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O coração corajoso de Irena Sendler

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Sinopse: Assistente social, Irena Sendler trabalhava, antes da guerra, com famílias judias pobres de Varsóvia – a primeira metrópole judia da Europa – onde viviam 400 mil dos 3,5 milhões de judeus de toda a Polônia. A partir do outono de 1940, passou a correr muitos riscos ao fornecer alimentos, roupas e medicamentos aos moradores do gueto instalado pelos nazistas.

No fim do verão de 1942, Irena Sendler se uniu ao movimento de resistência Zegota, (Conselho de Ajuda aos Judeus). Conseguiu retirar, de maneira clandestina, milhares de crianças do gueto e as alojou entre famílias católicas e conventos. As crianças eram escondidas em maletas e retiradas por bombeiros ou em caminhões de lixo. Em alguns casos chegavam a ser escondidas dentro dos abrigos de pessoas que tinham autorização para entrar no gueto.

Sendler foi presa em sua casa em 20 de outubro de 1943. Durante o período em que ficou detida no quartel-general de Gestapo, foi torturada pelos nazistas que quebraram seus pés e pernas. Ainda assim, ela não deu informações. Logo depois, foi condenada à morte, mas milagrosamente foi salva quando a conduziam à execução por um oficial alemão que a resistência polonesa conseguiu corromper. Sendler continuou sua luta clandestina sob uma nova identidade até o final da guerra.

Comentário:

Irena Senbler, o anjo do Gueto da Varsóvia! Uma das grandes heroínas polonesas da Segunda Guerra Mundial, que salvou 2.500 crianças judias do gueto de Varsóvia.

Irena é uma mulher incomum, à frente do seu tempo e de uma sociedade marginalizada pelas barbáries de mentes atrofiadas. Na simplicidade de sua palavras nos ensina:

“Devemos lutar pelo que é bom. O bem deve prevalecer. Ele deve prevalecer e eu acredito nisso.

Enquanto eu estiver viva…

Enquanto eu tiver forças…

Eu digo que o bem é o melhor…

Amor, tolerância e humildade. É isso!

A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância.
Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade.”

Irena é um exemplo para todos. Mostra que as atitudes independem de quaisquer outras circunstâncias favoráveis. Sua forma de agir é, antes de tudo, um traço, uma marca do seu caráter. Uma identificação com o seu “eu” mais profundo.

 

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