Liturgia – Sou Catequista https://soucatequista.com.br Milhares de Artigos dos mais variados temas da Igreja Católica para a sua Catequese, Cursos, Downloads e muito mais! Thu, 01 Nov 2018 12:45:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://soucatequista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/cropped-ico-1-32x32.png Liturgia – Sou Catequista https://soucatequista.com.br 32 32 Saiba como falar com as crianças sobre morte https://soucatequista.com.br/saiba-como-falar-com-as-criancas-sobre-morte/ https://soucatequista.com.br/saiba-como-falar-com-as-criancas-sobre-morte/#respond Thu, 01 Nov 2018 12:45:28 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=85078 Clique AQUI para acessar o PDF.

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Reflexão da parábola do Joio e o Trigo https://soucatequista.com.br/reflexao-da-parabola-do-joio-e-o-trigo/ https://soucatequista.com.br/reflexao-da-parabola-do-joio-e-o-trigo/#respond Mon, 07 Aug 2017 15:15:48 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=80455 Joio ou trigo? Mateus 13,24-30

Naquele tempo:
24 Jesus contou outra parábola à multidão:
‘O Reino dos Céus é como um homem
que semeou boa semente no seu campo.
25 Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo,
semeou joio no meio do trigo, e foi embora.
26 Quando o trigo cresceu
e as espigas começaram a se formar,
apareceu também o joio.
27 Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram:
`Senhor, não semeaste boa semente no teu campo?
Donde veio entóo o joio?’
28 O dono respondeu:
`Foi algum inimigo que fez isso’.
Os empregados lhe perguntaram:
`Queres que vamos arrancar o joio?’
29 O dono respondeu:
`Não! pode acontecer que, arrancando o joio,
arranqueis também o trigo.
30 Deixai crescer um e outro até a colheita!
E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo:
arrancai primeiro o joio
e o amarrai em feixes para ser queimado!
Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!”
Palavra da Salvação.

Recentemente a liturgia nos proporcionou aprofundarmos mais sobre a parábola do joio e do trigo. Nesta parábola Jesus nos apresenta um Deus capaz de semear somente as sementes boas de trigo. E que ao ser questionado sobre a sua capacidade de escolher as suas sementes Ele responde que o trigo foi Ele quem plantou e o joio por sua vez, foi algum inimigo quem o fez.

O que depender de Deus, em nossas vidas Ele irá semear somente semente de ótima qualidade, Ele só quer para nós coisas boas, mas o inimigo vai aproveitar algum momento para então semear o seu joio.

Em nossa vida sempre haverá sementes de trigo e sementes de joio, e sendo assim, como na parábola do semeador nós vamos ser corresponsáveis por algumas sementes semeadas no campo do próximo.

  • Que tipo de semente você tem semeado nos campos dos seus próximos?
  • Você sem semeado joio ou trigo?
  • Como o Padre Léo dizia, você tem deixado rastros de céu ou de inferno por onde você passa?
  • Você tem sido canal de graça na vida dos outros, ou motivo de discórdia e de tristeza?

Fazendo uma comparação com os elementos desta parábola, o trigo semeado por Deus tem a função de se tornar alimento, de se tornar pão, de fornecer vida, energia.

Já o joio, semeado pelo inimigo, se ingerido em grandes quantidades é como veneno para o ser humano, se colhido e triturado junto com o trigo, deixa um sabor amargo, tirando a qualidade do trigo.

Você tem sido alimento, fonte de vida, ou tem sido veneno, deixando um sabor amargo na vida dos outros?

Na parábola ao ser indagado pelos servos, o dono do campo diz para não arrancar o joio antes da hora, é preciso esperar o tempo da colheita. Deus quer que sejamos pacientes, os joios que o inimigo tem semeado em sua vida, na hora certa serão arrancados. A Palavra de Deus em Eclesiastes 3 nos diz que há um tempo para cada coisa debaixo do céu, tempo para plantar e tempo para colher. Tenha fé, paciência, essa situação que você está passando, que tem tirado o seu sono, vai passar.

Quando o trigo e o joio estão crescendo lado a lado no campo, é quase impossível distinguir quem é quem, enquanto estão crescendo eles são muito parecidos, só quando os frutos começam aparecer é que se consegue diferenciar o joio do trigo.

Muitas vezes, quando estamos passando por problemas, não conseguimos diferenciar o que é de Deus e o que é do inimigo, onde cometemos nossos maiores erros. Nestas situações, tomamos algumas atitudes que aparentemente é o correto de se fazer, é trigo. Mas depois que os frutos aparecem, vemos que na verdade era o joio, o inimigo se aproveita para nos oferecer mudinhas de joio, que aparentemente são trigo. Paciência!

Jesus na parábola, nos conta que se arrancarmos o joio antes da hora, corremos o risco de arrancarmos também o trigo, isso porque o joio possui suas raízes espalhadas e superficiais, enquanto o trigo tem suas raízes profundas.Ao arrancar o joio as suas raízes que estão emboladas às raízes do trigo farão com que o trigo seja arrancado também. Quando encontramos em nossas vidas o joio, ele faz de tudo para que a gente se perca, nos mostrando caminhos e ocasiões de perdição.

Além das raízes, outra diferença entre o joio e o trigo é o caule. O caule do trigo é mais fino e flexível, quando a tempestade vem, quando o vento sopra forte, o trigo se encurva e não quebra. Já o joio tem o caule mais grosso e rígido, qualquer ventinho, qualquer chuvisco ele se quebra.

A pessoa quando é trigo é humilde, ela reconhece o seu erro, ela se curva diante de Deus. O joio qualquer coisinha fica dodói, fica de mal, se quebra, rompe com Deus, desiste de tudo.

Tem momentos em nossa vida que olhamos para o campo e só vemos o joio, só temos olhos para os problemas e esquecemos os trigos, as bênçãos que Deus nos deu. Nestes momentos não podemos fechar os olhos da fé, não é que em nossa vida só há joios, é que neste momentos os trigos estão postados diante de Deus, em oração, suportando fielmente as tempestades.

Para nossa felicidade, Jesus nos garante que no dia da colheita, vão ser separados os trigos dos joios. O trigo vai ser colocado no celeiro e o joio vai ser separado em feixes e colocado no fogo.

O trigo vai ser separado no celeiro, vai ser debulhado, tirado as cascas, triturado, transformado em farinha, e depois misturado a outros ingredientes vai se transformado em massa e em seguida em pão.

O joio, não será somente ateado fogo, Deus vai utilizar de tudo aquilo que o inimigo semeou na sua vida, vai pegar todos os joios, todos os problemas, que o inimigo semeou desejando te fazer desistir, vai fazer um feixe e colocará fogo, este fogo será utilizado como combustível para transformar o seu trigo em pão. A chave da sua vitória é você aguentar firme meu irmão, aguentar os apertos que o joio vai fazer na sua vida, aguentar as raízes sufocadas, aguentar as tempestades, aguentar os ventos fortes, aguentar as calúnias, aguentar as fofocas, aguentar as intrigas, tudo isso nas mãos do Senhor será combustível para te transformar em algo muito melhor. Tenha paciência meu irmão, na hora certa Deus vai manifestar o seu braço forte em seu favor e você verá a vitória acontecer na sua vida.

Joio ou trigo?
Seja trigo na vida!
Seja semente de Deus na vida do próximo!
Seja rastro de Deus por onde você passar!
Amém!

Por Alex Ferreira
Catequista na cidade de Volta Redonda- Rio de Janeiro (RJ)

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Como explicar o Espírito Santo a uma criança? https://soucatequista.com.br/como-explicar-o-espirito-santo-a-uma-crianca/ https://soucatequista.com.br/como-explicar-o-espirito-santo-a-uma-crianca/#respond Mon, 17 Apr 2017 17:58:07 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=78676 Acreditamos em um único Deus, constituído por três Pessoas divinas.

Não é fácil entender que um único Deus possa ser três Pessoas divinas. Obviamente, Deus não é uma criatura como nós, e por isso nunca poderemos compreender a plenitude do seu ser. De qualquer maneira, Ele nos revelou que, sendo um único Deus, também é um Deus Pai, Deus Filho (Jesus Cristo) e Deus Espírito Santo.

Você já viu um trevo? São Patrício usava o exemplo do trevo para falar da Trindade: como uma só planta tem três folhas, da mesma maneira, existe um único Deus, mas com três Pessoas.

Esta imagem é útil também para aprender mais sobre a Trindade. Sabemos que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são todos Deus, mas que o Pai é diferente do Filho, que, por sua vez, é diferente do Espírito Santo.

O Espírito Santo deriva do amor do Pai e do Filho

O Espírito Santo é uma Pessoa de grande importância na Trindade. Todos os domingos, na Missa, recitamos as palavras do Credo: “Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado”.

O que significa dizer que o Espírito Santo “procede” do Pai e do Filho? Significa que o Espírito Santo deriva do amor do Pai e do Filho. Ele é o amor que existe entre o Pai e o Filho.

Pense nos seus pais. Sua mãe ama seu pai, e seu pai ama sua mãe. Desse amor derivam muitas coisas grandes, incluindo você!

Da mesma maneira, o Espírito Santo procede o Pai e do Filho e, sendo o amor entre eles, o Espírito Santo foi enviado para nos ajudar na Terra.

Na Confirmação, recebemos os dons do Espírito Santo: Ele estará conosco para nos ajudar durante a vida inteira!

Como fez com a Igreja na Bíblia, o Espírito Santo está com a Igreja também hoje, para nos guiar e confortar por meio de muitos dons.

Os 7 principais dons que o Espírito Santo nos oferece são: ciência, sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, piedade e temor de Deus. Temos a bênção de poder rezar ao Espírito Santo para lhe pedir estes dons, enquanto procuramos levar uma vida santa.

Quando recebemos o sacramento da Confirmação, somos abençoados pelo Espírito Santo de maneira especial. O Catecismo de Baltimore ensina que a Confirmação “é um sacramento por meio do qual recebemos o Espírito Santo, para nos convertermos em cristãos fortes e perfeitos, e soldados de Jesus” (n. 678).

Portanto, o Espírito Santo foi enviado a nós por Deus Pai e Deus Filho para estar conosco enquanto buscamos praticar as virtudes e resistir às tentações.

Podemos contar com Ele para receber os dons espirituais de que precisamos para perseverar, e podemos rezar-lhe muitas vezes ao dia, dizendo simplesmente: “Vinde, Espírito Santo!”.

Via: Aleteia

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Por que sempre há um crucifixo nos altares? https://soucatequista.com.br/por-que-sempre-ha-um-crucifixo-nos-altares/ https://soucatequista.com.br/por-que-sempre-ha-um-crucifixo-nos-altares/#respond Tue, 02 Feb 2016 10:41:06 +0000 http://www.soucatequista.com.br/?p=72529 PE. Henry Vargas Holgín
Aleteia

cruz

Uma pergunta que todo católico precisa saber responder

No centro da ação litúrgica da Igreja, está Cristo e seu mistério pascal. Portanto, a celebração litúrgica deve tornar evidente esta verdade teológica. E, desde quase sempre, o símbolo escolhido pela Igreja para a orientação do coração e da mente do cristão durante a missa ou a liturgia é a representação de Jesus crucificado.

O crucifixo é o principal elemento sobre o altar, porque a missa é o santo sacrifício, memorial da paixão, morte e ressurreição do Senhor.

Antigamente, a liturgia prescrevia o costume de que tanto o sacerdote quanto os fiéis se posicionassem na direção do crucifixo durante a missa. O crucifixo era colocado no centro do altar (que naquela época ficava ligado à parede).

Isso nos dá a entender a centralidade do crucifixo na celebração do culto divino, e era muito mais destacado no passado. De fato, a presença da cruz na celebração da missa está certificada desde o século V.

O crucifixo fica sobre o altar para recordar à assembleia e ao ministro celebrante que a vítima que se oferece sobre o altar é a mesma que se ofereceu na cruz.

Portanto, nunca podemos perder de vista que a missa é um sacrifício – aspecto este que pode se perder quando a celebração se converte em uma festa que só leva em consideração a ressurreição do Senhor, esquecendo-se do seu sacrifício expiatório.

Não podemos nos esquecer de que não há ressurreição sem cruz.

O crucifixo no centro do altar nos indica que o sacerdote celebra a missa frente a Deus, e não como um protagonista diante do povo. A cruz tira o protagonismo do padre e o dá a Cristo; assim, tanto fiéis como sacerdotes vivem a missa olhando para Deus.

A liturgia não é um diálogo entre sacerdote e assembleia. Sacerdote e povo não dirigem um ao outro sua oração, senão que, juntos, a dirigem ao único Senhor.

Olhar para o crucifixo é uma oportunidade para caminhar com o olhar dirigido a Jesus.

O crucifixo sempre deve estar sobre o altar, salvo duas exceções: quando o Santíssimo Sacramento é exposto na custódia e quando a crucificação é a imagem central da pintura ou retábulo atrás do altar.

Alguns poderiam dizer que a cruz no centro do altar não deve ser permitida, pois impede a visão dos fiéis. Mas, na verdade, a cruz sobre o altar não é um obstáculo, e sim um ponto de referência comum.

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Batismo do Senhor https://soucatequista.com.br/batismo-do-senhor/ https://soucatequista.com.br/batismo-do-senhor/#respond Sat, 02 Jan 2016 22:28:15 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=77748 batismo-do-senhorA Festa do Batismo do Senhor, celebrada no Domingo depois da Epifania encerra o ciclo das Festas da Manifestação do Senhor, o ciclo de Natal. Comemoramos o Batismo de Jesus por São João Batista nas águas do rio Jordão. Sem ter mancha alguma que purificar, Jesus quis submeter-se a esse rito tal como se submetera às demais observâncias legais que também não o obrigavam.

O Senhor desejou ser batizado, diz Santo Agostinho, “para proclamar com a sua humildade o que para nós era uma necessidade”. Com o batismo de Jesus, ficou preparado o Batismo cristão, diretamente instituído por Jesus Cristo e imposto por Ele como lei universal no dia da sua Ascensão: Todo poder me foi dado no céu e na terra, dirá o Senhor; ide, pois, ensinai a todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo (Mt 28, 18-19).

O dia em que fomos batizados foi o mais importante da nossa vida, pois nele recebemos a fé e a graça. Antes de recebermos o batismo, todos nós nos encontrávamos com a porta do Céu fechada e sem nenhuma possibilidade de dar o menor fruto sobrenatural.

Devemos agradecer a Deus a Graça do Batismo. Agradecer que nos tenha purificado a alma da mancha do pecado original, bem como de qualquer outro pecado que tivéssemos naquele momento. A água batismal significa e atualiza de um modo real o que é evocado pela água natural: a limpeza e a purificação de toda a mancha e impureza.

“Graças ao sacramento do Batismo tu te converteste em templo do Espírito Santo: não te passe pela cabeça – exorta São Leão Magno – afugentar com as tuas más ações um hóspede tão nobre, nem voltar a submeter-te à servidão do demônio, porque o teu preço é o sangue de Cristo.”

Na Igreja, ninguém é um cristão isolado. A partir do Batismo, o cristão passa a fazer parte de um povo, e a Igreja apresenta-se como a verdadeira família dos filhos de Deus. O batismo é a porta por onde se entra na Igreja.

“E na Igreja, precisamente pelo Batismo, somo todos chamados à santidade” (LG 11 e 42), cada um no seu próprio estado e condição. A chamada à santidade e a conseqüente exigência de santificação pessoal são universais: todos, sacerdotes e leigos, estamos chamados à santidade; e todos recebemos, com o batismo as primícias dessa vida espiritual que, por sua própria natureza, tende à plenitude. É importante lembrar o caráter sacramental do Batismo “um certo sinal espiritual e indelével” impresso na alma no momento (Dz, 852). É como um selo que exprime o domínio de Cristo sobre a alma do batizado. Cristo tomou posse da nossa alma no momento em que fomos batizados. Ele nos resgatou do pecado com a sua Paixão e Morte.

Com estas considerações é fácil compreender porque é de desejar que as crianças recebam logo o batismo. Desde cedo a Igreja pediu aos pais que batizassem os seus filhos quanto antes. É uma demonstração prática de fé. Não é um atentado contra a liberdade da criança, da mesma forma que não foi uma ofensa dar-lhe a vida natural, nem alimentá-la, limpá-la, curá-la, quando ela própria não podia pedir esses bens. Pelo contrário, a criança tem direito a receber essa graça. No Batismo está em jogo um bem infinitamente maior do que qualquer outro: a graça e a fé; talvez a salvação eterna. Só por ignorância e por uma fé adormecida se pode explicar que muitas crianças sejam privadas pelos seus próprios pais, já cristãos, do maior dom da sua vida.

Também nós fomos marcados pelo Espírito Santo. No batismo ele, derramou-se sobre nós. Fomos chamados a viver seguindo o Espírito. Isto significa um ato de fé na presença atuante do Espírito Santo em nós. Implica uma disponibilidade para deixar-se conduzir por ele a fim de realizar uma missão como a de Cristo.

Em virtude do batismo somos chamados a ser discípulos e missionários de Jesus Cristo. Como diz o Doc. de Aparecida nº 209: “Os fiéis leigos são os cristãos que estão incorporados a Cristo pelo batismo que formam o povo de Deus e participam das funções de Cristo: sacerdote, profeta e rei. Realizam, segundo a sua condição, a missão de todo o povo cristão na Igreja e no mundo. São homens da Igreja no coração do mundo e homens do mundo no coração da Igreja.”

“Enquanto batizado, o homem deve sentir-se enviado pela Igreja a todos os campos de atividade que constituem sua vocação e missão, para dar testemunho como discípulo e missionário de Jesus Cristo…” (nº 460 do Doc. de Aparecida).

Mons. José Maria Pereira

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