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Pão em Todas as mesas

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Grupo Alvo: Com mais de um ano e meio de encontros.
Tempo: a dinâmica é para 1h30min,
Material: Um prato (plástico), pão e 1 uma cadeira.

Objetivo: Despertar consciência. Analisar a distribuição bens. Criar solução para as desigualdades. Companheirismo. Criar meios para que todos tenham
acesso a Vida em Abundância. A tudo que é necessário para termos vida em plenitude, livre de toda e qualquer exploração. E esse meio tem que partir
da ação junto com o Divino, para assim discernimos o que é certo e errado. Esse mecanismo que dará acesso tem que ser um mecanismo fixo, para que todos
independente de cor, sexo, religião, etc tenham acesso. Caso seja um mecanismo móvel, onde somente algum sejam detentores do mecanismo, criasse
ai um monopólio, e o ciclo mercenário contínua.

A dinâmica: Pega-se o prato, coloque um pão dentro e deixe o prato em um lugar (telhado da casa, árvore etc. Obs. Fazer isso antes de começar a
reunião) bem alto onde somente uma pessoal pode pega-lo utilizando-se da cadeira (o dominador). Ninguém mais pode usar outra cadeira. A cadeira
representa o poder, o dinheiro. Somente com a cadeira é possível ter acesso ao pão de cada dia. Se não temos a cadeira, significa que não temos acesso
ao pão. Então precisaremos criar um forma para que tenhamos acesso também ao pão.

Iniciamos a reunião com a leitura de João 10, 10-11: 10 O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham
em abundância. 11 Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

Em seguida o coordenador comenta sobre o que é ter vida em abundância. Vida em abundância: ter uma vida feliz em plenitude, sem exploração, sem miséria. Com acesso ao trabalho, a saúde, educação, ao lazer ao pão de cada dia. Onde ninguém seja explorado por ninguém e não passe necessidade de nada. Onde todos sejam iguais, onde ninguém sofra injustiças. Fazer uma relação entre o que temos, o que deveríamos ter e o que não temos para vivênciar essa vida em abundância. E Também quem tem essa vida em abundância. Trazer a discussão para a atualidade do bairro. (O bairro tem praça, quadra esportiva, posto de saúde, creche, escola? As ruas são todas iluminadas, há segurança? Existe programas para inserir o jovem em seu primeiro emprego, programas sociais, algum família passando fome, pai desempregado ?

Separa-se o grupo em dois subgrupos. O grupo 1 fará uma relação das coisas que nos dão condição para esse tipo de vida, montando um painel de como o vida deveria ser. O grupo 2 montará um painel de como a vida realmente é. Na discussão juntam-se os dois grupo em plenária para encontrarem a peça que geral esse a diferença entre os painéis.

Parte Prática:
Encerrado os subgrupos se reúnem novamente. Um grupo fará um círculo e todos de mão dadas (se possível também ajoelhadas) irão fazer uma oração em baixo
do prato que está além de nosso alcance. O objetivo desta oração é que o prato com o pão dessa, levite de sua posição original até o centro deste grupo para assim ter acesso ao pão. Terminada a oração o coordenado pergunta se o pão desceu. Caso o milagre não tenha ocorrido, o grupo faz mais uma oração para ver se a levitação ocorre. Ao terminar a segunda oração o grupo retorna para a sala. (obs. O grupo 2 esta acompanhado todo o desenrolada da situação).

Agora, o grupo 2 se reúne embaixo do prato com o pão. O coordenador dará a esse grupo várias lobas de meias (que representam pedras) e vassouras (que
representam pau) para conseguirem derrubar o prato. Ao derrubarem o prato o grupo volta ao seu lugar. Em seguida o grupo 1 aponta o forma como do grupo 2 pegou o prato com o pão. O término da discussão o grupo 2 aponta a forma como o grupo 1 ; acesso ao pão. Os grupo apenas ouvem.

Das observação do coordenador: é preciso ação para que todos tenham acesso ao pão, se não sairmos de nossa casa e do templo Igreja para a Igreja comunidade e por nossas orações em prática de nada adianta nossa fé. Quanto o grupo 2 também não adianta partirmos para a briga (paus e pedra) para impormos nossas vontades. Vontades essa de que todos tem vida e a tenham em abundância. Mas, preciso voltar todas nossas ações baseadas nos ensinamentos de Cristo, partimos do Divino. A pedra e pau que derruba o prato é mesma que suja o pão, e quebraria o prato se fosse de vidro, e que também poderia machucar alguém. Também não adianta que somente um grupo tenha acesso ao pão, é necessário que todos os outros grupos (raças, credos, etc etc) também tenham esse acesso. Então o grupo tem que criar algo permanente para que assim todos possam saborear desse pão.

Em seguida alguém faz leitura do Tiago 2, 14-26

14 Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo?
15 Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano,
16 e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso?
17 Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma.
18 Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem.
20 Mas queres saber, ó homem insensato, que a fé sem as obras é inútil?
21 Porventura não foi pelas obras que nosso pai Abraão foi justificado quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque?
22 Vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.
23 E se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça, e foi chamado amigo de Deus.
24 Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé.
25 E de igual modo não foi a meretriz Raabe também justificada pelas obras, quando acolheu os espias, e os fez sair por outro caminho?
26 Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.

Após a leitura os dois grupo se reúnem para criar um mecanismo que, dentro da leitura de Tiago e das ações tomadas pelo grupos 1 e 2, possibilite pão
para todos. Lembrando-se que ninguém pode usar nenhuma cadeira, porque a cadeira já tem dono. O terminarem o coordenador pergunta se o sistema criado possibilita que todos possam ter acesso. Se um aborígine descobrir que o Grupo de Jovens descobriu uma forma em que todos tenham acesso ao alimento e
venham participar do banquete, será possível também a eles terem acesso. Lembre-se que ninguém entende os aborígenes, portanto ninguém poderá dizer:
é assim e assado, pega esse e põe nas consta e este paga, ou pega esse pau e empurra.. É preciso algo fixo, uma ponte fixa. É possível se criar essa ponte?

Ao terminarem cada um comenta o que entendeu da reunião de hoje, e de nosso papel como pessoal e como Grupo de Jovens.

Oração Final: Fazer da música Pai Nosso dos Mártires como oração final.

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