Crianças – Sou Catequista https://soucatequista.com.br Milhares de Artigos dos mais variados temas da Igreja Católica para a sua Catequese, Cursos, Downloads e muito mais! Wed, 16 Oct 2024 23:16:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://soucatequista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/cropped-ico-1-32x32.png Crianças – Sou Catequista https://soucatequista.com.br 32 32 Roteiro de encontro sobre A CRIAÇÃO DO MUNDO https://soucatequista.com.br/roteiro-de-encontro-sobre-a-criacao-do-mundo/ https://soucatequista.com.br/roteiro-de-encontro-sobre-a-criacao-do-mundo/#respond Tue, 08 Feb 2022 13:19:08 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=116934 Ambientação:
O encontro pode ser realizado em uma praça (onde não haja muita movimentação), em um jardim, enfim em um lugar onde possa acolher todas as crianças e que elas poderão participar mais à vontade.
Se não for possível fazer em local aberto pode ser na Igreja ou salas de catequese. Neste caso procure deixar o ambiente como uma imagem da “Criação Divina” você poderá usar vasos com plantas e flores, deixar janelas e portas abertas para um contato com o ar, o canto dos pássaros, o sol ou a lua, etc.

Acolhida:
No momento da acolhida não é preciso muito, evite gastos, principalmente com cartazes ou desenhos espalhados pela sala o qual não será utilizado outras vezes, para poder lembrarmos as crianças que as árvores / matas também são criaturas de Deus e que devem ser respeitadas.
Acolha as crianças com um abraço bem apertado, mostre para elas que elas são importante, pois muitas crianças podem ser carentes de um abraço, de uma atenção. Seja carinhoso, mas lembre-se todos somos filhos de Deus, por isso trate igualmente as crianças.

Oração Inicial:
Antes de iniciar o encontro faça uma prece espontânea invocando a Trindade em meio ao grupo, peça também a presença de Nossa Senhora (incentive as crianças a ter um carinho a Mãe de Deus).

Conteúdo ou propósito do 1º Encontro:
Introduz as crianças para o tema. Evite que as crianças escrevam.
Ex.: Meus queridos vocês sabem o que estamos fazendo aqui?.. Viemos conversar um pouquinho sobre Deus, e Ele é maravilhoso. Vamos ter tanto para conversarmos sobre Ele, sobre sua Igreja, seus Mandamentos, etc.
Mas hoje vamos falar um pouquinho da sua obra.
Pedir para uma criança fazer a leitura bíblica: Gn 1,1-25
Aqui nesta passagem nós vimos que Deus criou tudo, e viu como tudo era bom. Tudo Ele fez com amor, por isso devemos respeitar a natureza, respeitar nossos coleguinhas, pois tudo foi Deus quem fez. Às vezes nós não usamos corretamente estes “presentes” de Deus, fazemos mal uso.
Incentivá-los a comentar as belezas da natureza, e depois sobre o que fazemos com a criação. Lembre-se neste momento virão as perguntas, esteja preparado. Leia textos sobre o tema, e qualquer dúvida procure alguém mais experiente para se informar.
Nunca tente enrolar as crianças quando não souber responder alguma pergunta diga que vai procurar se informar e depois explica.
Como disse anteriormente evite que as crianças escrevam, no máximo façam algumas anotações, prefira conversar, ouvir a opinião delas (elas se sentirão importantes) e o encontro será menos cansativo e eles sempre terão vontade de chegar o próximo.

Dinâmica:

Objetivos: Autoconhecimento e preces.

Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.

Desenvolvimento: 1. Lembrar da leitura bíblica.

2. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?

3. Formação de pequenos grupos para partilha.

4. Cada grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece.

5. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, e faz uma prece.

Oração Final:

Oração comunitária de agradecimento pela Criação.
Ex.: – Agradeço, Pai querido pelo ar que respiramos.
– Obrigado, Senhor pelo dom da vida.
– Muito te agradecemos, Pai pelos animais.
– Etc.

Extras:

Você pode pedir para as crianças fazerem em casa um pequeno texto sobre o tema do dia, um caça palavras, ou outra atividade e incentive que as crianças peçam ajuda aos pais ou responsáveis, é muito importante a presença familiar na vida religiosa.

Fonte: Catequisar.com.br

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7 DICAS DE DOM BOSCO PARA DISCIPLINAS AS CRIANÇAS https://soucatequista.com.br/7-dicas-de-dom-bosco-para-disciplinas-as-criancas/ https://soucatequista.com.br/7-dicas-de-dom-bosco-para-disciplinas-as-criancas/#respond Mon, 31 Jan 2022 13:32:28 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=116910  

1) A punição deve ser o último recurso

2) O educador tem que se esforçar para ser amado pelos alunos caso deseje obter o seu respeito

3) Exceto em casos raríssimos, correções e punições não devem ser dadas em público

4) Violência? Castigos físicos? Não

5) As regras de disciplina, bem como as suas respectivas recompensas e punições, devem ficar bem claras para o educando, de modo que ele não possa alegar que não sabia

6) Seja exigente nas questões de dever, firme na busca do bem, corajoso na prevenção do mal, mas sempre gentil e prudente

7) Para ser verdadeiros pais e mestres, não devemos permitir que a sombra da raiva escureça o nosso semblante

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Como falar sobre a morte para as crianças? https://soucatequista.com.br/como-falar-sobre-a-morte-para-as-criancas/ https://soucatequista.com.br/como-falar-sobre-a-morte-para-as-criancas/#respond Fri, 29 Oct 2021 11:30:39 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=116817 Perder uma pessoa amada é algo realmente doloroso e vemos isso acontecer todos os dias a milhares de pessoas. Uma das questões difíceis nesse momento é como falar da morte com crianças?

Dizer por exemplo: “Virou uma estrelinha”, não protege a criança como imaginamos e desejamos, mas ao contrário, isso a deixa confusa. A melhor maneira de fazer isso é responder as perguntas e dúvidas com sinceridade. Não tenha medo de usar a palavra morte para explicar que o animalzinho de estimação ou alguém querido morreu. Ser verdadeiro, direto e honesto é a melhor solução.

AS PERGUNTAS MAIS COMUNS QUE AS CRIANÇAS FAZEM SÃO:

1-      Ele(a) não vai voltar mais?

Nos jogos e games, as vidas acabam e se regeneram muito rapidamente. Por isso, é importante explicar que a morte na vida real é irreversível, que a pessoa não voltará mais,  mas que a pessoa permanece viva na nossa memória.  Quando a criança pergunta onde está a pessoa, podemos dizer que ela foi para onde vão as pessoas que morrem, que foram para junto de “papai do céu”. E que nos encontraremos depois da morte.

2-      Eu também vou morrer?

É fundamental e importante explicar para a criança que todo mundo que está vivo um dia vai morrer. Mas não é agora, para isso é preciso sofrer um acidente, ficar doente ou bem velhinho. “É uma sensação angustiante na vida pessoa descobrir a própria mortalidade. Mas é parte do amadurecimento”, afirma a psicóloga Maria Helena Pereira Franco.

3-      Por que ele(a) morreu?

Os pequenos costumam ter o que chamamos de “pensamento mágicos” e podem achar de que a morte é culpa dela. Por isso, é importantíssimo explicar a causa da morte, que pode ser uma doença, uma violência, um acidente. A morte não vem do nada. Se a pessoa que morreu já estava doente, o melhor a fazer é ir preparando a criança para o que pode acontecer e ela não ser pega de surpresa.

4-      Posso ir ao enterro?

Muitas pessoas com desejo de proteger a criança do sofrimento não permitem que ela participe dos rituais de despedida. Incluir a criança nesses rituais é determinante na compreensão que ela terá da morte. Ela é também parte da família, e como tal, deve participar tanto do velório quanto no enterro.

À sua maneira ela tem o direito de se despedir da pessoa que partiu. Diz a psicóloga, Maria Julia Kovács: “Incentive rituais, como plantar uma árvore, fazer um desenho, fazer uma oração, tudo para lembrar a pessoa. A ideia é não esquecer, é ter na memória.”

RESUMINDO:

1. Fale a verdade, conte o que aconteceu e permita que a criança faça perguntas.

2. Deixe que ela participe do enterro e do luto da família.

3. Ajude a criança a manter quem morreu em suas lembranças.

4. Não julgue, não engane e abra espaço para a criança expressar seus sentimentos.

Como diz o Dr. Alan D. Wolfelt, P.H.D., “o luto é um processo, não um evento. As crianças, assim como os adultos, vão passar ou estar nesse processo por um tempo longo”.

A criança enlutada precisa da compaixão e da presença de um adulto próximo, não somente nos dias ou semanas após a morte de alguém querido, mas também nos meses e anos a seguir. Conforme vão crescendo e amadurecendo as crianças vão naturalmente processar o luto em novos e mais profundos níveis”.

O Papa Francisco tratou do luto na família na sua catequese do dia 17 de junho do ano passado.  O Santo Padre destacou que a fé restitui a esperança das famílias que se encontram nessa situação de dor: “Todas as vezes em que a família, no luto, encontra a força de preservar a fé e o amor que nos unem àqueles que nos amam, ela impede já agora a morte de pegar tudo”.

E o Papa deixou um conselho sobre como enfrentar essa situação de luto: com fé e um maior trabalho de amor. “Na fé, podemos nos consolar um com o outro sabendo que o Senhor venceu a morte de uma vez por todas. Nossos entes queridos não desapareceram na escuridão do nada. A esperança nos assegura que eles estão nas mãos boas e fortes de Deus”.

Gostaria de relembrar por fim que as crianças fazem parte da família. A criança que passa pelo processo do luto cercada de amor, apoio e suporte familiar, tende a viver melhor o luto e se tornar um adulto mais mentalmente saudável.

FONTE: VATICAN NEWS

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Pai Nosso: A oração que Jesus nos ensinou https://soucatequista.com.br/pai-nosso-a-oracao-que-jesus-nos-ensinou-2/ https://soucatequista.com.br/pai-nosso-a-oracao-que-jesus-nos-ensinou-2/#respond Mon, 23 Aug 2021 11:00:33 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=116637 Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amem

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam.

Quando nascemos, éramos muito pequeninos, mas com a ajuda dos nossos pais, dos nossos irmãos, avós, dos outros familiares e amigos fomos crescendo fortes e saudáveis. E agora já estamos mais crescidos, até já fomos para a escola e já fizemos muitos amigos. Porque é bom ter amigos! Além desses amigos que estamos a fazer, há outro muito especial que temos vindo a descobrir na nossa oração familiar: chama-se Jesus.

Claro que nos lembramos de Jesus! Como é que O poderíamos esquecer?

Jesus também foi pequenino como nós. Também brincou, foi à escola e rezou em família.

Também ficou doente e também teve momentos em que ficava triste ou alegre, tal e qual como acontece conosco. E também tinha muitos amigos com quem brincava e falava. E agora tem mais amigos: nós!

A todos estes amigos, Jesus quer apresentar o Seu Pai. Já falámos um bocadinho do Pai de Jesus na semana anterior. Já sabemos que o Pai de Jesus é Deus, que nos ama muito, mesmo muito, e que é nosso Pai também. Por isso é que somos todos irmãos, de Jesus e uns dos outros.

Um dia, alguns amigos de Jesus aproximaram-se d’Ele e pediram-lhe que os ensinasse a falar com o Seu Pai. Porque eles não sabiam como fazer, já que o Pai de Jesus não se vê… E Jesus ensinou-lhes uma belíssima oração!

Vamos ouvir, com muita atenção.

Obrigado, Jesus, porque és meu Amigo! Obrigado, Jesus, porque gostas de mim!

Leitura (Mt 6, 9-13)
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Jesus disse aos Seus amigos: «Quando quiserdes rezar, rezai assim: ‘Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso Reino, seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos
do mal’».
Palavra da salvação.
Glória a Vós, Senhor.

Salmo Responsorial
Guardai-me junto de Vós: na vossa paz, Senhor.
1.  Senhor, não se eleva soberbo o meu coração, nem se levantam altivos os meus olhos. Não ambiciono riquezas, nem coisas superiores a mim.

2. Antes fico sossegado e tranquilo, como criança ao colo da mãe. Espera, Israel, no Senhor, agora e para sempre.

Quando Jesus ensinou esta oração aos seus amigos, não era só para eles que Jesus estava a falar. Era para todos nós! Porque Jesus é o nosso maior amigo, que nunca nos abandona, que vai conosco para todos os lados. Esta oração que Jesus nos ensinou começa assim: «Pai nosso». Jesus mostra-nos que Deus é o nosso Pai Celeste. Não é só meu, ou teu, ou desta ou daquela pessoa: é de todos.

Por isso, somos todos irmãos! Deste modo, Jesus diz-nos que devemos ser todos amigos uns dos outros. Porque somos irmãos. Devemos amar e respeitar a todos e não magoar ninguém. Se nos magoarem, devemos perdoar – ou seja, devemos desculpar – para também nós sermos perdoados pelas asneiras que, de vez em quando, também fazemos. Só assim é que mostramos ser verdadeiros amigos de Jesus.

Nós já ouvimos esta oração outras vezes. Nós até já a temos rezado. Se ainda não a sabemos de cor, está na hora de a decorarmos. Porque algo tão importante tem de estar sempre conosco, na nossa mente e, sobretudo, no nosso coração! Vamos rezar muito baixinho o «Pai nosso» completo!

Se ainda não formos capazes, as pessoas que rezam conosco ajudam-nos.

É tão bom saber que Jesus gosta de nós e que nos tem como Seus verdadeiros amigos. Por isso, cheios de alegria, vamos dizer-Lhe com toda a devoção: Jesus, eu gosto de Ti.

  1. Jesus, eu quero conhecer e amar mais o Teu Pai…
  2. Jesus, eu quero que todas as crianças e adolescentes se deixem tocar pela Palavra de Deus…
  3. Jesus, eu quero que a oração que Tu ensinaste seja rezada por toda a gente…
  4. Jesus, eu quero que esta epidemia acabe, que os doentes fiquem curados e que todos possamos viver felizes e em paz…

Agora que Jesus nos ensinou a melhor oração para falar com o Seu Pai e depois de a termos rezado muito baixinho, quase em silêncio, agora vamos fazê-lo em voz alta e todos juntos. Então, rezamos:

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso Nome, venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal.

Obrigado, Senhor Jesus, por nos ensinardes essa oração tão bonita e tão importante que é o «Pai nosso». Agora sabemos que é a melhor maneira de falarmos com o Vosso Pai, que é também nosso Pai. Queremos rezar esta oração todos os dias! Ajudai-nos a não nos esquecermos de o fazer.

Vós que sois Deus com Pai na unidade do Espírito Santo. Amém.

O Senhor nos abençoe, nos livre de todo o mal e nos conduza à vida eterna. Amém.

Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Ámem.

Compromisso
Já dissemos a Jesus que queremos rezar o Pai nosso todos os dias. Não nos vamos esquecer!

Por: Catequese Católica

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O que é necessário para receber a Primeira Eucaristia? https://soucatequista.com.br/o-que-e-necessario-para-receber-a-primeira-eucaristia/ https://soucatequista.com.br/o-que-e-necessario-para-receber-a-primeira-eucaristia/#respond Thu, 15 Jul 2021 14:33:41 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=116550 A eucaristia é 1 dos 3 sacramentos de iniciação cristã. Juntamente com o Batismo e Cristo que introduzem o fiel – criança ou adulto – no seio da Igreja, sua Mãe, conduzindo-o até Jesus. A pergunta que fazemos é: como despertar na criança u adulto esse sentimento de pertença e o de importância desse sacramento que refletirá na vivência de toda uma vida próxima da Eucaristia? Afinal:

“A Eucaristia é verdadeiramente um pedaço de céu que se abre sobre a terra; é um raio de glória da Jerusalém celeste, que atravessa as nuvens da nossa história e vem iluminar o nosso caminho” (Ecclesia de Eucharistia, João Paulo II, § 19).

Os sacramentos que iniciam à vida cristã colocam o fiel em comunhão com a missão e vida de Jesus, demonstrando assim sua importância e indispensabilidade. Em casa toda catequese se inicia: e no seio da família que a criança, conduzida pelos pais, irmãos, avós, e/ou tios, irá entender a importância da vivencia desse mistério. E assim, os catequistas das comunidades devem auxiliar os pais nessa força-tarefa! Daí a importância de acompanhamento com os pais… (Fica a dica!)

Nas celebrações, é bom que a criança, jovem ou adulto seja envolvido nas celebrações para adquirir amor, zelo e pertença diante do sagrado mistério, criando amor à Igreja, aos sacramentos e à vivência da fé. Os fieis, sobretudo as crianças devem entender e sentir que a igreja é sua casa. Colocá-las para fazer leituras, participar do ofertório, acolhida, etc. torna-se uma ferramenta útil nesse processo. Assim, se alegrará em fazer-se parte.

Por não necessitar de padrinhos, a catequese da Primeira Eucaristia precisa ser aplicada com cuidada para que seja despertado um profundo amor a Jesus e a Igreja, afim de que livremente os busque, por amor e não por obrigação. Assim, em alguns casos é mais que necessário passar todo o conhecimento da fé quando o catequisando não o recebeu em casa.

Saber que os sacramentos conduzem à Deus e que a Igreja é Mãe e instrumento que nos conectam com a Pessoa de Deus é indispensável. Depois de gerar o amor na pertença à Igreja, na vivência dos sacramentos e serviço, mostrar que toda a experiência de fé agora, é fruto de sua liberdade e responsabilidade é a chave para a permanência dos catequisando na Igreja como um todo.

Por Caio Vieira

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Por que as crianças sofrem? https://soucatequista.com.br/por-que-as-criancas-sofrem/ https://soucatequista.com.br/por-que-as-criancas-sofrem/#respond Tue, 13 Jul 2021 13:23:01 +0000 https://carmelitas.org.br/?p=12064 “Perguntas como essas nos colocam de joelhos diante do Mistério”, afirma Pe. Lugi Epicoco em editorial da edição desta segunda-feira (12) do L’Osservatore Romano. Ele se envolve na pergunta de Francisco sobre o sofrimento das crianças, feita no domingo (11), durante o Angelus no Hospital Gemelli: o Papa invoca olhares aos crucificados de hoje e lembra que ter fé significa “deixar de pensar em nós como absolutos” para trazer “tudo ao que conta: Cristo”.

O editorialista do L’Osservatore Romano e assistente eclesiástico do Dicastério para a Comunicação, Pe. Luigi Maria Epicoco, em edição do jornal vaticano desta segunda-feira (12) compartilha com os leitores uma reflexão sobre as palavras do Papa Francisco pronunciadas no Angelus do último domingo (11), direto do Hospital Gemelli, em Roma, onde está se recuperando de uma cirurgia. Em especial, o editorialista se envolve na pergunta feita pelo Pontífice sobre o sofrimento das crianças.

Com o título “De uma sacada incômoda”, Pe. Luigi escreve que “a figura branca do Papa” naquela posição do hospital e diante de tantos fiéis que o seguiam da praça naquele momento, lembrou a muitos de nós um outro Papa, São João Paulo II. Uma presença que também fez recordar, através da “voz não particularmente clara e do rosto um pouco tenso”, que Francisco têm vivido dias desafiadores.

Por que os inocentes sofrem?

No entanto, continua Pe. Luigi, “aquela sacada do Hospital Gemelli tornou-se em poucos instantes um ambão incandescente”. Isso porque o Papa demonstrou gratidão pelos cuidados recebidos, além de ter dado “um grito de justiça por todos aqueles que não têm livre acesso aos tratamentos médicos”, direcionando o olhar, mais uma vez, “sobre os invisíveis, sobre aqueles que a sociedade não vê mais, os últimos”, assim como fazia Jesus, observou o editorialista, que conseguia notar essas pessoas em meio o ir e vir do povo. Como aconteceu com o Papa Francisco que, de repente, “direcionou o seu olhar para algumas crianças doentes ao seu lado e disse textualmente: ‘Por que as crianças sofrem? Por que as crianças sofrem é uma pergunta que toca o coração”. E Pe. Luigi refletiu:

“Perguntas como essas nos colocam de joelhos diante do Mistério. Elas nos lembram que há coisas diante das quais só podemos parar e outras pelas quais podemos fazer algo. Parece que o Papa quis nos dizer que temos que enfrentar a humilhação da impossibilidade e, ao mesmo tempo, temos que nos lembrar que há coisas pelas quais existe a responsabilidade do nosso possível. Não podemos dizer ‘por que’ um inocente sofre, mas do jeito de Maria, de João, podemos decidir permanecer sob a cruz desses inocentes não os deixando sozinhos.”

Nestes dias, recordou ainda o Pe. Luigi ao finalizar o editorial desta segunda-feira (12), Francisco procurou “plantar a sua Cruz” no meio de tantas outras pessoas crucificadas nos dias de hoje:

“O Papa quis que esquecêssemos a sua doença para que recordássemos daquela dos últimos. Isto é o relativismo cristão, o único relativismo lícito porque nos faz parar de pensar em nós como absolutos e traz tudo ao que conta: o próprio Cristo, igualmente escondido na Eucaristia e nos últimos.”

FONTE: VATICAN NEWS

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São Martinho discute defesa das crianças e adolescentes na pandemia em evento online https://soucatequista.com.br/sao-martinho-discute-defesa-das-criancas-e-adolescentes-na-pandemia-em-evento-online/ https://soucatequista.com.br/sao-martinho-discute-defesa-das-criancas-e-adolescentes-na-pandemia-em-evento-online/#respond Tue, 20 Oct 2020 12:00:09 +0000 http://carmelitas.org.br/?p=9881  

A Associação Beneficente São Martinho vai promover nesta quarta-feira, 21 de outubro, um evento online sobre ‘Assessoria popular para defesa das crianças e adolescentes na pandemia’.

O encontro, que acontecerá às 17h pelo canal @tvsaomartinho, no YouTube, contará com a participação de Beatriz Cardozo, advogada pela UERJ e coordenadora jurídica do IDPN; Valéria Oliveira, presidente da Associação de Mães e Amigos de Crianças e Adolescentes em Risco (Amar) e membro da Frente Estadual pelo Desencarceramento-RJ; Thaisi Bauer, advogada popular e coordenadora de projetos no GAJOP-PE, além de Dillyane Ribeiro, advogada de direitos humanos, mestre em Estudos de Gênero e coordenadora do CEDECA Ceará.

A mediação ficará por conta de Natasha Lauletta, advogada do CEDECA Dom Luciano Mendes de Almeida, da Associação Beneficente São Martinho.

Serviço:

Evento: Assessoria popular para defesa das crianças e adolescentes na pandemia.

Data: 21 de outubro de 2020

Horário: 17h

Onde: Canal da São Martinho no YouTube – @tvsaomartinho

Fonte: Tatiana Galdino / São Martinho

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Dia das Crianças na São Martinho: “Sinal de esperança e acalento para o coração” https://soucatequista.com.br/dia-das-criancas-na-sao-martinho-sinal-de-esperanca-e-acalento-para-o-coracao/ https://soucatequista.com.br/dia-das-criancas-na-sao-martinho-sinal-de-esperanca-e-acalento-para-o-coracao/#respond Mon, 12 Oct 2020 17:15:52 +0000 http://carmelitas.org.br/?p=9829  

Cumprindo a visão da instituição, de ser referência no atendimento integrado e personalizado de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, os colaboradores da Associação Beneficente São Martinho promoveram na última sexta-feira, 10 de outubro, a tradicional Festa do Dia das Crianças para 300 beneficiários das unidades da Lapa e Vicente de Carvalho, no Rio de Janeiro.

Com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a equipe da São Martinho realizou diversas reuniões para discutir o formato do evento, que nos anos anteriores tinha vasta programação com muitas atividades lúdicas. Respeitando as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e das autoridades civis e sanitárias, a instituição dividiu as crianças em horários específicos para evitar aglomeração, e cada uma delas pôde retirar seu presente e um kit de guloseimas bem saborosas nas unidades em que são acompanhadas.

Cientes de que a Festa do Dia das Crianças é um dos momentos mais esperados pelos beneficiários, um dos intuitos da iniciativa foi não deixar os pequenos, que vivem em vulnerabilidade social, sem nenhuma comemoração. O diretor da São Martinho, Frei Bruno Castro Schröder, O.Carm., destacou que o encontro com as crianças foi um grande sinal de esperança e um acalento para o coração de todos que atuam na organização.

“Realizar esse momento foi um grande desafio e uma deliberação tomada com muita responsabilidade. Em contrapartida, foi uma decisão que o nosso coração pedia muito. Não só o meu enquanto diretor da São Martinho, mas de todos os educadores, oficineiros, assistentes sociais, entre outros, que estão diretamente ligados às crianças no dia-a-dia. Para todos nós foi um momento de rever essas crianças, estar com elas e dar um suspiro de alívio ao encontrá-las sabendo que estão todas bem. A pandemia tem nos colocado diante de muitas situações novas em nossas vidas e esse foi um momento de vermos o futuro com esperança e coragem. Novos momentos e situações estão por vir e, em breve, estaremos juntos novamente. Mas o dia de hoje foi uma prova daquilo que será o retorno total e presencial de nossas atividades. Fiquei muito feliz por termos articulado este dia de encontro com os nossos beneficiários e de termos ido ao encontro deles. Esse Dia das Crianças foi muito mais do que somente um encontro, foi um sinal de esperança e um acalento para o coração de todos nós”, concluiu Frei Bruno.

A São Matinho

A São Martinho é uma organização sem fins lucrativos, vinculada à Província Carmelitana de Santo Elias, criada em 1984 para promover e defender os direitos das crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social na cidade do Rio de Janeiro. A instituição atinge por ano cerca de 2000 crianças e jovens entre 6 e 24 anos de idade em situação de rua ou residentes em comunidades e ocupações urbanas.

Nas unidades da Lapa e Vicente de Carvalho, os beneficiários têm acesso a atividades educativas, culturais, esportivas e de profissionalização no contraturno escolar, além de acompanhamento realizado por equipe interdisciplinar composta de pedagogos, assistentes sociais, psicólogos e advogados.

Conheça mais e colabore com a São Martinho: www.saomartinho.org.br.

Colaboração: Tatiana Galdino

Fotos: Comunicação São Martinho

 

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Proteção de crianças e adolescentes frente ao novo normal é tema do 17º Fórum Institucional da São Martinho https://soucatequista.com.br/protecao-de-criancas-e-adolescentes-frente-ao-novo-normal-e-tema-do-17o-forum-institucional-da-sao-martinho/ https://soucatequista.com.br/protecao-de-criancas-e-adolescentes-frente-ao-novo-normal-e-tema-do-17o-forum-institucional-da-sao-martinho/#respond Wed, 19 Aug 2020 16:11:03 +0000 http://carmelitas.org.br/?p=9480  

Quais os impactos e os novos desafios gerados pela pandemia de Covid-19 no atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social? Esta é a pergunta central que a Associação Beneficente São Martinho pretende elucidar durante o seu 17° Fórum Institucional, que, neste ano, será realizado online, no dia 26 de agosto, das 14h às 16h.

Promovido anualmente, o evento tem por objetivo ser um espaço de reflexão e debates, com assuntos pertinentes ao desenvolvimento da sociedade e à geração de impacto social. Neste ano de 2020, o Fórum contará com a participação da economista e especialista em Gestão de Organizações do Terceiro Setor, Thaís Certain; e do filosofo, educador e diretor do CEDECA Interlagos, Djalma Costa, que refletirão sobre “Os desafios da proteção integral de crianças e adolescentes frente ao novo normal”. ⠀

O Fórum Institucional da São Martinho é gratuito e os interessados podem se inscrever no site da instituição.

 

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Como falar sobre o diabo às crianças? https://soucatequista.com.br/como-falar-sobre-o-diabo-as-criancas/ https://soucatequista.com.br/como-falar-sobre-o-diabo-as-criancas/#respond Tue, 22 Oct 2019 11:36:43 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=89064 Devemos conversar com as crianças sobre Satanás, sobre os demônios? E se sim, como? Estas são perguntas que surgem frequentemente. Vamos tentar responder. Vamos primeiro perguntar se é útil e importante falar sobre o diabo, como parte do processo de despertar da fé.

Por que falar sobre o diabo com as crianças?

O diabo existe. Não só existe, como também não é um detalhe, um elemento acessório da nossa vida espiritual. Ele é o inimigo que procura nos arruinar e nos afastar de Deus. Ele é aquele que faz todos os esforços para nos manter longe de Deus.

Ao explicar a parábola do semeador, Jesus nos diz: “Os que estão à beira do caminho são aqueles nos quais a Palavra foi semeada; logo que a ouvem, chega Satanás e tira a Palavra semeada que foi semeada neles” (Marcos, 4, 15).

Muitos desenhos animados dentre outros filmes representam Satanás e criaturas do mal. Essas caricaturas não apenas não possibilitam a iluminação pela Fé, em oposição à Satanás, como também fazem com que as crianças acreditem que Satanás é um personagem imaginário, como os heróis que o combatem, como um personagem de contos de fada, sem relação direta com suas vidas cotidianas, com suas vidas como filhos de Deus. Ao crescer, elas colocarão Satanás no mesmo patamar que Batman ou outro personagem de aventura criado pelo homem. E esse é exatamente o mais hábil artifício de Satanás: nos fazer acreditar que ele não existe, que ele é apenas um personagem imaginário ou uma metáfora.

Satanás não é um deus

Como falar sobre o diabo para as crianças? Vamos ser realistas e coerentes. Vamos nos apegar à verdade da palavra de Deus. Não devemos aprender coisas equivocadas na nossa infância. É por isso que temos que nos ater ao que revela o Evangelho, não mais e não menos, sem falsidade. Não se trata de criticar o que foi feito, mas de apoiar, na transmissão da Fé, as verdades que têm fundamento na Sagrada Escritura.

Para falar do diabo para as crianças, não é necessário recorrer a imagens de criaturas bifurcadas e retorcidas ou a descrições mais ou menos fantásticas. Deve ser explicado que Satanás é muito forte e muito poderoso, mas que ele é infinitamente menos do que Deus. “Contra mim, ele não pode fazer nada”, diz Jesus (João 14: 30). O poder de Satanás não tem nada a ver com o de Deus. Só Deus é todo-poderoso. Satanás não é um deus. Vamos deixar isso bem claro na mente das crianças: a diferença entre Deus e Satanás é uma diferença de natureza. Claro que não diremos exatamente isso às crianças porque a palavra “natureza” não faz sentido para elas, mas elas devem entender que Satanás é uma criatura, ele depende de Deus. Ele não pode destruir Deus, Deus poderia aniquilá-lo.

“Se foi Deus quem o criou, porque ele é ruim?”, perguntam as crianças. Quando falamos do mal, de Satanás e do Inferno, devemos insistir sempre na noção de liberdade. Deus nos cria bons, mas livres. Se não fôssemos livres, não poderíamos amar. Se eu não posso dizer “não”, o meu “sim” não tem valor. Satanás escolheu dizer “não” a Deus; o arcanjo São Miguel (por exemplo) escolheu dizer “sim”.

Dê exemplos concretos para as crianças

Sejamos cautelosos com as apresentações (ou representações) do diabo, que o mostram como uma figura hedionda, assustadora e repulsiva. Certamente, ele é assustador e repulsivo na realidade. Mas raramente na aparência. É assim que ele nos engana. Satanás é o Sedutor, o Maligno. Ele se apresenta para nós sob um exterior cheio de charme e sedução. Vamos ilustrar nossos exemplos com detalhes da vida das crianças: “para fazer com que você não faça o dever de casa, ele sugere o prazer que você teria em brincar; para tentá-lo, ele lembra o delicioso sabor dos chocolates que você recebeu no Natal; quando você faz algo errado, ele tenta persuadi-lo de que não é grave, que não importa, que você está certo em buscar, acima de tudo, seu próprio prazer … “.

Mais uma vez, vamos nos esforçar para que não haja confusão na mente das crianças. Deve ser explicado a elas que, quando eles cometem algum mal, o diabo e Deus, cada um a seu modo, um falso, o outro verdadeiro, lhe dizem: “Não é tão sério assim”. Mas o que o diabo quer fazer você acreditar é: “Não se preocupe em fazer o mal, porque não é grave nem importante”. Enquanto Deus diz: “É mal, mas se você quiser, se você me pede para reconhecer o engano do seu ato, eu te perdoo pelo que você fez. Meu amor é sempre mais forte. “

Quando falamos sobre o diabo as crianças, quando nós respondemos a perguntas sobre o assunto, não devemos esquecer de mencionar sempre Aquela que Deus escolheu para esmagar a cabeça de Satanás: a Virgem Maria. Podemos mostrar às crianças, por exemplo, uma medalha milagrosa na qual Maria é representada com uma cobra no chão, sob seus pés. Esta cobra é a representação de Satanás. Em Maria, Satanás é vencido, esmagado, porque Maria nunca o ouviu, nunca o obedeceu. Sempre, desde o primeiro momento de sua existência, Maria permaneceu sem pecado. Vamos rezar e pedir que ela nos guarde das ciladas do Maligno.

Por Christine Ponsard, via Aleteia

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