme. Repare que a âmbula (ou cibório) tem tampa, algumas ainda têm uma “capinha” chamada conopeu.

Galhetas: São duas pequenas “garrafinhas” que podem ser tanto de vidro ou de louça. Nelas ficam a água e o vinho (que mais tarde é consagrado como o Sangue de Cristo) segure-as com cuidado para evitar acidentes. A galheta com água é usada novamente após a comunhão na purificação do cálice.

Turíbulo: É um compartimento onde o incenso é queimado. Seu manejo requer atenção, pois ao se balançar numa igreja temos que tomar o cuidado para não acertar os outros. São usadas quatro vezes numa cerimônia normal: Entrada, Evangelho, Ofertório e Consagração. Também pode ser usado em outras partes dependendo do tipo da celebração. O coroinha ou acólito encarregado do turíbulo é chamado de turiferário.

Naveta: Pequeno compartimento onde é guardado o incenso que é usado no Turíbulo vem acompanhado de uma pequena “colherinha” que o celebrante usa para colocar as pedras de incenso dentro do Turíbulo o Coroinha ou Acólito encarregado da naveta é chamado de naveteiro.

Incenso: Resina de aroma suave. Produz uma fumaça que sobe aos céus, simbolizando as nossas preces e orações a Deus.

Sineta ou Carrilhão: É usada para chamar a atenção da assembléia na parte mais importante da missa, a Consagração. Seu uso requer um pouco de experiência

Crucifixo: Geralmente é usado em missas campais (fora da igreja) onde não se tem um pregado a parede. Ele deve ficar sobre o altar e com a face de Jesus voltada para o Padre e de costas para o resto da assembléia.

Cruz Processional: Utilizada na entrada da missa e em procissões.

Castiçal: Local onde a vela fica durante a celebração, existem vários modelos de diferentes tipos e tamanhos. Algumas vezes é solicitado aos coroinhas segurarem o castiçal ao lado da mesa da palavra durante a proclamação do Evangelho.

Ostensório ou Custódia: É usado em situações onde o Santíssimo é exposto ao povo, para manejá-lo é necessário muita atenção com suas pontas e para não deixá-lo cair pois é um material muito frágil e geralmente tem uma tampa de vidro no centro, que com uma queda pode ser quebrar e ainda se a hóstia consagrada estiver dentro dele temos que manuseá-lo com o véu umeral.

Círio Pascal: Vela grande, que é benzida solenemente na Vigília Pascal do Sábado Santo e que permanece nas celebrações até o Domingo de Pentecostes. Acende-se também nas celebrações do Batismo.

Sacrário: Local onde ficam armazenadas as hóstias consagradas, geralmente fica uma luz vermelha ao seu lado indicando a presença do corpo de Cristo. Quando entramos na Igreja e vemos essa luz acesa temos que ter o maior respeito pois estamos dentro da casa de Deus e Jesus está conosco.

Patena: Pequeno prato de metal onde fica a hóstia que o padre eleva na consagração. Em algumas comunidades os coroinhas a usam para na hora da comunhão não deixar que a hóstia oferecida pelos ministros e padres ao povo não caia no chão.

Pala: Pequeno pedaço de plástico ou papelão que é usado para cobrir o cálice para protegê-lo.

Sanguinho ou Sanguíneo: Pano de linho que é usado para fazer a purificação do cálice, das âmbulas e da bem como os dedos e os lábios após comungar.

Manustérgio: Pequena toalha que é usada pelo sacerdote para enxugar as mãos.

Corporal: Pano branco de linho, que, estendido sobre o altar, recebe sobre si a patena com a hóstia grande, o cálice com o vinho e as âmbulas com as hóstias pequenas. É também sobre ele que se coloca o ostensório e a teca.

Teca ou Pixed: Pequeno compartimento usado pelos ministros da comunhão para levar o Corpo de Cristo aos doentes da comunidade

Bolsa de Viático: Bolsa, de tamanho pequeno, quase sempre de pano, em que é colocada a teca em que são levadas as Hóstias consagradas aos doentes e idosos.

Caldeira ou Caldeirinha: Local onde fica a água benta que o padre asperge sobre a comunidade ou algum objeto que vai ser benzido.

Asperges: Usado junto com a caldeirinha para aspergir a água benta sobre o povo ou algum objeto. tem diversos tamanhos e modelos.

Bacia: Composto por uma jarra e uma bacia, é onde o padre lava sua mão durante a celebração.

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Confira as funções e responsabilidades do coroinhas https://soucatequista.com.br/confira-as-funcoes-e-responsabilidades-do-coroinhas/ https://soucatequista.com.br/confira-as-funcoes-e-responsabilidades-do-coroinhas/#comments Tue, 30 Apr 2019 12:59:30 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=85870 O QUE É O COROINHA?

Menino ou menina, que nas igrejas exerce o papel de acólito nas funções litúrgicas. O Acólito é instituído para servir ao altar e auxiliar o sacerdote e o Diácono. O coroinha ajuda a missa, ele não é apenas um enfeite. Ele tem uma função importante que é a desempenhar um ministério, um serviço importante.

O QUE SE EXIGE DE UM COROINHA?

CHEGANDO AO TEMPLO: Ao chegar a igreja, o coroinha deve dirigir-se à capela do Santíssimo Sacramento, ou ao altar em que o sacrário contempla Jesus sacramentado. Aí deve fazer uma genuflexão e permanecer em oração por alguns instantes, numa conversa com Jesus Cristo. Só então ele deverá dirigir-se à sacristia, para iniciar as atividades da celebração.

Do coroinha exige-se piedade, postura, respeito para com os ministérios, respeito para com o sacerdote, e atenção para com os fiéis da assembléia, respeito para com o templo, (pois é um lugar sagrado).

Juntos os coroinhas formam um grupo muito importante, no qual poderão encontrar união, compreensão confiança e estima, coisas de que tanto precisam. O Pároco deverá, dentro do possível, acompanhar cada um deles em sua realidade pessoal, ajudando-os no que for possível. Ser coroinha exige responsabilidade, e devem assumir todos juntos, e cada um em particular, com amor, este serviço a Cristo e sua Igreja.

O QUE O COROINHA DEVE CONHECER?

1.A santa missa, parte por parte;

2. Os lugares da igreja;

3. Os livros sagrados;

4. Os utensílios usados na celebração;

5. As vestes litúrgicas.

RESPONSABILIDADE DO COROINHA

1. Participe das reuniões, missas e demais compromissos assumidos.

2. Seja pontual. Chegue a tempo para as reuniões e celebrações.

3. Seja asseado.Esteja sempre limpo, cabelos penteados, calçados e roupas bem arrumados.

4. Seja cuidadoso com as coisas da igreja e do altar. Trate os utensílios litúrgicos com respeito, como objetos destinados ao culto Divino.

5. Seja humilde e preste atenção ao que lhe for ensinado pelas pessoas encarregadas de sua formação.

6. Durante os atos litúrgicos, evite conversas, risos ou brincadeiras.

7. Seja educado com relação aos colegas e todas as pessoas da comunidade.

8. Cultive o gosto pela oração e leia um trecho da Bíblia cada dia.

9. Dedique-se ao estudo da liturgia, a fim de celebrar cada vez melhor.

10. Observe o silencio na igreja e na sacristia. E mantenha a concentração, principalmente antes de começar algum ato litúrgico.

Via Cléofas

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O Coroinha na Missa https://soucatequista.com.br/o-coroinha-na-missa/ https://soucatequista.com.br/o-coroinha-na-missa/#comments Thu, 25 Apr 2019 12:06:49 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=3782 Entrada
* A cruz entra na frente. Os outros coroinhas entram de dois em dois.

* Chegando à frente do presbitério, a cruz faz reverência e os coroinhas, genuflexão.

* Caso algum coroinha este a levando algum objeto, como o missal, este faz reverência.

* No Tempo Pascal, costuma-se levar o Círio Pascal. Este é levado por um ministro.

* Depois da genuflexão, todos vão para os seus lugares.

Intenções
* Dois coroinhas devem buscar as intenções.

* Eles devem fazer reverência diante do sacrário e então ir buscar as caixinhas.

* Ao voltar, devem esperar na frente do presbitério até o padre falar “oremos”, então colocam as caixinhas sob o altar.

* Depois fazem reverência novamente diante do Sacrário.

* Geralmente, deve-se ir buscar as intenções quando começa o Hino de Louvor (Glória), mas na Quaresma (os 40 dias antes da Páscoa) e no Advento (as 4 semanas antes do Natal), deve-se ir quando começa o Ato Penitencial, pois não há Hino de Louvor.

Missal e microfone
* Caso se a responsabilidade dos coroinhas segurar o missal e o microfone para o padre, estes devem, pouco antes do “oremos” dirigir-se para perto do padre. Quando ele disser “oremos”, o missal e o microfone devem ir até o padre.

Ofertório
* Durante as últimas Preces da Comunidade, os coroinhas devem ir passando de dois em dois para a sacristia.

* Deve-se começar a levar os objetos para o altar após o “amém” da comunidade, depois das preces. Leva-se o cálice e as âmbulas sobre o altar. As tampas das âmbulas devem ser colocadas sobre o altar-mor, pouco para o lado do sacrário.

* As galhetas devem ser levadas para o padre quando este, com o cálice na mão, se virar em direção à sacristia. A mesma coisa com o lavabo.

Sinetas
Depois do ofertório, durante a oração eucarística, quando o padre diz “an os e santos”, os dois que vão bater os sinos vão pegá-los, quando começa o “Santo”, os coroinhas descem em fila, com os dois sineteiros no meio. Deve-se deixar um espaço entre os sineteiros.

* Chegando, faz-se reverência. Bate-se o sino quando o padre impõe as mãos sobre as oferendas, quando ergue a Hóstia e quando ergue o cálice. Depois da resposta para “eis o mistério da fé”, faz-se reverência e retorna-se ao lugar.

Patenas
* Durante o abraço da paz, um coroinha deve buscar as patenas e durante o “Cordeiro de Deus”, deve retornar e distribui-la. Depois do “eu não sou digno de que entreis em minha morada…”, os coroinhas passam para a frente do altar, ladeando-o. Então, quando os ministros descerem para a assembléia, os coroinhas vão unto. Fica-se sempre do lado mais externo e a mão que fica para o lado do altar deve ir unto ao coração. A patena deve estar sempre debaixo da hóstia, na posição horizontal.

* Depois deve-se levar as patenas para purificar.

Saída
Durante a saída, faz-se uma fila na frente do altar-mor, para fazer a genuflexão e sair para a sacristia.

 

Via Coroinhass.p.a

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O que é preciso para ser um coroinha? https://soucatequista.com.br/coroinha/ https://soucatequista.com.br/coroinha/#comments Wed, 17 Apr 2019 11:00:58 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=3783 Pastoral dos Coroinhas tem como função:
Servir o altar; acompanhar o celebrante, rezar e participar das celebrações..
O coroinha não é um enfeite. Ele tem uma função importante. Desempenha um ministério, um serviço.

O que é preciso para ser um coroinha?

Basta fazer o seguinte:

  • * ter vontade de ajudar e aprender as funções;
    * ser disponível para DEUS e para a comunidade;
    * espírito sensível: estar atento às necessidades;
    * espírito de equipe: ninguém constrói nada sozinho, muito menos a Igreja e o reino de Deus. Portanto, no grupo de coroinhas não deve haver * competição, mas entreajuda, companheirismo e amizade;
    * esforçar-se para ser bom, procurando viver o que Jesus ensinou, é preciso esforço para ser bom em casa, na escola e participar para valer da vida da comunidade,
    * e o principal: espírito de fé: a celebração eucarística é o momento mais forte da vida da comunidade. É ali que todos celebramos nossas vidas, nossas lutas pela justiça e a fraternidade. Por isso, o coroinha não está no altar como se estivesse fazendo um teatro. Ele esta ali para ajudar a comunidade a rezar. Assim, deve participar da celebração com atenção e piedade.
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Conheça alguns termos Litúrgicos https://soucatequista.com.br/termos-liturgicos/ https://soucatequista.com.br/termos-liturgicos/#respond Tue, 09 Apr 2019 12:00:50 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=12117 ALELUIA: Palavra hebraica – Louvai o Senhor. É uma expressão de alegria que se usa principalmente na aclamação ao Evangelho: abundantemente no tempo pascal. Não se usa no tempo da quaresma.

AMÉM: Palavra hebraica que alguns traduzem por assim seja. O Apocalipse (3.14) chama Jesus de o Amém, e a II Carta aos Coríntios (1.20) afirma que é em Jesus que dizemos Amém. Santo Agostinho diz que o nosso Amém é a nossa assinatura, o nosso compromisso.

DOXOLOGIA: Fórmula de louvor que geralmente se usa em honra a Santíssima Trindade. Na liturgia recebem o nome doxologia o “Glória ao Pai…”, “Glória a Deus nas alturas” e o “Por Cristo, com Cristo em Cristo…”, no final da oração eucarística.

EPICLESE: Oração da missa com a qual se invoca a descida do Espírito Santo, antes da consagração, santifique as oferendas e após a consagração.

EPÍSTOLA: Na antiguidade, comunicação escrita de qualquer tipo. O Novo Testamento contém vinte e uma epístolas ou cartas. As epístolas normalmente tratam de temas gerais e são dirigidas não a uma pessoa em particular, mas ao público em geral.

EXÉQUIAS: Ritos em favor dos fieis falecidos.

HOSANA: Palavra de origem hebraica que significa salva-nos! Foi proclamada pelas multidões que foram ao encontro de Jesus em sua entrada solene a Jerusalém, pra indicar sua rela dignidade messiânica (cf. Mateus 21,9). Esta palavra aparece após o prefácio, na aclamação: Santo, Santo, Santo…

KYRIE ELEISON: Expressão grega que significa Senhor, piedade, é uma invocação antiga mediante a qual os fiéis imploram a misericórdia do Senhor.

MEMENTO: Parte da oração eucarística em que se recordam os vivos e os falecidos.

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