Eucaristia – Sou Catequista https://soucatequista.com.br Milhares de Artigos dos mais variados temas da Igreja Católica para a sua Catequese, Cursos, Downloads e muito mais! Thu, 30 May 2024 10:00:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://soucatequista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/cropped-ico-1-32x32.png Eucaristia – Sou Catequista https://soucatequista.com.br 32 32 Corpus Christi: solene celebração da grandeza do mistério eucarístico https://soucatequista.com.br/corpus-christi-solene-celebracao-da-grandeza-do-misterio-eucaristico/ https://soucatequista.com.br/corpus-christi-solene-celebracao-da-grandeza-do-misterio-eucaristico/#respond Thu, 30 May 2024 10:00:17 +0000 http://carmelitas.org.br/?p=3987 A Solenidade de Corpus Christi (Corpo de Cristo) acontece sempre na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. O mistério da Eucaristia é solenemente celebrado pela Igreja sendo o único dia do ano em que o Santíssimo Sacramento sai em procissão em nossas ruas. Nesta Solenidade, os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento.

O Corpus Christi foi celebrado a primeira vez em 1247, na diocese de Liège, na Bélgica, por iniciativa da freira Juliana de Mont Cornillon, que desde jovem tinha veneração ao Santíssimo Sacramento. Santa Juliana teve consecutivas visões de um astro semelhante à lua, totalmente brilhante, porém com uma incisão escura. O próprio Jesus Cristo revelou que a lua significava a Igreja, a sua claridade as festas e, a mancha, sinal da ausência de uma data dedicada ao Corpo de Cristo. Ao levar o caso para o bispo local, foi instituída a festa na diocese.

Na Solenidade do Corpo e do Sangue de Cristo celebramos a mais plena união do Esposo com a Esposa, pois é na Comunhão Eucarística que Jesus une-se de forma plena com a Igreja, ou seja, com cada fiel que professa e vive a fé do Corpo de Cristo. O Papa Emérito Bento XVI nos explica:  “A Eucaristia é o Sacramento do Deus que não nos deixa sozinhos no caminho, mas se coloca ao nosso lado e nos indica a direção. Ele mesmo se fez “via” e caminha juntamente conosco, para que a nossa liberdade tenha também o critério para discernir o caminho justo e percorrê-lo”.

Em um profundo entendimento acerca da concepção da Eucaristia, Santo Inácio de Antioquia nos ensina que: “Cuidai de participardes de uma só Eucaristia, porque há uma só carne de nosso Senhor Jesus Cristo e um só cálice para a união com seu sangue, um só altar, como um só bispo com os presbíteros e os diáconos, meus companheiros de serviço”. Enfim, a unidade da Igreja é manifestada em sua realidade específica e objetiva quando os fiéis se reúnem em torno do Bispo “o mesmo lugar”, para receberem a comunhão do único pão e do único cálice.

Santo Agostinho nos ensina que a Eucaristia cria a Igreja: “É o mistério de vós mesmos que é colocado sobre a mesa do Senhor; é o mistério de vós mesmos que recebeis. É ao que sois que respondeis Amém e ao que por vossa resposta aderis. Com efeito, quando ouvis as palavras ‘Corpo de Cristo’, respondeis Amém. Sede membros do Corpo de Cristo, para que esse amém seja verdadeiro” (Sermão 272). Somos nós, os fiéis, que somos oferecidos e consagrados na Eucaristia: “Vós está lá, na mesa, vós está lá, no cálice” (Sermão 229). Pela comunhão do corpo eclesial: “Se receberdes, sois o que recebestes” (Sermão 227). O Corpo de Cristo, a Igreja, se oferece, portanto, para se tornar o Corpo de Cristo sacrificado, o sacramento: “Eis o sacrifício dos cristãos, esse corpo único, que nós, muitos, formamos em Cristo (Rm 12,5); é o sacrifício que a Igreja celebra no sacramento do altar, tão conhecido dos fiéis; por ele mostra-se à Igreja que, ao oferecê-lo, é também oferecida a Deus” (A Cidade de Deus 10, 6).

Rezemos juntos a Sequência da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

Terra, exulta de alegria, louva teu pastor e guia com teus hinos, tua voz!

Tanto possas, tanto ouses, em louvá- -lo não repouses: sempre excede o teu louvor!

Hoje a Igreja te convida: ao pão vivo que dá vida vem com ela celebrar!

Este pão que o mundo o creia! por Jesus, na santa ceia, foi entregue aos que escolheu.

Nosso júbilo cantemos, nosso amor manifestemos, pois transborda o coração!

Quão solene a festa, o dia, que da santa Eucaristia nos recorda a instituição!

Novo Rei e nova mesa, nova Páscoa e realeza, foi-se a Páscoa dos judeus.

Era sombra o antigo povo, o que é velho cede ao novo: foge a noite, chega a luz.

O que o Cristo fez na ceia, manda à Igreja que o rodeia repeti-lo até voltar.

Seu preceito conhecemos: pão e vinho consagremos para nossa salvação.

Faz-se carne o pão de trigo, faz-se sangue o vinho amigo: deve-o crer todo cristão.

Se não vês nem compreendes, gosto e vista tu transcendes, elevado pela fé.

Pão e vinho, eis o que vemos; mas ao Cristo é que nós temos em tão ínfimos sinais…

Alimento verdadeiro, permanece o Cristo inteiro quer no vinho, quer no pão.

É por todos recebido, não em parte ou dividido, pois inteiro é que se dá!

Um ou mil comungam dele, tanto este quanto aquele: multiplica-se o Senhor.

Dá-se ao bom como ao perverso, mas o efeito é bem diverso: vida e morte traz em si…

Pensa bem: igual comida, se ao que é bom enche de vida, traz a morte para o mau.

Eis a hóstia dividida… Quem hesita, quem duvida? Como é toda o autor da vida, a partícula também.

Jesus não é atingido: o sinal é que é partido; mas não é diminuído, nem se muda o que contém.

Eis o pão que os anjos comem transformado em pão do homem; só os filhos o consomem: não será lançado aos cães!

Em sinais prefigurado, por Abraão foi imolado, no cordeiro aos pais foi dado, no deserto foi maná…

Bom pastor, pão de verdade, piedade, ó Jesus, piedade, conservai-nos na unidade, extingui nossa orfandade, transportai-nos para o Pai!

Aos mortais dando comida, dais também o pão da vida; que a família assim nutrida seja um dia reunida aos convivas lá do céu!

Fonte: comshalom.org

]]>
https://soucatequista.com.br/corpus-christi-solene-celebracao-da-grandeza-do-misterio-eucaristico/feed/ 0
RESTAURAR TODAS AS COISAS EM CRISTO https://soucatequista.com.br/restaurar-todas-as-coisas-em-cristo/ https://soucatequista.com.br/restaurar-todas-as-coisas-em-cristo/#respond Fri, 01 Apr 2022 03:19:42 +0000 https://revistaavemaria.com.br/?p=68192 São Pio X é conhecido como o “Papa da Eucaristia”. Foi ele que decretou a permissão para que as crianças possam comungar desde que compreendam quem está na hóstia consagrada e animou os fiéis a recebê-la todos os dias. O lema do seu pontificado foi “Restaurar todas as coisas em Cristo”.

O Papa Pio X, ao escolher o lema de seu pontificado, tinha em seu coração um grande desejo: “Não quero ser, e com o socorro divino não hei de ser, no meio das sociedades humanas outra coisa senão o ministro de Deus que me revestiu da sua autoridade.

Os interesses dele são os meus interesses; consagrar-lhes as nossas forças e a nossa vida, tal deve ser a nossa resolução inabalável” (Carta Encíclica E Supremi Apostolatus).

Esse desejo pode ser expresso em sua primeira encíclica. Ele afirma, ainda, que para traduzir tal tema só assumido o lema “Restaurar todas as coisas em Cristo”.

Seus ensinamentos nos ajudam a viver a fé nos dias de hoje. Foi grande defensor dos pobres, fracos e oprimidos. Durante seu pontificado, denunciou muitos casos de maus tratos aos indígenas do Peru. Parecido com o Papa Francisco, sempre visitava os pátios e praças do Vaticano para pregar e explicar com alegria o evangelho.

Pio X denunciou os erros do modernismo e afirmava que “Haurimos coragem naquele que nos conforta; e, pondo mãos a obra, sustentado pela força divina, declaramos que o nosso fito único, no exercício do Sumo Pontificado, é restaurar tudo em Cristo (cf. Ef 1,10) a fim de que Cristo seja tudo e em tudo (cf. Col 3,14)”. Agiu como verdadeiro pastor, sobretudo quando se tratava de manter os direitos e a liberdade da Igreja e quando a pureza e integridade da verdade católica exigiam afirmação e defesa. Usou de firmeza para manter a disciplina eclesiástica quando as influências modernistas incitavam o clero.

Ele lembra a todos que o caminho para realizar a vontade de Deus passa pela Igreja: “Ora, onde está a via que nos dá acesso a Jesus Cristo? Está debaixo dos nossos olhos: é a Igreja. Diz-no-lo com razão São João Crisóstomo: ‘A Igreja é a tua esperança, a Igreja é a tua salvação, a Igreja é o teu refúgio’ (homilia De Capto Eutropio, 6). Foi para isso que Cristo a estabeleceu, depois de adquiri-la ao preço do seu sangue; foi para isso que Ele lhe confiou a sua doutrina e os preceitos da sua lei, prodigalizando-lhe ao mesmo tempo os tesouros da graça divina para a santificação e salvação dos homens”.

Por fim, recordou a todos nós que a obra está confiada a cada batizado: “Vedes, pois, veneráveis irmãos, que obra nos é confiada, a nós e a vós. Trata-se de reconduzir as sociedades humanas, desgarradas longe da sabedoria de Cristo, reconduzi-las à obediência da Igreja; a Igreja, por seu turno, submetê-las-á a Cristo, e Cristo a Deus. E, se pela graça divina nos for dado realizar essa obra, teremos a alegria de ver a iniquidade ceder lugar à justiça e folgaremos de ouvir uma grande voz dizendo do alto dos Céus: ‘Agora é a salvação, e a virtude, e o reino de nosso Deus e o poder de seu Cristo1 (Ap 12,10)”.

Que aprendamos com o São Pio X a restaurar tudo em Cristo a fim de que jesus Cristo seja tudo e em tudo!

]]>
https://soucatequista.com.br/restaurar-todas-as-coisas-em-cristo/feed/ 0
Atenção ao pão https://soucatequista.com.br/atencao-ao-pao/ https://soucatequista.com.br/atencao-ao-pao/#respond Tue, 27 Jul 2021 13:38:49 +0000 https://carmelitas.org.br/?p=12276 Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba (MG)

 

Não existe vida sem alimento. Podemos imaginar o quanto sofre quem vive nas condições reais de fome. Na palavra “pão” estão imaginados e contidos todos os alimentos que são necessários para a sobrevivência de algum ser, seja ele humano ou animal. Os vegetais também dependem do cuidado dado à terra, dos insumos e de água para que se desenvolvam, cresçam e produzam seus frutos.

Na palavra “pão” encontramos também a dimensão da Eucaristia, como um dos alimentos de vida eterna, o próprio Cristo Eucarístico, que sustenta a fé e a espiritualidade dos seguidores do Mestre Jesus. No caminho do deserto foi dado ao povo peregrino, que estava em direção à Terra Prometida, o maná como alimento (Ex 16,15), para sustento nos momentos difíceis da vida do seu povo.

O Brasil vive uma profunda crise de fome. São milhares de famílias sem alimento e sem o básico para a sobrevivência. Isso afeta as pessoas na sua identidade e dignidade e as impede de realizar seus objetivos, sua vocação, que é próprio de todo ser humano. A falta de alimento desorganiza a vida dos indivíduos e que ficam sem forças, sem estímulo e sem esperança para lutar.

No empenho pela vida, a experiência na prática da fé pode ser um caminho renovador de coragem para encontrar novas saídas. As pessoas são muito criativas e dotadas de dons divinos para agir, mas dependem de condições favoráveis para colocar suas virtudes em ação. Não basta querer agir se não existem verdadeiras políticas públicas de sustentação de quem luta abrindo caminhos na vida.

Por ter multiplicado pães e peixes, dando de comer a muita gente, Jesus era seguido por grandes multidões, porque viam nele uma esperança, o sinal de uma possibilidade de vida. As pessoas não entendiam o proceder de Jesus quando realizava esses milagres, como da multiplicação dos pães. Era uma forma de mostrar o poder de Deus e provocar no povo uma atitude concreta de fé.

O pão da vida é o próprio Cristo. A Eucaristia não é igual a um alimento passageiro, como acontecia com o maná no deserto. Cristo é o novo maná, como ele mesmo diz: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6,35), que não alimenta só o corpo físico, mas é sustentação de vida eterna, que possibilita a pessoa a dar passos na sua dimensão espiritual, de encontro pessoal com Deus. valorizemos a Eucaristia.

FONTE: CNBB

]]>
https://soucatequista.com.br/atencao-ao-pao/feed/ 0
O que é necessário para receber a Primeira Eucaristia? https://soucatequista.com.br/o-que-e-necessario-para-receber-a-primeira-eucaristia/ https://soucatequista.com.br/o-que-e-necessario-para-receber-a-primeira-eucaristia/#respond Thu, 15 Jul 2021 14:33:41 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=116550 A eucaristia é 1 dos 3 sacramentos de iniciação cristã. Juntamente com o Batismo e Cristo que introduzem o fiel – criança ou adulto – no seio da Igreja, sua Mãe, conduzindo-o até Jesus. A pergunta que fazemos é: como despertar na criança u adulto esse sentimento de pertença e o de importância desse sacramento que refletirá na vivência de toda uma vida próxima da Eucaristia? Afinal:

“A Eucaristia é verdadeiramente um pedaço de céu que se abre sobre a terra; é um raio de glória da Jerusalém celeste, que atravessa as nuvens da nossa história e vem iluminar o nosso caminho” (Ecclesia de Eucharistia, João Paulo II, § 19).

Os sacramentos que iniciam à vida cristã colocam o fiel em comunhão com a missão e vida de Jesus, demonstrando assim sua importância e indispensabilidade. Em casa toda catequese se inicia: e no seio da família que a criança, conduzida pelos pais, irmãos, avós, e/ou tios, irá entender a importância da vivencia desse mistério. E assim, os catequistas das comunidades devem auxiliar os pais nessa força-tarefa! Daí a importância de acompanhamento com os pais… (Fica a dica!)

Nas celebrações, é bom que a criança, jovem ou adulto seja envolvido nas celebrações para adquirir amor, zelo e pertença diante do sagrado mistério, criando amor à Igreja, aos sacramentos e à vivência da fé. Os fieis, sobretudo as crianças devem entender e sentir que a igreja é sua casa. Colocá-las para fazer leituras, participar do ofertório, acolhida, etc. torna-se uma ferramenta útil nesse processo. Assim, se alegrará em fazer-se parte.

Por não necessitar de padrinhos, a catequese da Primeira Eucaristia precisa ser aplicada com cuidada para que seja despertado um profundo amor a Jesus e a Igreja, afim de que livremente os busque, por amor e não por obrigação. Assim, em alguns casos é mais que necessário passar todo o conhecimento da fé quando o catequisando não o recebeu em casa.

Saber que os sacramentos conduzem à Deus e que a Igreja é Mãe e instrumento que nos conectam com a Pessoa de Deus é indispensável. Depois de gerar o amor na pertença à Igreja, na vivência dos sacramentos e serviço, mostrar que toda a experiência de fé agora, é fruto de sua liberdade e responsabilidade é a chave para a permanência dos catequisando na Igreja como um todo.

Por Caio Vieira

]]>
https://soucatequista.com.br/o-que-e-necessario-para-receber-a-primeira-eucaristia/feed/ 0
A Missa de sábado substitui a Missa dominical de preceito? https://soucatequista.com.br/a-missa-de-sabado-substitui-a-missa-dominical-de-preceito/ https://soucatequista.com.br/a-missa-de-sabado-substitui-a-missa-dominical-de-preceito/#respond Thu, 08 Jul 2021 14:02:56 +0000 https://carmelitas.org.br/?p=12039 A resposta se baseia no fato de que os domingos e as solenidades, liturgicamente, começam após a hora nona do dia anterior

A Missa de sábado substitui a Missa dominical de preceito? Esta é uma indagação frequente entre muitos fiéis e quem respondeu a ela, mediante um comentário em sua rede social, foi o pe. Wellington José de Castro, da arquidiocese de Campo Grande.

Eis a explicação oferecida pelo sacerdote:

“Não é raro alguém me perguntar: ‘Padre, a Missa de sábado já vale pelo domingo?’, querendo saber, obviamente, se já se cumpre o preceito dominical (sim, é um preceito canônico!) participando do Santo Sacrifício no sábado à tardinha/à noite.

A confusão é feita, muito provavelmente, pelo desconhecimento de que os domingos e as solenidades, diferentemente dos demais dias, começam após a hora nona do dia anterior, ou Primeiras Vésperas. Quer dizer que, canônica e liturgicamente, sábado à tarde (pelas 16h) já é domingo! Por exemplo: 3 de julho de 2021, sábado, é a festa do apóstolo São Tomé, mas o formulário a ser utilizado nas celebrações da noite desse sábado já será o do domingo (no caso, o XIV do tempo comum)”.

A Missa de sábado substitui a Missa dominical de preceito?

O sacerdote prossegue citando o Magistério da Igreja:

“Assim nos garante a carta apostólica Dies Domini, do Papa João Paulo II, de 1998:

‘Uma vez que a participação na Missa é uma obrigação dos fiéis, a não ser que tenham um impedimento grave, impõe-se aos Pastores o relativo dever de oferecer a todos a possibilidade efetiva de satisfazer o preceito. Nesta linha, se colocam certas disposições do direito eclesiástico, como, por exemplo, a faculdade que o sacerdote, após autorização prévia do Bispo diocesano, tem de celebrar mais de uma Missa ao Domingo e dias festivos, a instituição das Missas vespertinas, e ainda a indicação de que o tempo útil para o cumprimento do preceito começa já na tarde de sábado em coincidência com as primeiras Vésperas do domingo. Do ponto de vista litúrgico, o dia festivo tem efetivamente início com as referidas Vésperas. Consequentemente, a liturgia da Missa, designada às vezes «pré-festiva», mas que realmente é «festiva» para todos os efeitos, é a do domingo, tendo o celebrante a obrigação de fazer a homilia e de rezar com os fiéis a oração universal’ (49).

Sendo a Eucaristia o verdadeiro coração do domingo, compreende-se por que razão, desde os primeiros séculos, os Pastores não cessaram de recordar aos seus fiéis a necessidade de participarem na assembleia litúrgica. Mas claro que só isso não basta para ‘santificar’ o domingo, embora a participação litúrgica seja essencial:

‘Na verdade — ainda segundo o documento —, o dia do Senhor é bem vivido se todo ele estiver marcado pela lembrança agradecida e efetiva das obras de Deus. Ora, isto obriga cada um dos discípulos de Cristo a conferir, também aos outros momentos do dia passados fora do contexto litúrgico — vida de família, relações sociais, horas de diversão —, um estilo tal que ajude a fazer transparecer a paz e a alegria do Ressuscitado no tecido ordinário da vida. Por exemplo, o encontro mais tranquilo dos pais e dos filhos pode dar ocasião não só para se abrirem à escuta recíproca, mas também para viverem juntos algum momento de formação e de maior recolhimento’ (52).

Portanto, é de suma importância que cada fiel se convença de que não pode viver a sua fé, na plena participação da vida da comunidade cristã, sem tomar parte regularmente na assembleia eucarística dominical”.

 

FONTE: ALETEIA 

]]>
https://soucatequista.com.br/a-missa-de-sabado-substitui-a-missa-dominical-de-preceito/feed/ 0
Dom Odilo: “Tantum Ergo Sacramentum” (Tão Sublime Sacramanento) https://soucatequista.com.br/dom-odilo-tantum-ergo-sacramentum-tao-sublime-sacramanento/ https://soucatequista.com.br/dom-odilo-tantum-ergo-sacramentum-tao-sublime-sacramanento/#respond Fri, 04 Jun 2021 07:15:26 +0000 https://carmelitas.org.br/?p=11624 A Eucaristia é para nós o sinal do próprio Jesus Cristo, Filho de Deus, no meio da humanidade. Não apenas de sua presença, mas de sua Pessoa.

A celebração festiva da Solenidade de Corpus Christi, pelo segundo ano consecutivo, fica prejudicada por causa da pandemia de COVID-19. Neste ano, além de tudo, a quinta-feira de Corpus Christi não é feriado civil em São Paulo, uma vez que este já foi antecipado para janeiro passado. De toda maneira, as procissões e aglomerações são ainda desaconselhadas por causa das situações de risco que poderiam gerar para a saúde da população.

Nem por isso, porém, o significado religioso e a solenidade litúrgica deixam de ser celebrados pela Igreja. Nas paróquias e igrejas haverá celebrações solenes da Eucaristia, momentos eucarísticos para a adoração e o louvor a Deus por “tão sublime Sacramento”. A solenidade anual tem o objetivo de destacar a importância da Eucaristia na vida da Igreja e de cada cristão, e de manifestar o testemunho público da fé católica naquilo que o Sacramento da Eucaristia representa para nós.

Antes de tudo, a Eucaristia é para nós o sinal do próprio Jesus Cristo, Filho de Deus, no meio da humanidade. Não apenas de sua presença, mas de sua Pessoa. Na Última Ceia, quando instituiu o rito eucarístico, com pão e vinho, palavras e gestos, Jesus recomendou que esse rito fosse celebrado para sempre – “Em memória de mim” (cf. Lc 22,19). No sentido bíblico, “fazer em memória” é uma expressão densa de significados e não se refere apenas à mera lembrança de algo ou alguém do passado, mas é como trazer para o presente uma realidade, para torná-la presente outra vez e para se inserir nela.

É por isso que, na celebração do Sacramento da Eucaristia, nós não apenas fazemos a memória de quem Jesus foi, do que Ele fez, ensinou e significou no passado, mas o celebramos como realmente presente para nós hoje. Ao mesmo tempo, colocamo-nos diante daquilo que celebramos como diante de algo que diz respeito a nós também. O Evangelho é proclamado a nós agora; e, como testemunhas, proclamamos nossa fé na Paixão e Morte redentoras e anunciamos a Ressurreição de Jesus. Agradecidos, vamos à ceia do Senhor e recebemos o Pão da Vida, como outrora os apóstolos o receberam das próprias mãos do Senhor. Celebrando a Eucaristia, proclamamos nossa esperança na participação plena no banquete da vida eterna e somos fortalecidos para cumprir nossa missão de testemunhas do Evangelho em nossa vida diária.

Não é sem razão que a Igreja ensina que a Eucaristia contém em si todo o bem da Igreja, porque ela é o Sacramento do próprio Jesus Cristo e de tudo o que Ele é e representa para a Igreja e a humanidade. Ele é o Filho de Deus, Salvador, vindo ao nosso encontro com o poder de Deus para nos salvar e mostrar a misericórdia e a benevolência de Deus para conosco. Jesus Cristo é a expressão máxima do amor e da misericórdia de Deus para conosco. Por isso, a Eucaristia também é chamada “Sacramento do Amor”. Ele é “palavra da salvação” para nós, proclamada com abundância na celebração eucarística. Ele é o caminho, a verdade e a vida e, se por ele andarmos durante a vida, teremos certezas e caminharemos seguros.

A Solenidade de Corpus Christi, neste ano, não pôde ser celebrada com as manifestações públicas de nossa fé em “tão sublime Sacramento”, como seria nosso desejo. Mas isso não impediu que tivéssemos missas em nossas igrejas e que delas participássemos ao longo do dia, quer presencialmente, quer pelas mídias e meios de comunicação, que as transmitem em abundância. Pudemos, também, passar algum tempo em silenciosa oração diante do Santíssimo Sacramento exposto nas igrejas, fazendo uma profunda e demorada ação de graças, renovando pessoalmente nossa fé na Eucaristia. Aconselho especialmente a ler de maneira pausada o capítulo 17 do Evangelho de São João, que traz a grande oração de Jesus após a Última Ceia e antes de sofrer a Paixão.

Neste ano, em vista da persistente situação de pandemia, podemos lembrar, em nossa missa e oração diante da Eucaristia, a condição de tantos doentes e pessoas que sofrem os seus efeitos. Lembrando que Eucaristia e caridade fraterna sempre estão unidas, podemos recolher alimentos para os numerosos pobres de nossa cidade. Com toda certeza, mesmo não podendo preparar os tradicionais tapetes coloridos pelas ruas nem fazer nossas procissões eucarísticas, a festa de Corpus Christi não precisa ficar vazia. Será uma celebração feita de maneira diferente, sem perder o significado e sem deixar de ser uma bela manifestação de nossa fé eucarística.

FONTE: O SÃO PAULO

]]>
https://soucatequista.com.br/dom-odilo-tantum-ergo-sacramentum-tao-sublime-sacramanento/feed/ 0
Você sabe o que é o viático? https://soucatequista.com.br/voce-sabe-o-que-e-o-viatico/ https://soucatequista.com.br/voce-sabe-o-que-e-o-viatico/#respond Tue, 30 Jun 2020 11:00:56 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=104188 Viático (ou “viaticum”) é um termo que tem uma longa história e muito simbolismo para a Igreja Católica. A rigor, a palavra é usada para denotar o recebimento da Santa Comunhão por uma pessoa doente no leito de morte.
Essa definição está no Compêndio do Catecismo da Igreja Católica:

“É a Eucaristia recebida por aqueles que estão para deixar esta vida terrena e se preparam para a passagem à vida eterna. Recebida no momento da passagem deste mundo ao Pai, a Comunhão do Corpo e Sangue de Cristo morto e ressuscitado é semente de vida eterna e potência de ressurreição”.

A palavra deriva de uma antiga tradição greco-latina acerca de uma refeição compartilhada por aqueles que partiam para uma viagem. Por esse motivo, o “viaticum” é frequentemente chamado de “alimento para a jornada”, em referência ao alimento espiritual da Eucaristia e à jornada para a Vida Eterna.

O rito essencial do “viaticum” é conceder a Sagrada Comunhão a um indivíduo em perigo iminente de morte. Muitas vezes é precedido pelos sacramentos da Unção dos Enfermos e da Confissão.

A palavra tem uma história rica e bela e ilustra de maneira poética a passagem desta vida para a próxima, levando conosco o alimento espiritual de que precisamos.

Via Aleteia

]]>
https://soucatequista.com.br/voce-sabe-o-que-e-o-viatico/feed/ 0
10 fatos sobre a Eucaristia para recordar na Solenidade de Corpus Christi https://soucatequista.com.br/10-fatos-sobre-a-eucaristia-para-recordar-na-solenidade-de-corpus-christi/ https://soucatequista.com.br/10-fatos-sobre-a-eucaristia-para-recordar-na-solenidade-de-corpus-christi/#respond Thu, 11 Jun 2020 16:34:33 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=103326 Durante séculos, a Igreja e os santos animaram os fiéis ao amor a Eucaristia. Há inclusive algumas pessoas que entregam sua vida para protegê-la. Hoje, Solenidade de Corpus Christi, apresentamos 10 coisas que todo cristão deveria saber em relação a este grande milagre:

1. Jesus, reunido com seus apóstolos durante a Última Ceia, instituiu o sacramento da Eucaristia: “Tomai e comei; isto é meu corpo…” (Mt, 26, 26-28). Desta maneira fez com que os apóstolos participassem do seu sacerdócio e mandou que fizessem o mesmo em memória dele.

2. A palavra Eucaristia, derivada do grego eucharistía, significa “Ação de graças” e se aplica a este sacramento porque nosso Senhor deu graças ao seu Pai quando a instituiu; além disso, porque o Santo Sacrifício da Missa é a melhor maneira de dar graças a Deus pela Sua Bondade.

3. O Concílio de Trento define claramente: “No Santíssimo Sacramento da Eucaristia está contido verdadeira, real e substancialmente o Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, junto a sua Alma e Divindade. Em realidade Cristo se faz presente integralmente”.

4. Na Santa Missa, os bispos e sacerdotes transformam realmente o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Cristo durante a consagração.

5. A Comunhão é receber Jesus Cristo sacramentado na Eucaristia. A Igreja manda comungar pelo menos uma vez ao ano, em estado de graça, e recomenda a comunhão frequente. É muito importante receber a Primeira Comunhão quando a pessoa chega ao uso da razão, com a devida preparação.

6. O jejum eucarístico consiste em deixar de comer qualquer alimento ou bebida ao menos uma hora antes da Sagrada Comunhão, exceto água e remédios. Os doentes e seus cuidadores podem comungar embora tenham tomado algo na hora imediatamente antes.

7. A pessoa que comunga em pecado mortal comete um pecado grave chamado sacrilégio. Aqueles que desejam comungar e estão em pecado mortal não podem receber a Comunhão sem antes receber o sacramento da Penitência, pois para comungar não basta o ato de contrição.

8. Frequentar a Santa Missa é um ato de amor a Deus que deve brotar naturalmente de cada cristão. E também é uma obrigação guardar os domingos e festas religiosas de preceito, salvo quando impedido por uma causa grave.

9. A Eucaristia no Sacrário é um sinal pelo qual nosso Senhor está constantemente presente em meio do seu povo e é alimento espiritual para doentes e moribundos. Devemos prestar sempre nosso agradecimento, adoração e devoção à real presença de Cristo reservado no Santíssimo Sacramento.

10. No Vaticano, a Solenidade de Corpus Christi é celebrada na quinta-feira depois da Solenidade da Santíssima Trindade. Mas, em várias dioceses é comemorado no domingo posterior.

Via ACI Digital

]]>
https://soucatequista.com.br/10-fatos-sobre-a-eucaristia-para-recordar-na-solenidade-de-corpus-christi/feed/ 0
Posso deixar de ir à Missa na noite de Natal? https://soucatequista.com.br/posso-deixar-de-ir-a-missa-na-noite-de-natal/ https://soucatequista.com.br/posso-deixar-de-ir-a-missa-na-noite-de-natal/#respond Tue, 24 Dec 2019 11:35:48 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=92716 Ceias, revelações de amigo secreto, compra de presentes na última hora, festa em família. São tantos os eventos sociais que acontecem na noite de Natal, que muitos católicos são tentados a se esquecer (ou desistir) do compromisso maior da data: a celebração do nascimento de Jesus, que veio ao mundo para nos salvar.

Mas será que, para nós, é legítimo deixar de ir à igreja na noite de Natal para participar de outras comemorações?

No site A12.com, o Padre Luiz Camilo Júnior fala sobre isso. Veja abaixo o que o sacerdote tem a dizer:

“A Celebração Eucarística é o memorial da presença do Senhor Ressuscitado na vida da comunidade. A Eucaristia é a fonte e o ápice da vida cristã (LC 11). Na última ceia, antes de entregar sua vida no altar da cruz, Jesus quis fazer de si mesmo um dom de amor, se fez alimento no pão e o no vinho, “quem come o meu corpo e bebe o meu sangue, permanece em mim, e eu nele” (Jo 6,56).

Na Missa nos reunimos ao redor da Mesa da Palavra e da Mesa Eucarística para fazer memória desta entrega de Jesus e para que, comungando de sua vida, também possamos participar de sua missão. Na Missa temos a presença sacramental do Senhor, e em torno da pessoa de Jesus nos reunimos em comunidade para também crescer na vivência do amor e na comunhão fraterna.

Toda Missa é celebração do Mistério Pascal de Jesus. Em cada Eucaristia rezamos o mistério da sua cruz, morte e ressurreição. A Missa dominical ocupa um lugar de destaque na vida litúrgica da Igreja, pois o domingo é por excelência a páscoa continuada na vida dos cristãos. O Domingo, dia do Senhor, é o tempo especial da comunidade de fé se reunir para celebrar o mistério da vida de Jesus, que continua acontecendo na vida de todos que creem em sua Palavra e procuram viver o seu mandamento de amor.

Também há datas especiais e importantes no calendário litúrgico, cuja solenidade nos ajuda a rezar melhor o mistério da presença do Cristo Salvador, o Deus que se encarnou e veio morar no meio de nós. A Liturgia, mãe de todas as liturgias, é a Vigília Pascal, onde proclamamos o coração da nossa fé: A Ressurreição de Jesus. Todas as demais celebrações da Igreja continuam o mistério da fé celebrado na Páscoa.

O mistério da encarnação de Jesus também é elemento fundamental da nossa fé Cristã. A Missa do Natal celebra o profundo mistério de amor do Deus que se fez humano para nos tornar divinos. Participar da Missa do Natal nos coloca neste mistério do Deus que tanto nos amou que enviou o seu Filho para nos salvar (Jo 3,16).

Ir à Missa nunca deve ser mera obrigação formal, mas sim uma resposta de amor ao Deus que nos amou primeiro. Ir por aparência não vai significar nada. Devemos redescobrir a importância sagrada da Eucaristia na noite de Natal, em celebrar o Cristo, a Palavra eterna do Pai que se fez carne e que, na Eucaristia, continua se entregando por amor a todos nós. Ir somente por pensar que seja pecado faltar pode tirar a atitude fundamental da gratuidade do amor que deve ser a motivação primeira para buscar o Senhor.

O Natal é a celebração de Jesus que deseja mais uma vez nascer entre nós. Fazer a escolha em não participar da Missa de Natal unicamente por querer viver outra coisa neste dia, tira todo significado que o Natal traz, pois a primeira ceia é com Jesus. O Menino-Deus acolhido no altar é que dará sentido sagrado a ceia em família. Sem acolher verdadeiramente o Cristo, Deus-amor encarnado, nossa ceia de natal poderá ficar apenas no sabor dos pratos. E Natal tem que ser a celebração do amor de Deus que transforma a nossa vida.”

Via Aleteia com A12.com

]]>
https://soucatequista.com.br/posso-deixar-de-ir-a-missa-na-noite-de-natal/feed/ 0
Condições espirituais necessárias para receber a Eucaristia https://soucatequista.com.br/condicoes-espirituais-necessarias-para-receber-a-eucaristia/ https://soucatequista.com.br/condicoes-espirituais-necessarias-para-receber-a-eucaristia/#respond Mon, 11 Nov 2019 13:20:44 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=78402 Muitos, antes de receberem a Eucaristia, já se perguntaram: “Tenho eu as condições espirituais necessárias para receber a Eucaristia?”. Ao nos aproximarmos para receber a Santa Comunhão, é necessário que haja, em nossa alma, uma pré-disposição interior para tal graça a ser acolhida em nosso interior. O Concílio Ecumênico de Trento prescreve que a Eucaristia seja proposta aos fiéis “como antídoto, que nos liberta das culpas cotidianas e nos preserva dos pecados mortais”.

Todo antídoto tem por finalidade combater algum tipo de veneno mortal. Na vida cristã, o veneno que pode nos fazer morrer espiritualmente é o pecado. Portanto, cada um deve examinar a si mesmo, sua vida e consciência, acerca dos pecados cometidos e verificar se não há pecados graves que necessitem ser confessados. Caso não haja a oportunidade de confessar-se, desde que haja um motivo grave para tal, deve-se fazer um ato de contrição, que inclua o propósito de confessar-se o quanto antes.

Ao aproximar-se da sagrada mesa eucarística, é necessário que o fiel tenha consciência e discernimento pleno do seu ato. Não é raro pessoas comungarem sem as devidas condições espirituais. Em todo caso, que cada um examine a si mesmo.

A comunhão eucarística é para os pecadores, já que os santos não precisam comungar por estarem na plenitude da graça. No entanto, mesmo a Eucaristia tendo como destinatário pessoas pecadoras, é preciso que haja o discernimento necessário para recebê-la ativa, consciente e frutuosamente.

Hoje, vivemos em uma sociedade religiosa dos extremos! Para algumas pessoas, nada mais é pecado. Tudo está liberado! Tudo é permitido! Há ainda um outro grupo de pessoas que consideram tudo pecado. São dois extremos perigosos. É preciso o justo equilíbrio.

Uma das maneiras de demonstrarmos reverência à Sagrada Eucaristia é nos aproximarmos para recebê-la em estado de graça, livres de todos os pecados mortais.

Dentre as inúmeras condições espirituais necessárias para receber a Eucaristia, a nossa reverência e como nos aproximamos da santa comunhão também se revestem de outras atitudes, como o modo que nos vestimos, nosso caminhar, nossa participação ativa e consciente nos ritos litúrgicos do Sacrifício da Missa.

Importante também é o fiel, após comungar, fazer a sua ação de graças no momento propício, que é o silêncio após o canto de comunhão. Aquele momento não é apenas um espaço isolado dentro da liturgia eucarística, mas sim um tempo oportuno que convida à intimidade com o Senhor Jesus Cristo, que em nós faz sua morada.

Ao celebrarmos bem cada momento da liturgia do Santo Sacrifício da Missa, estaremos, desde o seu início, preparando-nos adequadamente para receber a comunhão eucarística com todos os frutos espirituais que em nós deseja se realizar plenamente.

Por Canção Nova

]]>
https://soucatequista.com.br/condicoes-espirituais-necessarias-para-receber-a-eucaristia/feed/ 0