Primeira Comunhão – Sou Catequista https://soucatequista.com.br Milhares de Artigos dos mais variados temas da Igreja Católica para a sua Catequese, Cursos, Downloads e muito mais! Thu, 07 Jul 2022 12:00:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://soucatequista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/cropped-ico-1-32x32.png Primeira Comunhão – Sou Catequista https://soucatequista.com.br 32 32 O amor a Deus só é concreto quando amamos o próximo https://soucatequista.com.br/o-amor-a-deus-so-e-concreto-quando-amamos-o-proximo/ https://soucatequista.com.br/o-amor-a-deus-so-e-concreto-quando-amamos-o-proximo/#respond Thu, 07 Jul 2022 12:00:03 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=117155 O testemunho do amor que temos para com Deus se manifesta quando amamos nosso próximo

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento! Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22, 37-38).

Os saduceus estão questionando Jesus: “Qual é o maior mandamento?”. A pergunta tem um tom de ironia e malícia, porque eles querem colocar Jesus em dificuldade, pois, na visão dos mestres da lei judaica, “amar a Deus sobre todas as coisas” está acima de tudo, e quem faz isso já está no grau máximo da relação com Ele.

Jesus, por Sua vida e ministério, pelo amor às pessoas e o cuidado com o próximo, por estar ao lado dos desvalidos e pecadores, parece que não observa a lei judaica, faz caridade, ama o seu próximo e, no dia de sábado, salva almas e cura doentes. Será que Jesus conhece mesmo os mandamentos divinos? Por isso a pergunta é recheada de uma certa malícia: “Qual é o maior dos mandamentos?”.

Jesus, sem titubear, vai no ponto: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com a toda a tua alma, com todo o teu entendimento, mas só quem ama a Deus de todo o coração consegue amar o seu próximo como a si mesmo”.

O amor a Deus só é verdadeiro e concretizado quando amamos nosso próximo. Você olha para uma pessoa e diz: “Ela é toda de Deus!”. Por que ela é toda de Deus? Porque vive o tempo inteiro falando com Ele, vive o tempo inteiro em adoração, ora o tempo todo. Muito bom! Ela está buscando amar a Deus, mas ela só vai verdadeiramente amá-Lo quando esse amor for revestido de gestos, de verdade e sinceridade na pessoa do próximo.

O próximo é a concretude do amor que manifestamos a Deus. Passamos o tempo inteiro rezando, mas, depois das nossas orações, continuamos grossos, mal educados, fazendo distinção de pessoas, desprezando o pobre, o sofredor; e o próximo é só um próximo para nós. Não entendemos nada ou esse amor de Deus para nós não tem vida.

Nosso Deus é vivo, e eu O amo com todo o meu ser. Estou aos pés d’Ele, adorando, louvando, engrandecendo, porque Ele é tudo para mim, mas se eu O escuto, se meu coração está n’Ele e  tenho comunhão com Ele, o Senhor me leva a amar meu irmão com toda minha alma e todo o meu coração.

Não precisamos dizer para ninguém que amamos a Deus, o testemunho do amor que temos para com Ele se manifesta quando amamos o nosso irmão de todo nosso coração.

Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo
www.cancaonova.com

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Por que os católicos rezam para os santos? https://soucatequista.com.br/por-que-os-catolicos-rezam-para-os-santos/ https://soucatequista.com.br/por-que-os-catolicos-rezam-para-os-santos/#respond Thu, 30 Jun 2022 12:00:55 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=117161 A pergunta de nossa reflexão é uma pergunta bastante comum e uma dúvida bastante frequente. Em algum momento, já escutamos ou fizemos esta pergunta. Mas, antes de respondê-la, temos que dar um passo atrás e entender o que é a santidade e o que significa ser santo. Então, vamos lá!

O que é ser santo?

Papa Francisco nos deu uma bela explicação sobre a santidade na audiência do dia 19 de novembro de 2014. Vamos às palavras do Santo Padre:

“Na Carta aos Efésios, o apóstolo Paulo afirma que «Cristo amou à Igreja e se entregou por ela para a santificar» (Ef 5, 25-26). Eis que, verdadeiramente, a santidade é o rosto mais bonito da Igreja, o aspecto mais belo: é redescobrir-se em comunhão com Deus, na plenitude da sua vida e do seu amor. Então, compreende-se que a santidade não é uma prerrogativa só de alguns: é um dom oferecido a todos, sem excluir ninguém, e por isso constitui o cunho distintivo de cada cristão (…)

A santidade é algo maior, mais profundo, que Deus nos dá. Aliás, somos chamados a tornar-nos santos precisamente vivendo com amor e oferecendo o testemunho cristão nas ocupações diárias. E cada qual nas condições e situação de vida em que se encontra. Mas tu és consagrado, consagrada? Sê santo vivendo com alegria a tua entrega e o teu ministério. És casado? Sê santo amando e cuidando do teu marido, da tua esposa, como Cristo fez com a Igreja”.

A santidade é este chamado que Deus faz a todos a viver a plenitude do amor e dando testemunho deste amor aos irmãos, segundo a situação concreta de cada um. A santidade é a estreita união do homem com Deus, que é Santo por natureza. E os homens são santos na medida em que se aproximam de Deus. Então, podemos dizer que os santos são aqueles que chegaram a esta união profunda com Deus e deram testemunho em suas vidas do amor divino.

Os Santos são nossos amigos, nossos intercessores

Agora voltamos à nossa pergunta… Por que os católicos rezam para os santos? Nós, católicos, não acreditamos que os santos tenham ‘poderes especiais’ que competem com o poder de Deus. Simplesmente acreditamos que, quando morrem, estão junto a Cristo e, fazendo parte da Igreja Triunfante,  continuam a orar a Cristo por nós, que somos a Igreja Militante que caminha neste mundo rumo ao céu.

Portanto, pelo mistério da Igreja, estamos unidos como uma grande família. Os santos são nossos amigos e, assim como pedimos ajudar aos nossos amigos aqui neste mundo, quando estamos precisando de ajuda ou passando por algum momento difícil, podemos pedir ajuda aos nossos amigos que já estão no céu e intercedem por nós junto a Deus.

É importante deixar claro que é Deus quem faz as maravilhas em nossa vida e, como diz o Catecismo no numero 2683:

“Os santos não cessam de interceder a nosso favor diante do Pai, apresentando os méritos que na terra alcançaram, graças ao Mediador único entre Deus e os homens, Jesus Cristo (…). A nossa fraqueza é, assim, grandemente ajudada pela sua solicitude fraterna”.

Santa Terezinha do Menino Jesus, a quem celebramos neste mês de outubro, disse que passaria o seu céu fazendo o bem na terra. Esta frase nos anima e nos confirma que, assim como os santos passaram fazendo o bem na terra, como Cristo fez, no céu farão também o bem, intercedendo por nós.

Camila Vilas
https://www.a12.com/

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Encontro e Atividade para encerramento da catequese- Primeira Eucaristia https://soucatequista.com.br/encontro-e-atividade-para-encerramento-da-catequese-primeira-eucaristia/ https://soucatequista.com.br/encontro-e-atividade-para-encerramento-da-catequese-primeira-eucaristia/#comments Fri, 15 Nov 2019 11:08:04 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=77295 Vamos planejar a festa de encerramento deste ano? Como estão os preparativos? Tenho uma sugestão para este dia especial que marca o fim de mais uma etapa.
Gostei muito do encontro de encerramento do livro “A mesa do pão- Catequese com leitura Orante”. Podemos adaptá-lo para nossa catequese, já que este livro segue o método IVC com leitura Orante da Bíblia. É o último encontro da primeira etapa da Primeira Eucaristia. Se sua turma for da segunda etapa, você pode adaptar tranquilamente.
O planejamento a seguir foi retirado do livro:  Iniciação à Eucaristia, livro 1, Leomar A. Brustolin, editora Paulinas,  pag. 220 a 225.
Oração inicial
Pai santo, estamos no final desta etapa da catequese. Neste caminho conhecemos como tu és o Criador de tudo e que nos amas apesar de nossas infidelidades. Reconhecemos que Jesus Cristo foi enviado para abrir-nos os olhos  e o coração para o amor; Obrigado, Pai santo, obrigado por Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém
Motivação
 Chegamos ao fim desta etapa da catequese. Começamos vendo como Deus criou tudo por amor, mas o ser humano quebrou o pacto com Deus. Para refazer a aliança, o Pai enviou seu filho Jesus. Nos encontros, refletimos o nascimento, a vida, a morte e a ressurreição de Jesus. Depois, vimos como o Antigo Testamento todo aponta para Jesus. De Abraão até os profetas há uma história marcada por alegrias e tristezas, de santos e pecadores que trilharam o caminho do Povo de Deus. Também somos parte desta família. Em nossa vida, no dia a dia, Deus continua a caminhar conosco. De todo o tempo da catequese, qual a passagem da Bíblia que mais lhe chamou a atenção e por quê?
Leitura orante: Jo 15,4-5
“Eu sou a videira e vocês os ramos”
Fazer a reconstrução do texto
a) A quem devemos estar unidos?
b) O que acontece com o ramo que não fica unido à videira?
c)Se Jesus é a videira,  quem somos nós?
d) o que acontece com quem fica unido a Jesus?
e) Sem Jesus, o que podemos fazer?
Destacar frases importantes.
(*Refletir sobre a passagem Bíblica)
Atividade
Cada catequizando receberá um balão e uma folha de papel. Para preparar a festa de encerramento, vamos escrever nos papéis o que aprendemos da Bíblia  na catequese deste ano. Colar com fita adesiva nos balões. Pendurar os balões na sala da festa. Isto servirá para fazer uma revisão do que foi visto na caminhada e também para celebrar o ano. Sobre a mesa da catequese colocar alimentos e bebidas para ser partilhados. Fazer uma festa de encerramento. Antes de iniciar a festa, fazer uma oração.
 Oração final
Vamos concluir nossos encontros com uma bênção. Ela foi tirada do Antigo testamento, do Livro dos Números. É chamada benção de Aarão, o irmão de Moisés. Para fazer esta bênção, cada um de nós colocará seu braço direito sobre o ombro esquerdo do colega ao lado e assim formaremos um círculo, uma corrente de união. Depois todos juntos pronunciamos a oração.
Deus te abençoe e te guarde!
Amém!
Ele te mostre s sua face e se compadeça de ti.
Amém!
Volva para ti o seu olhar e te dê a paz!
Amém.
Por Cris Menezes
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Condições espirituais necessárias para receber a Eucaristia https://soucatequista.com.br/condicoes-espirituais-necessarias-para-receber-a-eucaristia/ https://soucatequista.com.br/condicoes-espirituais-necessarias-para-receber-a-eucaristia/#respond Mon, 11 Nov 2019 13:20:44 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=78402 Muitos, antes de receberem a Eucaristia, já se perguntaram: “Tenho eu as condições espirituais necessárias para receber a Eucaristia?”. Ao nos aproximarmos para receber a Santa Comunhão, é necessário que haja, em nossa alma, uma pré-disposição interior para tal graça a ser acolhida em nosso interior. O Concílio Ecumênico de Trento prescreve que a Eucaristia seja proposta aos fiéis “como antídoto, que nos liberta das culpas cotidianas e nos preserva dos pecados mortais”.

Todo antídoto tem por finalidade combater algum tipo de veneno mortal. Na vida cristã, o veneno que pode nos fazer morrer espiritualmente é o pecado. Portanto, cada um deve examinar a si mesmo, sua vida e consciência, acerca dos pecados cometidos e verificar se não há pecados graves que necessitem ser confessados. Caso não haja a oportunidade de confessar-se, desde que haja um motivo grave para tal, deve-se fazer um ato de contrição, que inclua o propósito de confessar-se o quanto antes.

Ao aproximar-se da sagrada mesa eucarística, é necessário que o fiel tenha consciência e discernimento pleno do seu ato. Não é raro pessoas comungarem sem as devidas condições espirituais. Em todo caso, que cada um examine a si mesmo.

A comunhão eucarística é para os pecadores, já que os santos não precisam comungar por estarem na plenitude da graça. No entanto, mesmo a Eucaristia tendo como destinatário pessoas pecadoras, é preciso que haja o discernimento necessário para recebê-la ativa, consciente e frutuosamente.

Hoje, vivemos em uma sociedade religiosa dos extremos! Para algumas pessoas, nada mais é pecado. Tudo está liberado! Tudo é permitido! Há ainda um outro grupo de pessoas que consideram tudo pecado. São dois extremos perigosos. É preciso o justo equilíbrio.

Uma das maneiras de demonstrarmos reverência à Sagrada Eucaristia é nos aproximarmos para recebê-la em estado de graça, livres de todos os pecados mortais.

Dentre as inúmeras condições espirituais necessárias para receber a Eucaristia, a nossa reverência e como nos aproximamos da santa comunhão também se revestem de outras atitudes, como o modo que nos vestimos, nosso caminhar, nossa participação ativa e consciente nos ritos litúrgicos do Sacrifício da Missa.

Importante também é o fiel, após comungar, fazer a sua ação de graças no momento propício, que é o silêncio após o canto de comunhão. Aquele momento não é apenas um espaço isolado dentro da liturgia eucarística, mas sim um tempo oportuno que convida à intimidade com o Senhor Jesus Cristo, que em nós faz sua morada.

Ao celebrarmos bem cada momento da liturgia do Santo Sacrifício da Missa, estaremos, desde o seu início, preparando-nos adequadamente para receber a comunhão eucarística com todos os frutos espirituais que em nós deseja se realizar plenamente.

Por Canção Nova

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O Perdão e o amor de Deus https://soucatequista.com.br/o-perdao-e-o-amor-de-deus/ https://soucatequista.com.br/o-perdao-e-o-amor-de-deus/#respond Tue, 18 Dec 2018 11:32:18 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=85349 Esse encontro é ideal para crianças entre 9 a 12 anos.

Trabalhe o Evangelho em duas partes procurando envolver as crianças para que elas possam perceber a mensagem de Jesus dinamizando o seu encontro.

Primeira Parte: O Perdão (primeiro encontro sobre o tema)

Depois da Acolhida, comece contando uma história:

Era uma vez um garoto chamado Lucas que tinha uma gatinha chamada Mimi.
Mimi teve seis gatinhos lindos e cuidava deles com todo carinho, amamentava e protegia todos eles. Mas quando ficaram maiores, o mais levado deles saiu de perto de Mimi e aventurou-se pelo jardim. Quando Mimi percebeu que um de seus filhotes havia se distanciado, ela ficou com muito medo que ele se perdesse. Então recolheu os outros para a caixinha que Lucas havia preparado para eles, e saiu procurando por aquele extraviado.
Lucas ficou observando tudo e cuidando para que nenhum outro se perdesse. Quando Mimi encontrou o gatinho fujão, voltou com ele toda feliz, e fez a maior festa com Lucas, porque estava alegre de ter seus filhotes todos juntos novamente.

Questione a turma sobre o que entenderam da história:

– Quem era Mimi? – Quantos filhotes tinha? – Alguém tem uma gatinha como a Mimi?
– Já viram uma gatinha ou cachorrinha com filhotes? – O que fazem para protegê-los?
– O que aconteceu com Mimi? – Por que o filhote fugiu? – O que ela fez?
– Quando encontrou o filhote o que fez? – Ela devia ter brigado com ele? – Devia ter deixado ele sozinho?
– Porque ela o levou de volta? – Como Mimi se sentiu? – Como o filhote se sentiu?
Vendo que compreenderam bem a história, passe a inseri-los na história
– Alguém de vocês já foi longe de seus pais? – O que aconteceu? – Como se sentiu?
No caso de alguém ter se perdido dos pais, perguntar: – Eles o procuraram? O que aconteceu quando o encontraram? – O que você sentiu?

Caso os pais tenham brigado ou colocado a criança de castigo, perguntar: – O que você gostaria que seus pais tivessem feito?
Depois de perceber que todos estão inseridos nessa realidade, peça a dois deles que leiam o evangelho (apenas a primeira parte).

O primeiro vai ler Lucas 15,4-6 – quando terminar a leitura, peça para os outros dizerem com as próprias palavras o que entenderam. Só prossiga depois que perceber que todos entenderam a mensagem.

Em seguida outro vai ler Lucas 15,7-9. Novamente pergunte o que entenderam e certifique-se de que estão mesmo percebendo o sentido do evangelho.

Peça a eles que relacionem as duas histórias do evangelho com o que haviam conversado antes. Certamente, se eles conseguirem fazer essa relação, terão compreendido o sentido do perdão de Deus.

O ideal será deixar em suspense a última parte desse evangelho, dizendo a eles que no próximo encontro você vai lhes contar a história de um filho que fugiu de casa. Isso vai deixá-los curiosos e ansiosos por saber da história.

Segunda Parte: O amor (segundo encontro sobre o tema)

Inicie o encontro fazendo uma retrospectiva do encontro anterior, deixando que eles falem sobre o que se lembram e o que aquelas histórias do evangelho representaram para eles.

Diga a eles que essa história não terminou, e vá narrando Lucas 15,11-24, mas fazendo uma leitura interpretativa, de modo a prender as atenções . Ao terminar, novamente pergunte o que entenderam, e peça para relacionar essa história com o encontro anterior. Depois de ter certeza de que compreenderam bem. Diga-lhes que a história não terminou ainda e peça a eles que digam como a história vai terminar.

Depois que todos tiverem falado, leia para eles Lucas 15,25-32.

Ao terminar, questione sobre o que aconteceu ai. Porque o irmão mais velho ficou aborrecido?

Esse irmão tinha razão? – O que o Pai lhe disse? O que vocês pensam da atitude desse pai?

Novamente coloque os catequizandos no lugar de protagonistas, e pergunte: – Alguma vez vocês ficaram aborrecidos pensando que o pai ou a mãe estava protegendo mais o seu irmão ou irmã? – O que vocês fizeram? – O que seus pais disseram a vocês? – Qual foi a consequência de vocês agirem dessa forma? Se vocês estivessem no lugar do seu irmão ou irmã, como gostariam que seus pais agissem com vocês? Vocês entendem o perdão como um gesto de amor?

Para encerrar diga-lhes que quem contou essas histórias foi Jesus, e leia os primeiros versículos – Lc 15,1-3, chame a atenção para o fato de Jesus estar falando aos fariseus, que se achavam melhor que os publicanos e pecadores, e que na história que acabaram de ouvir, o Pai é Deus, e os filhos somos nós. Assim, Jesus quer mostrar aos judeus que eles estão perdendo a chance de partilhar o grande amor que Deus tem por todos, e serem felizes.

Conclua o encontro pedindo que cada um faça um propósito para a semana, que deve ser escrito no diário.

Via Blog da Catequese

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Confissão sacramental: não é preciso fazer “detalhamentos angustiados” https://soucatequista.com.br/confissao-sacramental-nao-e-preciso-fazer-detalhamentos-angustiados/ https://soucatequista.com.br/confissao-sacramental-nao-e-preciso-fazer-detalhamentos-angustiados/#respond Tue, 04 Sep 2018 11:00:26 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=84641 O Pe. José Eduardo de Oliveira se tornou especialmente conhecido no Brasil após defender com brilhantismo a vida do nascituro na audiência pública do Supremo Tribunal Federal a respeito da descriminalização do aborto no país.

Nesta semana, abordando outro assunto de grande relevância espiritual, o sacerdote publicou uma esclarecedora postagem em seu Facebook sobre o “funcionamento” da absolvição sacramental.

O padre explica não é preciso angustiar-se com um detalhamento exaustivo e exagerado na hora de se confessar, com medo de não ser absolvido caso algum pecado seja esquecido ou não seja descrito minuciosamente. Calma: não é assim que “funciona” a misericórdia de Deus. Deus é muito mais simples e generoso do que isso!

A tendência a supervalorizar e exagerar o peso de cada mínimo deslize pessoal com medo do castigo divino é uma doença espiritual chamada escrupulosidade. Pela relevância do assunto, que deixa algumas pessoas angustiadas e com dúvidas, republicamos a seguir o texto postado pelo pe. José Eduardo:

A IGNORÂNCIA SOBRE O MODO DE ATUAR DA ABSOLVIÇÃO SACRAMENTAL

Há em circulação certa glamourização de uma delicadeza de consciência encenada, mais fruto da mania de minúcias que de uma reta compreensão doutrinal das devidas disposições do penitente.

Segundo o Catecismo de São Pio X (preste-se atenção à citação): “Quais sa?o os efeitos do Sacramento da Penite?ncia? O Sacramento da Penite?ncia confere a grac?a santificante, pela qual sa?o perdoados os pecados mortais e tambe?m os veniais que se confessaram com sincero arrependimento” (n. 691).

No imaginário do pseudo-escrupuloso existe a necessidade nervosa de uma confissão exaustiva dos pecados, para além da espécie e do número (ou seja, ele tem a necessidade psicológica de contar cada falta detalhadamente para sentir-se aliviado), como se a absolvição fosse conferida individualmente a cada idem do check-list apresentado, como se dependesse mais disso que do poder sacramental mesmo.

Na resposta de São Pio X fica claro que o efeito principal da absolvição sacramental é conferir a graça santificante perdida pelos pecados mortais ou danificada pelos pecados veniais e é mediante a graça santificante que são perdoados os pecados, não o contrário.

A força dessa infusão da graça é tão exuberante que São Pio X afirma: “quem deixou de confessar por esquecimento um pecado mortal, ou uma circunsta?ncia necessa?ria, fez uma boa confissa?o, desde que tenha empregado a devida dilige?ncia no exame de conscie?ncia” (n. 754), embora com a ressalva de que, “se um pecado mortal esquecido na confissa?o volta depois a? lembranc?a, somos obrigados, sem du?vida, a acusa?-lo na primeira vez que nos confessarmos novamente” (n. 755).

Algumas pessoas, movidas por pura ignorância, querem repetir confissões inteiras por sentirem que as mesmas são invalidadas por causa de um esquecimento.

São Tomás mesmo explica que quem confessa todos os pecados que tem na memória e, de maneira geral, aqueles que sinceramente se esqueceu não está procedendo dissimuladamente, mas com toda a simplicidade, e, deste modo, alcança o perdão (cf. Suma Teológica, Suplemento, q. 10, a. 5, sed contra), de modo que não há cabimento para considerar como dissimulação aquilo que é apenas um involuntário esquecimento.

Se entendemos bem aquilo que escrevi ontem, ou seja, que os pecados se confessam pela espécie e pelo número, e que se devem confessar integralmente aqueles de que se tenha lembrança, não há dúvida de que a graça divina é comunicada pela absolvição sacramental e, portanto, que se recebe validamente o perdão divino dos pecados por força da absolvição mesma.

Quando acentuamos a tônica mais na confissão, e nessa abusivamente detalhada, que na absolvição decaímos em certa tendência protestante, que considera esta última apenas como uma mera declaração de que os pecados confessados são perdoados (cf. Concílio de Trento, Cânones sobre o sacramento da penitência, c. 9) e não como causa instrumental para a infusão da graça.

Em resumo, não quero aqui retirar importância da integridade da confissão, quero apenas mostrar que certa impressão de escrupulosidade é tão somente falta de Catecismo! Para ser íntegra, a confissão precisa ser clara, completa, concisa e concreta: ir direto à espécie do pecado e ao seu número, sem precisar descer a detalhamentos angustiados e a histórias intermináveis.

Assim como um promotor de justiça acusa o réu apenas da espécie do crime, nós devemos sobriamente nos acusar ao sacerdote de nossos pecados. Isto é resultado de uma fé doutrinalmente formada acerca da natureza da absolvição. O que passa disso é ignorância disfarçada de requinte de informação e daí sobra teologia moral mal aprendida e falta o velho e bom catecismo da doutrina cristã.

Por Pe. José Eduardo de Oliveira, via Facebook

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A Eucaristia e a comunidade do Catequizando https://soucatequista.com.br/a-eucaristia-e-a-comunidade-do-catequizando/ https://soucatequista.com.br/a-eucaristia-e-a-comunidade-do-catequizando/#respond Mon, 03 Sep 2018 11:00:53 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=84524 Uma questão que tem rendido desencontros em nossas comunidades está ligada ao local onde a celebração da Primeira Eucaristia deve acontecer. Alguns, simplesmente por questão de status, querem a matriz ou a igreja “mais bonita”; outros defendem a idéia de uma cerimônia reservada, em um local neutro, longe das pessoas que freqüentam normalmente a vida litúrgica da comunidade; outros, ainda, têm boas razões para querer que a celebração aconteça na própria comunidade onde moram as crianças, seja na igreja ou capela, se houver, ou no local onde os membros da comunidade normalmente se reúnem para as suas liturgias.

As duas primeiras posições parecem contrariar, na essência, o que a celebração significa e realiza! A última alternativa aponta para a opção melhor e mais coerente. O templo, ou local do encontro dos irmãos na fé, é um referencial e um sinal sagrado da vida comunitária, seja uma igreja matriz, uma capelinha do bairro ou mesmo um salão. Na verdade, o local é muito mais que “um local”. Seu sentido simbólico transcende qualquer outro atributo, seja estético ou prático, isto é, a beleza do local não é o mais importante para uma comunidade, e sim o quanto, ali, os membros daquela comunidade vivem sua fé e a alimentam, na oração e na unidade. Ele representa a caminhada das pessoas que nela se reúnem e rezam, é ponto de chegada e de partida das mais diversas experiências de fé e de escuta da Palavra, é sede de decisões e de iniciativas em favor do bem comum… E é, sem dúvida nenhuma, o local privilegiado para se realizar a celebração da Primeira Eucaristia, se nele os catequizandos já participaram e participarão de muitas outras celebrações litúrgicas. Status e aparências contradizem o sentido da própria Eucaristia!

Se os catequizandos e familiares estão inseridos na vida de uma comunidade, é mais do que necessário e significativo que esses irmãos na vivência eucarística participem, acolham, apóiem, se entusiasmem e vibrem de satisfação, unindo-se às alegrias dos que são introduzidos na comunhão plena da Igreja. Desse modo, além de ajudar na realização da festa eucarística, toda a comunidade se comprometerá em ser exemplo e incentivo para que os catequizandos continuem perseverantes na participação das celebrações e da vida em comunidade.

Por Pe. Vanildo Paiva – Especialista em Catequese e Liturgia (Via Catequese Hoje)

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Bíblia, A palavra de Deus https://soucatequista.com.br/biblia-a-palavra-de-deus/ https://soucatequista.com.br/biblia-a-palavra-de-deus/#comments Fri, 29 Jun 2018 11:00:13 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=83484 ACOLHIDA: recebe sempre os catequizando sempre com um sorriso no rosto e se for possível cantar alguma música que tenha o tema do encontro ou algum que tenha haver com o tema bíblia.

MOTIVAÇÃO:Lembra as crianças do tema do ultimo encontro.

Veremos o que Deus fez para as pessoas são sofram. Para isso, vamos conhecer um livro muito importante que conta toda a história de um povo. E pergunta as crianças se elas sabem que povo é esse.

COLOCAÇÃO DO TEMA (ILUMINAR);

A palavra BÍBLIA vem da língua dos gregos e quer dizer “coleção de livros” ou “biblioteca“.

A Bíblia é a PALAVRA DE DEUS, porque através dela Deus fala a seu povo.

A Bíblia é o livro mais lido no mundo inteiro, e já é o livro mais traduzido para todas as línguas oficiais e em inúmeros dialetos, e os mais falados.

A Bíblia mostra a história do povo que foi escolhido por Deus para ser o povo eleito.

A Bíblia ajuda o povo a viver conforme o desejo de Deus. e é através da bíblia que Deus ensina e orienta o seu povo (que também somos nós) para continuar a lutar e a viver sem nunca desanimar.

A BÍBLIA SE DIVIDE EM DUAS GRANDE PARTES:

O ANTIGO TESTAMENTO & o NOVO TESTAMENTO

Essas partes correspondem ás dias grandes etapas dada história do povo de deus; A ANTIGA ALIANÇA;

ANTIGO TESTAMENTO: Foi escrito antes da chegada de Jesus. É formada por 46 livros, Gêneses, Êxodo, Leviticos, e muitos outros.

O NOVO TESTAMENTO; Foi escrito depois da chegada de Jesus. É formado por 27 livros; São eles, evangelhos, cartas dos atos dos apóstolos, e o apocalipse.

Os 73 livros que formam a bíblia são divididos em capitulos e em versiculos ( mostrar oas catequisando como se encontram os capitulos e os versiculos na bíblia ).

A bíblia não foi escrita de uma única vez mais foi escrita aos poucos e por muitas pessoas.

PISTA PARA CONVERSAR COM OS CATEQUIZANDO SOBRE A BÍBLIA:

A) porque lemos a Bíblia?

B) é correto ler a Bíblia e refletimos sobre o que foi lido?

AÇÃO ( AGIR E TRANSFORMAÇÃO )

Os catequizandos com a ajuda dos catequistas, refletirão um texto bíblico, sentindo o que Deus nos fala sobre a fraternidade humana, da justiça, de perdão, diversão e principalmente de amor aos pobres?

Procure sentir que quando colocamos a Bíblia em nossa vida, somos mais felizes, porque a nossa vida se torna mais diferente cada um explica a sua maneira de ver o mundo com sua próprias palavras?

ATIVIDADES:

Elaborar a escolha do catequista.

ATIVIDADE EXTRA:

1) A Bíblia se divide em duas grandes partes parte que são ____________________________ e o ________________________________________

O antigo testamento tem ________________________________ e o novo testamento tem _____________________________________________

2) Procurar 10 citações bíblicas a escolha do catequista.

Por Catequese Católica

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Confira a dinâmica sobre a parábola do semeador https://soucatequista.com.br/a-parabola-do-semeador-2/ https://soucatequista.com.br/a-parabola-do-semeador-2/#respond Fri, 15 Jun 2018 15:00:08 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=83489 Para saber mais, leia: Marcos 4,1-20; Mateus 13,1-23; Lucas 8, 4-15

Versículo bíblico: “Eis que o Semeador saiu a semear” (base em Mateus 13,3)

Ampliar a figura de algumas sementes e dentro delas colocar o versículo-chave, fixar quando começar a narrar a Parábola.

Fixar também a imagem relacionada ao tema.

Saudar as crianças e iniciar os encontros sempre com o sinal da cruz e oração.

O catequista, que é o semeador, deve conhecer o tema que aplica, saber como irá lançar a semente e conhecer também o solo onde irá semear, que é o catequizando.
Palavra chave do encontro: SEMENTE, no decorrer do encontro dizer : “Eu semeio a Palavra de Deus!

Objetivos:
Mostrar as crianças que a palavra de Deus que aprendemos na catequese pode dar frutos e resultar em mudanças em nossa vida, mas para isso temos que ser “terra boa”, termos um coração aberto onde Deus possa plantar Sua semente para que ela venha crescer e frutificar numa vida de santidade.

Que as crianças aprendam a ter um coração preparado para receber a Palavra de Deus, que é a semente.

Aprender que a semente da Palavra de Deus pode crescer em nossas vidas, quando lemos suas narrativas, guardando-as e obedecendo à Deus.

Ensinar as crianças como a Palavra de Deus pode ou não crescer e dar frutos em nossas vidas, pois a semente, que é a Palavra , é uma só… o diferencial está onde ela é lançada ou plantada.

Levar as crianças a compreenderem a parábola do semeador com todos os seus elementos.

Para dar vida a história:
1. O catequista pode encapar latinhas, pregar um coração do lado de fora com o nome do tipo de solo que há na latinha (que representa o coração) e dentro destas latinhas colocar um tipo de plantinha, que é o resultado do coração do ser humano que recebe a mesma semente, a da Palavra.
2. Prepare uma caixa de areia e no centro dela coloque terra batida(pode ser barro) para fazer um caminho.
Espalhar sobre a areia diversos tipos de objetos que representem os diferentes tipos de solo, por exemplo, pedras em um canto, espinhos no outro e em outro cantinho terra fértil.

Um semeador: boneco de dedo.
Dentro de outra caixa para usar à medida em que narrar a história reserve:
* Algumas sementes num potinho
* Um ou mais passarinhos (costumamos encontrá-los em lojas que vendem arranjos),
* Algumas “mudas de plantas” bem pequeninas para representar as plantas das sementes que germinaram, por exemplo, a que deu frutos pode ser representada por uma pimenteira de enfeite bem pequena, a que cresceu nos espinhos por um cacto, a que caiu nas pedras, por uma plantinha seca.

Coloque as crianças em semi-circulo e deixar o cenário – a caixa de areia- numa altura mais baixa que a das carteiras para que todos possam ver.

História
(mostrar imagem de Jesus no barco pregando às multidões)

Certo dia, Jesus saiu e pôs-se novamente a ensinar, à beira mar, e aglomerou-se junto dele uma imensa multidão.
Vocês sabem o que Jesus fez?(Ouvir as respostas)

Ele teve que entrar numa barca, no mar, para que assim toda a multidão que ficou em terra na praia, pudesse vê-lo. Disse Jesus:
Um homem saiu a semear… Vocês sabem a profissão de quem semeia?(Ouvir as respostas)

Sim! Semeador.
Agora já sabem qual a parábola que vamos contar à vocês? (Ouvir as respostas)

A Parábola do Semeador, prestem bastante atenção nos ensinamentos que Jesus nos deu através desta Parábola, valem para toda nossa vida e em especial para nossa vida hoje!!!
Jesus ao contar a história narrou o que aconteceu quando o homem estava a semear (espalhar) as sementes na terra.
Saiu o semeador a semear. (pegar as sementes numa das mãos e ir semeando nos diversos lugares na caixa de areia onde foram colocados todo tipo de solo, à medida em que for narrando a história)

Enquanto lançava a semente, uma parte caiu à beira do caminho.
Vocês sabem o que aconteceu com estas sementes? (Ouvir as respostas)

Sim! Elas foram pisadas, e como estavam a beira do caminho, bem visíveis, logo vieram as aves do céu e as comeram.
E a outra parte das sementes, vocês se lembram onde elas caíram? (Ouvir as respostas)

Sim! A outra parte caiu no pedregulho, onde não havia muita terra.
Algum de vocês pode dizer o que aconteceu com estas sementes? (Ouvir as respostas)

Sim! Os grãos das sementes germinaram logo, porque a terra não era profunda; mas assim que o sol despontou, elas se queimaram e, como não tinham raiz, por falta de umidade , secaram.
E a outra parte das sementes, onde foi que elas caíram? (ouvir as respostas)

Sim! Elas caíram entre os espinhos.
E o que aconteceu? (Ouvir as respostas)

Sim! Os espinhos cresceram com elas, e as sufocaram e o grão não deu fruto.
Já a outra parte das sementes, caiu em terra boa. Vocês sabem o que aconteceu com elas? (Ouvir as respostas)

Sim! Elas deram frutos,pois cresceram e se desenvolveram; um grão rendeu trinta, outro sessenta e outro cem.
Dito isto Jesus acrescentou exaltando a voz: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!
Vocês sabem o que Jesus quis dizer com esta frase? (Ouvir as respostas)

Ele convida seus ouvintes a prestar atenção para compreender esta parábola, que não sendo explicada exige certa reflexão.
E os que ouviram Jesus compreenderam a parábola? (Ouvir as respostas)

Não! Quando Jesus acabou de falar, os Seus discípulos se aproximaram DELE e perguntaram o que significava esta parábola.
Jesus perguntou-lhes: Não entendeis esta parábola? Como entendereis então as outras?
Mas, Jesus lhes disse:”Ouvi, pois, o sentido da parábola do semeador
Jesus declarou que o homem da parábola “saiu a semear”. Ele não escolhia o lugar, simplesmente espalhava a semente.
Vocês sabem que semente era esta da qual Jesus falava?(Ouvir as respostas)

Sim! A semente é a Palavra de Deus e Seus ensinamentos.
E quem é o semeador? (Ouvir as respostas)

Sim! Somos nós, pois o semeador é aquele que semeia os ensinamentos de Deus contidos em Sua Palavra, na Sagrada Escritura.
Você é um semeador do Reino de Deus? (Ouvir as respostas)

A semente deve ser lançada no solo e a Palavra de Deus em que solo ela é lançada?(Ouvir as respostas)

Sim! A semente da Palavra de Deus é lançada no solo do nosso coração!
De quantos tipos de solos fala esta Parábola? Vocês se lembram? (Ouvir as respostas)

Sim! De quatro tipos de solos.
E Jesus nos fala o que acontece com esta semente quando é lançada em cada um destes solos. Também Ele quer nos contar o que acontece com Sua Palavra quando cai nos diferentes tipos de corações dos homens, que existem diante D’Ele.
Vocês sabem o que Ele falou sobre as sementes que caem à beira do caminho? (Ouvir as respostas)

Sim! Jesus nos diz: “E quando um homem ouve a palavra do Reino e não a entende, o Maligno vem e arranca o que foi semeado no seu coração. Este é aquele que recebeu a semente à beira do caminho”.
Vocês entenderam o que Jesus falou? (Ouvir as respostas)

Sim! Que alguns corações são como o solo de beira de estrada, duro, impermeável. Estes são os corações das pessoas que não são abertas a transformação que a Palavra de Deus pode fazer em suas vidas. Logo, elas a desprezam e não permitem que esta semente entre em seus corações.
E o que Jesus falou sobre as que caem em solo cheio de pedras? (Ouvir as respostas)
Sim! Jesus nos diz: Outros recebem a semente em lugares pedregosos; quando a ouvem, recebem-na com alegria; mas não tem raiz em si, são inconstantes, e assim que sobrevêm uma tribulação ou uma perseguição por causa da palavra, logo encontram uma ocasião de queda.
E agora entenderam o que Jesus quis nos dizer? (ouvir as respostas)

Sim! Sabemos que as raízes das plantas, no solo pedregoso, nunca se aprofundam e como as raízes não se desenvolvem, se vier uma seca ou vento forte, logo a planta murcha e morre. Não é verdade? (Ouvir as respostas)… Assim acontece com os corações dos cristãos, eles precisam desenvolver suas raízes por meio de fé em Jesus Cristo e do estudo cada vez mais profundo, da Palavra… mas, alguns basta chegar uma pequena tribulação, logo murcham e desistindo de tudo acabando morrendo.
E das sementes que caem entre os espinhos, alguém sabe me dizer o que Jesus falou sobre estas? (Ouvir as respostas)

Sim! Jesus nos diz que: Outros ainda recebem a semente entre os espinhos; estes ouvem bem a palavra, mas nele os cuidados do mundo e a sedução das riquezas a sufocam e a tornam infrutuosa.
O que Jesus quis nos dizer agora? (Ouvir as respostas)

Sim! Quando permitimos que ervas daninhas cresçam junto com a semente pura, nenhum fruto pode ser produzido.
Vocês sabem porque? (Ouvir as respostas)

Sim! Porque os espinhos (as ervas daninhas) disputam a água, a luz solar e os nutrientes da boa planta e como resultado desta disputa os espinhos (ervas daninhas) acabam por sufocar a boa planta.

É triste, mas há cristãos que possuem este tipo de coração onde há uma grande tentação de permitir que interesses mundanos dominem tanto a vida deles que não lhes resta energia para dedicar ao crescimento do evangelho em suas vidas.
E das sementes que caem em terra boa, quem sabe me dizer o que Jesus falou delas? (Ouvir as respostas)

Sim! Jesus nos falou que: Aqueles que recebem a semente em terra boa escutam a palavra e a compreende, e dão fruto, trinta, sessenta e cem por um.
O que Jesus quis nos dizer com isto?(Ouvir as respostas)

Sim! Ele quis nos dizer que estes corações que produzem frutos e dão colheitas são os que escutam atentamente a Palavra de Deus e a acolhem, levando estes corações a cumprirem o propósito de Deus em suas vidas.
Quais são os frutos produzidos? (Ouvir as respostas)

Sim! O fruto produzido é o da vida transformada, o do arrependimento, o fruto de lábios que confessam o Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Mas, Jesus nos disse que estes corações produzem frutos e dão colheitas, de que forma os corações podem frutificar tanto? (Ouvir as respostas)

Sim! Os corações dão colheitas através da prática constante dos bons motivos, bons desejos, boas atitudes, boas disposições, das nossas boas palavras, dos nossos bons atos, que partem sempre da fé, em harmonia com a lei de Deus, e realizados para a Sua glória.
Vocês sabem qual é o propósito de Deus em nossas vidas? (Ouvir as respostas)
Sim! Que sejamos “conformes à imagem do Seu Filho”.

Qual dos solos descreve sua atitude para com Jesus e a Sua Palavra? Que tipo de coração é o seu? (Ouvir as respostas)

Além do solo bom, o que mais a semente precisa para crescer? (Ouvir as respostas)
Sim! Assim como a semente precisa do sol, nós também precisamos estar sempre buscando o Sol da Vida que é Jesus Eucarístico… a semente precisa também de ser regada cada dia, nós também precisamos estar sempre unidos à Deus em oração. Assim a semente (Palavra de Deus) plantada em nós crescerá a cada dia… e se tornará uma linda árvore, que irá florescer e dar muitos frutos e grandes colheitas.

Finalizando:

Nós aprendemos hoje que o semeador é aquele que espalha as sementes, e apenas isso. Ele não precisa se preocupar com o preparo, o cultivo da terra ou da plantação. Depois da semente lançada, a sua responsabilidade termina e então,o agricultor entra em ação. O lavrador que cuidará da planta é o nosso Deus (João 15,1).

Todo cristão tem a responsabilidade de espalhar “semente”.

O bom semeador do evangelho, é aquele que além de ler, estuda e conhece a Palavra de Deus, a boa semente; e então a semeia, temos como missão espalhar sempre esta boa semente.

Vamos pedir hoje mesmo que Jesus nos dê um coração pronto para ouvir e praticar a mensagem que Ele nos deu em Sua Palavra. Jesus deseja que tenhamos um coração sempre pronto a ouvir e atender ao que Ele diz.

O catequista poderá encerrar a história da Parábola do Semeador, deixando uns instantes para que as crianças façam suas orações pessoais e espontâneas. Caso queira poderá dar um cartão de oração onde elas poderão escrever seu pedido ou agradecimento e colocar na sacola(caixa) especial, que será apresentada a Deus no momento do ofertório – Santa Missa.

Atividades
1. Você poderá entregar a história do Semeador para elas colorirem e fazerem a narração da história bíblica.
2. Sementes de girassol, cola branca, desenho de girassol e giz de cera para fazer o solo, a raiz, as folhas, galhos e o sol.
Peça as crianças que colem as sementes na flor (centro) e explique que antes dela se tornar esta bela flor, o girassol era uma destas pequeninas sementes, que plantada no solo bom, foi regada e cresceu procurando sempre a luz do sol, e assim transformou-se numa linda e exuberante flor, cheia de frutos, que são as novas e inúmeras sementes, dando assim uma grande colheita.

Assim acontece conosco, quando a semente da Palavra de Deus é plantada em nosso coração, se rezamos e procuramos aprofundar em Sua Palavra, permanecemos enraizados em Cristo, e se procuramos Jesus Eucaristia que é o Sol da nossa vida,vamos ter força e alimento necessários para crescer, não podemos esquecer que também devemos procurar sempre estar protegidos na graça de Deus, para ficarmos livres de todos os possíveis insetos que queiram atrapalhar nosso crescimento… E assim cresceremos belos, tão belos como o girassol e produziremos muitos, muitos frutos, dando grandes colheitas para o Reino de Deus.

Por Catequista S.A.G (Via Catequese Católica)

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Já pensou em realizar um retiro de preparação para a Primeira Comunhão com os catequizandos? https://soucatequista.com.br/ja-pensou-em-realizar-um-retiro-de-preparacao-para-a-primeira-comunhao-com-os-catequizandos/ https://soucatequista.com.br/ja-pensou-em-realizar-um-retiro-de-preparacao-para-a-primeira-comunhao-com-os-catequizandos/#comments Fri, 15 Sep 2017 13:00:22 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=80915 I) PREPARAÇÃO
– Escolher com antecedência um lugar tranquilo, de preferência em contato com a natureza e não um lugar fechado. Deve ser um lugar silencioso e sem movimento de gente estranha para facilitar o recolhimento.

– Marcar com bastante antecedência o local do retiro, a hora, o ponto onde todos vão se encontrar para sair. Seria bom que ninguém faltasse ao retiro, pois este é um momento especial de oração e reflexão, muito importante para a turma.

– Preparar lanche, combinando tudo com a turma. Alguns catequistas preferem fazer os dois retiros de uma vez só, então ele deve durar o dia todo: manhã e tarde. A equipe deve se prevenir para receber os catequizandos, inclusive preparando lanche e até almoço.

– Preparar folhas com os textos que deverão ser usados na reflexão: textos bíblicos, questões para partilha, orações da missa, etc. Confira o roteiro abaixo.

– Fazer cartazes com os diversos ritos da missa, conforme sugerido no roteiro abaixo, na terceira reflexão.

– Estudar bem o roteiro e preparar-se pessoalmente para esse momento com a turma. Não basta ir com a turma para um lugar diferente. É preciso aproveitar o momento para rezar, dialogar, fazer a experiência do Deus vivo e amoroso presente entre a turma. Este momento pode ser especial não só para a turma, mas para o catequista também.

II) DESENVOLVIMENTO
1) Acolhida e oração

– Cantar músicas animadas, acolhendo a turma.

Motivar: Nós estamos nos aproximando do dia da nossa primeira comunhão. Vamos receber o sacramento da Eucaristia pela primeira vez. Isso é muito importante. E sempre que estamos às vésperas de um momento importante, precisamos parar um pouco para pensar, para rezar, para preparar nosso coração para esse momento. É o que viemos fazer aqui hoje: um retiro. Vamos, pois, passar esse momento juntos, bem unidos uns com os outros e bem unidos a Jesus, aquele a quem nós queremos seguir. Vamos iniciar nosso encontro rezando, colocando toda a nossa vida nas mãos de Jesus e pedindo a ele que fique sempre conosco.

– Fazer o Sinal da Cruz.

– Erguer as mãos e rezar com o catequista: Ó bom Jesus, nós estamos aqui para mais um encontro, para mais um momento de amizade e comunhão com o Senhor. Nós te pedimos que o Senhor venha nos iluminar e nos ajudar a abrir nossos corações para acolher sua presença. Queremos que o Senhor esteja sempre presente em nossa vida, queremos ser seus seguidores, seus discípulos. Nós te pedimos força e coragem nessa caminhada de discípulo. Amém!

– Cantar a música “Deus me chama” ou “Se Jesus me chama eu vou“.

– Rezar uns pelos outros. Colocar a mão no ombro do irmão que está à sua direita e rezar por ele. O catequista reza e a turma repete: Senhor Jesus, venha abençoar a todos nós, de modo especial, a esse amigo que está ao meu lado. Que ele siga seus passos, acolha sua palavra e viva sempre na amizade com o Senhor. Fortaleça sua fé, ilumine sua vida e dê a ele muita paz. Amém!

– Dar o abraço da paz.

– Cantar. Que tal a música “Perdão, meu Senhor“?

2) Primeira reflexão

A IMPORTÂNCIA DA EUCARISTIA EM NOSSA VIDA

(Assentar a turma em círculo, entregar a folha com textos bíblicos. Pedir que não leiam ainda. Cada texto vai ser lido ao longo da reflexão desenvolvida pelo catequista. Desenvolver a reflexão seguindo os passos abaixo.)

– Jesus, quando viveu em Nazaré, chamou muitos discípulos. Ele nunca quis estar sozinho. Sempre estava rodeado de pessoas, cercado de gente. Eram os discípulos de Jesus. Ele irradiava uma paz diferente; ele transmitia uma confiança em Deus que todos admiravam; ele contagiava com uma alegria que vinha de Deus. As pessoas sabiam que para experimentar essa paz, essa confiança e essa alegria, precisavam seguir Jesus sempre de perto, sem jamais se afastar dele. Precisavam ser discípulos de Jesus.

– Discípulo é aquele que segue o mestre. Mas não segue à toa. Ele encontra no seu mestre uma força transformadora, encontra em suas palavras um sentido novo para a vida. Por isso o segue. Por isso se compromete com o mestre. Então, entra na intimidade do mestre. Jesus era esse mestre em torno do qual muita gente se ajuntou. Muitos deixaram sua vida, sua rotina, seus afazeres para seguir Jesus e conhecê-lo mais de perto. Havia algo especial em Jesus que encantava, que atraía e as pessoas iam curiosas atrás dele para descobrir que força era essa que havia em Jesus.

(Ler o texto número 1: Jo 1,35-39)

“Certa vez, João Batista estava com dois de seus discípulos e, avistando Jesus que ia passando, disse-lhes: ‘Eis o cordeiro de Deus’. Os dois discípulos ouviram João falar e seguiram Jesus. Então Jesus olhou para trás e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: ‘O que vocês procuram?’. Eles disseram: ‘Mestre, onde moras?’. Jesus respondeu: ‘Venham comigo e vocês verão’. Eles foram, então, aonde Jesus morava e ficaram com ele aquele dia”.

– Esse texto mostra o interesse de dois discípulos de seguir Jesus. Vendo Jesus que eles estavam interessados em segui-lo, disse-lhes: “Venham comigo!”. Jesus e aqueles dois discípulos passaram o dia juntos. E daquele dia em diante, nunca mais eles abandonaram Jesus. A amizade que surgiu entre eles foi tão grande que uniu suas vidas para sempre. Jesus já não vivia sem seus discípulos. Os discípulos já não queriam mais viver sem Jesus. Eles não ficaram olhando Jesus de longe, como um simpatizante que observa, mas não se compromete. Não. Eles foram atrás do mestre, tornaram-se íntimos dele, amigos do peito, seguidores fiéis de Jesus.

– Nós também somos convidados a entrar na intimidade de Jesus. Ele nos chama. Ele nos diz: “Venham comigo”. Se a gente aceitar esse chamado, então entraremos em comunhão com Jesus.

– Mas o que é comunhão? Nós dizemos que vamos fazer a primeira comunhão. Mas o que é isso? Comunhão significa união, no caso união com Jesus. Os discípulos entraram em comunhão com Jesus porque passaram a ser seus amigos do peito. Eles se tornaram inseparáveis. Nós vamos fazer a comunhão, isso significa que haverá uma união ainda maior, mais estreita e mais comprometedora entre nós e Jesus. Seremos seus discípulos; vamos segui-lo por seus caminhos. Vamos viver unidos ao mestre Jesus, numa amizade que não deve ser rompida por nada. É assim que vivem os discípulos de Jesus. Então, faremos não só a primeira comunhão, mas viveremos em comunhão, o que é muito mais importante ainda.

– Com isso, percebemos duas coisas muito importantes:
• A comunhão é para quem quer ser discípulo de Jesus;
• A comunhão não é uma festa para receber a hóstia pela primeira vez. É um compromisso de viver a vida em união com Jesus.
(Conversar um pouco com a turma sobre esses dois itens acima. Ver o que eles acham disso. Deixar que eles falem)

– Foi para ficar sempre conosco que Jesus nos deixou o sacramento da Eucaristia, a comunhão. Sacramento quer dizer sinal: sinal de união do discípulo com o mestre, sinal do amor de Jesus por nós que não quer nos deixar sozinhos. Eucaristia quer dizer “ação de graças”, ou seja, a alegria do discípulo que agradece a Deus por poder viver unido a Jesus. (Frisar bem esses conceitos)

– Os sinais são muito importantes. Eles tocam fundo o nosso coração. Uma rosa, por exemplo, pode ser só uma flor lá no jardim. Mas, quando ofertada por alguém que ama, é sinal do amor entre as duas pessoas. Um abraço, por exemplo, pode ser só uma formalidade. Mas, se acontece entre duas pessoas que se amam e que estavam distantes, ele é sinal de uma grande amizade. E assim vai: um presente pode ser sinal de gratidão, um gesto comum pode ser um sinal especial. Assim, a Eucaristia é sinal da união com Jesus, sinal de seu grande amor por nós e de sua presença nos fortalecendo.

– Mas quando foi que Jesus instituiu a Eucaristia?

(Ler o texto número 2: Mt 26,20.26-28)

“Ao anoitecer, Jesus se pôs à mesa com seus discípulos. Enquanto estavam comendo, Jesus tomou o pão e pronunciou a bênção, partiu-o e deu-o aos discípulos dizendo: ‘Tomai e comei, isto é meu corpo’. Em seguida, pegou um cálice, deu graças e passou-o a eles dizendo: ‘Bebei dele todos, pois este é o meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que é derramado por todos para remissão dos pecados’”.

– Jesus sabia que havia chegado sua hora de morrer. Não porque ele adivinhasse as coisas, mas porque ele via que suas palavras e obras estavam incomodando muita gente poderosa que queria matá-lo. Então, antes que eles botassem as mãos em Jesus, ele fez um jantar especial com seus amigos. E foi nesse jantar que tudo aconteceu. Jesus tomou o pão e o vinho e disse que eles seriam sinais da sua vida doada por amor a nós. A partir daquele momento, o pão e o vinho passaram a ser algo mais que um simples alimento e uma simples bebida para quem se reúne para celebrar a fé em Jesus. Estes pequenos e corriqueiros símbolos ganharam novo significado: tornaram-se para nós o corpo e o sangue de Jesus, sinais da sua presença no meio de nós. Então, Jesus, mesmo morrendo, continuou entre nós. Pois o corpo e o sangue significam a vida da pessoa toda.

– E foi assim que aconteceu. Depois que Jesus morreu, ressuscitou e voltou para junto de Deus, os discípulos não podiam mais ver Jesus, mas podiam continuar unidos a Jesus pelos diversos sinais que ele deixou. Eles se reuniam para rezar e celebravam a Eucaristia. E isso era força para eles. Os discípulos enfrentavam provações, dificuldades e até perseguições, mas não desanimavam. Sabiam que Jesus estava com eles, presente em suas vidas, em seus corações, e ainda mais no sinal da Eucaristia.

Então, vamos recapitular:
A eucaristia ou Comunhão foi instituída por Jesus pouco antes de sua morte;
• Ele instituiu a eucaristia para nos deixar um sinal da sua presença;
• Desde o início da Igreja, os cristãos se reúnem para celebrar a Eucaristia e manter acesa a amizade com Jesus;
• Essa celebração é o que hoje chamamos de Missa e da qual devemos sempre participar, ainda mais depois de fazermos nossa primeira comunhão.
(Conversar um pouco sobre esses pontos. Ver as dificuldades para participar da Missa, o que acham da missa, suas dificuldades nesse sentido.)

– Celebrando a primeira comunhão, nós estaremos também fazendo um propósito de viver mais intensamente como discípulos de Jesus. Vamos nos juntar ao imenso grupo de pessoas que se esforçam para viver em união com Jesus e buscam na Eucaristia a força para esse seguimento.

– Muita gente de fé tem encontrado na Eucaristia a força para o seguimento. O discípulo de Jesus tem um longo caminho pela frente, tem uma missão muito bonita e importante. Como nós somos fracos e muitas vezes desanimamos da jornada, precisamos da força de Jesus. A comunhão é o alimento que nos fortalece. Quem participa da Eucaristia sai da celebração mais animado, mais fortalecido para enfrentar as dificuldades da vida, porque ela nos une a Jesus.

– Jesus disse no Evangelho de João que sua presença, no corpo e no sangue, alimentaria nossa vida, nos daria a força da qual precisamos.

(Ler o texto seguinte: Jo 6,35.39.51.56)
“Jesus disse: ‘Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim não terá mais fome e aquele que crê em mim jamais terá sede. A vontade do Pai é que não se perca nenhum daqueles que me seguem. Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha própria carne para a salvação do mundo. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele’”.

– Jesus sabia que nós precisamos de algo forte para nos alimentar na fé. Ele próprio resolveu ser nosso alimento. Sua presença nos alimenta, sua força nos contagia, sua amizade nos revigora. Através da comunhão, ou seja, da união profunda com Jesus, ele permanece em nós e nós permanecemos nele.

– É por isso que é tão importante o sacramento da Eucaristia. A Eucaristia é a presença de Jesus nos alimentando e animando na caminhada. Um discípulo de Jesus não se contenta em fazer a primeira comunhão. Ele quer mais: ele quer viver em comunhão profunda com Jesus. Por isso, ele participa sempre da Eucaristia, para fortalecer esses laços de amizade com seu mestre.

3) Atividade
– Dividir a turma em duplas. Cada dupla receberá uma folha com algumas perguntas sobre as quais deverá conversar. Poderão escolher um lugar bem tranquilo para uma conversa amiga e sincera. Na folha, estarão as seguintes questões:
• Por que a Eucaristia é importante para minha vida?
• Eu quero, do fundo do coração, ser discípulo de Jesus?
• Por que vou fazer a primeira comunhão?

4) Intervalo
– Lanche, brincadeiras, descontração, músicas, tudo a critério do catequista e da turma. Ao final do intervalo, reunir a turma no local da próxima reflexão, sossegar os ânimos, cantar música suave (que tal a “Eu amo a Deus” ou “Senhor, eu estou aqui”?). Fazer breve oração a critério do catequista.

Por Pe. Orione Silva, Solange do Carmo

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