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Por que ser padre se existem tantas vocações?

Por que ser padre se existem tantas vocações?

Na Igreja, temos várias vocações e existem muitas maneiras de servir a Deus e aos irmãos, sem ser, necessariamente, um padre.

Há muitas maneiras de viver uma vocação e o chamado à santidade sem ser sacerdote, mas é importante entender que é Deus quem nos chama e que precisamos abrir-nos à sua graça para aprender e se oferecer com generosidade à Cristo e sua Igreja.

Estar aberto a Deus é deixar que Ele conduza nossas vidas, que Ele possa nos indicar o melhor caminho.

Para ajudar você a descobrir o seu caminho em meio a tantas possibilidades – ser irmão religioso, um missionário, um monge, um leigo em uma comunidade de vida, um esposo ou mesmo um leigo engajado na vida de uma paróquia ou num projeto social, entre tantas outras possibilidades – é preciso olhar!

Busque sinais que indiquem onde Deus mais o chama para segui-Lo. Se esses sinais estão mais fortes em uma determinada vocação, deve ser o seu amor por Ele que o guia para seguir este chamado.

Algumas vezes podemos pensar por que existem tantas leis na Igreja: para os sacramentos, para a vida religiosa, para a formação, para viver uma vocação… E algumas até podem limitar um desejo que brota do nosso coração à primeira vista. Mas na verdade, essas leis se baseiam em princípios claros e em uma grande compreensão do amor pela pessoa humana.

A razão de ser das leis da Igreja é de não nos tornar “escravos” dela, mas nos guiar e ajudar a encontrar mais facilmente o que Deus quer de nós em uma determinada situação.

Se um jovem deseja ser padre, ele deve percorrer um caminho de formação, para assim poder distinguir melhor a vontade de Deus em sua vida nesse processo de preparação. A Igreja se preocupa porque alguns obstáculos nesse caminho existem para o seu próprio bem, e para que ninguém se engane por causa de uma emoção, assumindo uma responsabilidade que mais adiante não será capaz de manter.

Esse exemplo podemos aplicar em várias outras vocações: para viver um casamento feliz e realizado, para optar por uma vida dedicada a Deus em uma das inúmeras congregações que existem. O que vemos em comum em todas elas é a nossa sincera disponibilidade em servir a Deus, seja qual for este caminho.

Fonte: A12

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