intercessão – Sou Catequista https://soucatequista.com.br Milhares de Artigos dos mais variados temas da Igreja Católica para a sua Catequese, Cursos, Downloads e muito mais! Thu, 28 Oct 2021 11:30:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://soucatequista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/cropped-ico-1-32x32.png intercessão – Sou Catequista https://soucatequista.com.br 32 32 Rezemos pelos fiéis defuntos! https://soucatequista.com.br/rezemos-pelos-fieis-defuntos/ https://soucatequista.com.br/rezemos-pelos-fieis-defuntos/#respond Thu, 28 Oct 2021 11:30:20 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=116837 A Igreja, acolhendo uma tradição monástica que vem do século XI, dedica o dia 2 de novembro à memória dos fiéis defuntos. Depois de ter celebrado a glória e a felicidade dos Santos, no dia 1 de novembro, a Igreja dedica o dia 2 à oração de sufrágio pelos “irmãos que adormeceram na esperança da ressurreição”. Assim fica perfeita a comunhão de todos os batizados em Cristo.

A Igreja cerca de especial amor e devoção à memória dos fiéis defuntos, ofereendo-lhes sufrágios. Na morte de seus filhos, a Igreja celebra o Mistério Pascal do Filho de Deus, centro de nossa fé. O dia de finados é um convite à esperança, enquanto aguardamos – “até que ele venha”(cf 1Cor 11,26) – a consumação do mistério redentor em nossas vidas, através de nossa associação ao mistério da vida e da morte de Cristo!

A festa de finados é a rememoração da festa da Páscoa de Cristo celebrada na páscoa de nossos irmãos e irmãs que migraram deste mundo e entraram na Morada definitiva do Pai. A Palavra de Deus é o nosso alimento de esperança e coragem para trilhar o caminho da vida, levando em nossas mãos as nossas dores e alegrias, as nossas tristezas e as nossas esperanças.

Vivemos num mundo contraditório, que por um lado banaliza a morte e, por outro, considera-a um tabu, algo temível e a ser evitado. Será que isto que Jesus nos ensina sobre a morte? Certamente não! Para Cristo, a morte é um mistério sagrado, o momento em que partiremos desta vida para vivermos junto de Deus.

Cristo não quis evitar a morte, para em tudo imitar a nossa trajetória terrestre. Mas ainda: Cristo viveu a morte com amor; ele inseriu um sentido naquilo que não parecia ter sentido. Apesar da dor da morte daqueles que amamos, vivamos este momento com amor: deixemos partir aqueles que Deus chama, sejamos generosos com a vida que recebemos por um breve tempo, e um dia colheremos o cêntuplo – lá onde “Deus enxugará a lágrima de todos os olhos”(cf. Ap 21,4).

Diante da morte sejamos vigilantes(Cf. Lc 12,35-40) Lembre-se que a virtude da vigilância é por si mesma, uma atitude escatológica a aguardar constantemente o retorno do Senhor. Os servos vigilantes, a representar os membros da comunidade eclesial, são felizes porque o próprio Senhor, por ocasião de seu advento, fará a função de servo, cingindo-os e colocando-os à mesa. A vigilância escatológica é a virtude de quem aguarda o fato derradeiro. Por isso, o Filho do Homem que há de vir sobre as nuvens dos céus (Dn 7,13), por ocasião da Parusia, assemelha-se ao ladrão que não avisa a hora do assalto.

A vigilância supõe e exige um estado constante de preparação para o juízo escatológico, colocando os fiéis de Cristo em estado permanente de crise, de modo especial, aqueles que têm a missão de anunciar o Reino à semelhança do administrador fiel e prudente. Neste caso, a escatologia possui uma dimensão presente e eclesial, pois o juízo definitivo supõe a avaliação das atividades atuais dos fiéis, mediante as penas impostas pelo Senhor. A provação dos últimos tempos acentua a responsabilidade histórica do cristão, sobremaneira agradecido pelos bens messiânicos: a quem muito se deu e foi confiado, muito será pedido e reclamado.

Bento XVI advertiu: “Caros amigos, a Solenidade de Todos os Santos e a Comemoração de todos os fiéis defuntos dizem-nos que somente quem pode reconhecer uma grande esperança na morte, pode também levar uma vida a partir da esperança. Se nós reduzirmos o homem exclusivamente à sua dimensão horizontal, àquilo que se pode sentir de forma empírica, a própria vida perde o seu profundo sentido. O homem tem necessidade de eternidade, e para ele qualquer outra esperança é demasiado breve, é demasiado limitada.

O homem só é explicável, se existir um Amor que supere todo o isolamento, também o da morte, numa totalidade que transcenda até o espaço e o tempo. O homem só é explicável, só encontra o seu sentido mais profundo, se Deus existir. E nós sabemos que Deus saiu do seu afastamento e fez-se próximo, entrou na nossa vida e diz-nos: «Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá» (Jo 11, 25-26).

O Papa Francisco coloca como obra de misericórdia rezar pelos mortos: “A última obra de misericórdia espiritual pede para rezar pelos vivos e pelos defuntos. A essa podemos acrescentar também a última obra de misericórdia corporal, que convida a enterrar os mortos. Este último pode parecer um pedido estranho; e, em vez disso, em algumas partes do mundo que vivem sob o flagelo da guerra, com bombardeios que dia e noite semeiam medo e vítimas inocentes, esta obra é tristemente atual. A Bíblia tem um belo exemplo a propósito: aquele do velho Tobit que, arriscando a própria vida, enterrava os mortos apesar da proibição do rei (cfr Tb 1, 17-19; 2, 2-4).

Também hoje há quem arrisca a vida para dar sepultura às pobres vítimas das guerras. Portanto, esta obra de misericórdia corporal não está distante da nossa exigência cotidiana. E nos faz pensar naquilo que acontece na Sexta-Feira Santa, quando a Virgem Maria, com João e algumas mulheres, estavam junto à cruz de Jesus. Depois da sua morte, vem José de Arimateia, um homem rico, membro do Sinédrio, mas que se tornou discípulo de Jesus, e oferece para ele o seu sepulcro novo, escavado na rocha. Foi pessoalmente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus: uma verdadeira obra de misericórdia feita com grande coragem (cfr Mt 27, 57-60)!

Para os cristãos, a sepultura é um ato de piedade, mas também um ato de grande fé. Colocamos no túmulo o corpo dos nossos entes queridos, com a esperança de sua ressurreição (cfr 1 Cor 15, 1-34). Este é um rito que permanece muito forte e sentido no nosso povo, e que encontra ressonâncias especiais neste mês de novembro dedicado em particular à recordação e à oração pelos defuntos. Rezar pelos defuntos é, antes de tudo, um sinal de reconhecimento pelo testemunho que deixaram e o bem que fizeram. É um agradecimento ao Senhor por tê-los dado e pelo seu amor e sua amizade.

A Igreja reza pelos defuntos de modo especial durante a Santa Missa. Diz o sacerdote: “Lembrai-vos, Senhor, dos vossos filhos que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz. Dai a eles, Senhor, e a todos que repousam em Cristo, a beatitude, a luz e a paz” (Cânon romano). Uma recordação simples, eficaz, cheia de significado, porque confia os nossos entes queridos à misericórdia de Deus. Rezemos com esperança cristã que estejam com Ele no paraíso, à espera de nos encontrarmos juntos naquele mistério de amor que não compreendemos, mas que sabemos ser verdadeiro porque é uma promessa que Jesus fez. Todos ressuscitaremos e todos permaneceremos para sempre com Jesus, com Ele.”

Rezemos pelos fiéis defuntos! Hoje essa será nossa devoção. Amanhã será nossos irmãos que rezarão em favor de nossas almas. E, por favor, não se esqueça de rezar pelas almas do purgatório! Amém!

+ Eurico dos Santos Veloso

Arcebispo Emérito de Juiz de Fora, MG

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Por que rezar pelos mortos? https://soucatequista.com.br/por-que-rezar-pelos-mortos/ https://soucatequista.com.br/por-que-rezar-pelos-mortos/#respond Wed, 27 Oct 2021 11:30:47 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=116832 Mais um mês que chega e com ele mais um desafio que nos é pedido. Neste mês, o desafio espiritual que será proposto a nós é REZAR PELOS MORTOS. Este é um hábito que todo católico deveria ter, e que, quase sempre, acaba passando despercebido ou então o católico só tem o costume de ir às missas de sétimo dia e depois esquece da alma de quem morreu. Pois fique sabendo que temos este compromisso de rezar pelos mortos, e isso é bem importante!

Tem muita gente por aí que tem medo da morte. Criou-se uma imagem, como daquela caveira com a foice que vem ceifar a vida das pessoas, como sendo algo ruim. E de fato, nos apegamos tanto a esta vida material que temos medo do que virá depois que partirmos para a eternidade. Santa Teresinha do Menino Jesus disse que “a vida é um instante entre duas eternidades”, tendo em vista que o tempo de Deus é muito diferente do nosso chronos, este período, longo ou curto, que passamos na terra é um instante que Deus nos dá para cumprirmos com a Sua vontade encarnando como homens e mulheres.

Mas, como a maioria de nós ainda não tem esta compreensão, a morte se tornou mesmo algo temível. Medo de perder alguém querido, familiar ou mesmo de ver sua vida terrena acabar. É uma aflição que todo mundo passa, às vezes até de forma velada, mas que sempre dá aquele frio na barriga só de pensar. Nosso desafio de hoje é rezar por estas pessoas que morreram.

Mas, por que rezar por quem já “passou dessa pra uma melhor”?

Capela das VelasA própria Doutrina da Igreja vai nos ensinar que este é papel de todo cristão. Rezar por quem já se foi. O Corpo Místico da Igreja é formado por três partes: IGREJA MILITANTE, IGREJA PADECENTE e IGREJA TRIUNFANTE. Estas três partes se complementam e mutuamente estão em comunhão. Forma-se aqui uma corrente de oração que sustenta a fé da Igreja Católica na comunhão dos santos, não compreendendo somente aqueles que foram canonizados e são conhecidos.

A IGREJA MILITANTE somos nós, que aqui estamos vivos militando na terra em busca da santidade. A IGREJA PADECENTE é composta por aqueles que já morreram e se encontram em uma situação que necessitam de purificação, o que nós chamamos de purgatório. E a IGREJA TRIUNFANTE são aqueles que já faleceram mas que já gozam as alegrias celestes na eternidade, pois em vida conseguiram fazer a vontade de Deus.

Esta relação entre as três Igrejas funciona assim: a Igreja Triunfante está em constante intercessão pela Igreja Militante (nós) e esta deve estar em constante oração pela Igreja Padecente, a fim de que haja a purificação que as almas esperam no purgatório. É aqui que vamos ver o tamanho da importância de nós rezarmos pelas pessoas que já faleceram, uma vez que não sabemos ao certo onde essa pessoa se encontra, se já na Glória celeste ou na espera por purificação.

Este deveria ser um costume diário, o de rezar pelos mortos. Tal purificação depende muito de nossas orações como Igreja Militante. Não ficando somente nas missas de sétimo dia, um mês ou um ano. Temos que oferecer nosso sacrifício todos os dias pelos que já foram, especialmente pelos nossos familiares antepassados. Ah, e não precisa ficar com medo porque morto nenhum vem puxar os pés de ninguém durante a noite!

Quer algumas dicas de como criar este hábito? Então lá vai:

– Perca esse preconceito de que a morte é algo ruim e que dá medo mexer com os mortos. A oração é a melhor coisa a se fazer por quem já faleceu. Esta alma lhe será grata.

– Lembre-se de seus parentes falecidos na hora da missa. Antes de começar e na oração que o sacerdote dedica às almas.

– Estimule no seu grupo de oração, grupo de jovens, este tipo de hábito. Uma oração comunitária pelos mortos também enriquece o espírito de um grupo e faz com que esse preconceito seja desmistificado.

Everton Lucas, Apresentador e estudante de comunicação, “Jovens de Maria”

 

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O que fazer nos momentos de perigo? Invoque a Virgem Maria https://soucatequista.com.br/o-que-fazer-nos-momentos-de-perigo-invoque-a-virgem-maria/ https://soucatequista.com.br/o-que-fazer-nos-momentos-de-perigo-invoque-a-virgem-maria/#respond Wed, 21 Jul 2021 12:41:23 +0000 https://carmelitas.org.br/?p=12198 Ela é nossa Mãe Celestial e vai nos ajudar

Todos os dias, antes de sair de casa, passo em frente a uma bela imagem que ganhei de minha sobrinha. É a Virgem de Fátima. Eu inclino a cabeça e, entusiasmado, lhe digo:

“Eu te saúdo, Maria!”

Eu adoro honrar e bajular a nossa bela Mãe Celestial. E o faço depois de lembrar de uma história que li, certa vez, sobre São Bernardo.

No pátio interno do convento, havia uma imagem da Santíssima Virgem Maria. Bernardo tinha o costume de passar meditando pelo pátio e, quando estava perto da imagem, parava alguns segundos, sorria para ela e lhe dizia carinhosamente: “Eu te saúdo, Maria!”. Isso aconteceu durante anos, até que um dia a imagem tomou vida e lhe respondeu: “Eu te saúdo, Bernardo!”.

Vocês podem dizer: é só uma imagem, por que cumprimentá-la? E eu digo: pelo mesmo motivo que você tira uma foto de sua esposa ou de seus filhos da carteira e lhe dá um beijo. Você faz isso pelo que a foto representa para você. Ao vê-la, você se lembra do amor que tem pela sua família. A imagem é como uma foto. Ela nos lembra do amor que a Virgem tem por nós. Simples assim.

Os grandes santos de nossa Igreja foram grandes devotos da Virgem Maria. Ela sempre os ajudou em suas dificuldades, por piores que parecessem.

Há um cumprimento de São João Eudes que eu adoro:

Pelas manhãs, eu gosto de passar em frente a ela e pedir: Cumprimente este seu filho”. Este gesto simples me ajuda a ficar mais perto de Jesus e Maria. Desta forma, eu me entrego a seus cuidados e sua proteção. Preciso que a Virgem cuide de mim, pois sou desorganizado e destraído. E posso falhar quando eu descuido e abandono a oração. Somos fracos por natureza e precisamos dos cuidados da Mãe Celestial.

Eu fico encantado por saber que sou filho espiritual da santíssima. Minha mãe costumava falar para mim e para os meus irmãos: “Nunca se esqueçam de que vocês têm uma Mãe no céu”.

E você? Sente que não sabe como levar adiante a sua vida em meio a tantas dificuldades? Então, siga esta recomendação de São Bernardo:

 “Nos perigos, nas angústias e nas dúvidas, lembre-se de Maria, invoque Maria”.

Deus te abençoe e a Virgem Santíssima te cubra com o seu manto!

Força!

 

FONTE: ALETEIA

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Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores https://soucatequista.com.br/santa-maria-mae-de-deus-rogai-por-nos-pecadores/ https://soucatequista.com.br/santa-maria-mae-de-deus-rogai-por-nos-pecadores/#respond Tue, 02 May 2017 17:00:04 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=78333 A belíssima tradição que consagra a Nossa Senhora o mês de maio ilumina a devoção popular e põe em nosso coração e em nossa boca a oração: “Ave, Maria, cheia de graça!” Alegra-te, cheia de graça! (Cf. Lc 1, 28). A alegria desceu do Céu e entrou em tua casa, tu que és causa de nossa alegria! Nós te saudamos, Virgem Maria, porque és o vaso precioso escolhido por Deus, para que a graça manifestasse toda a sua força, quando o Filho Eterno do Pai se encarnou em teu seio puríssimo. Obrigado porque teu exemplo provoca em nós o abandono de todo o rastro deixado pelo pecado em nossas intenções e desejos. Cheia de graça, intercede junto de Deus por nós, para que exista em nosso coração o horror ao pecado e à maldade. Faze-nos apaixonados pelo bem e pela virtude!

salve-maria

O Senhor está contigo

Ressoe em teu coração, para que digas “e com teu espírito”, a saudação do Anjo. A força de Deus, Gabriel, manifestou-se a ti, no silêncio potente da Casa de Nazaré. De fato, Deus não é rumoroso, age na serenidade e na calma. De fato, “na serenidade está a salvação, na calma e na confiança, está a nossa força” (Cf. Is 30, 15). No meio do reboliço de nossa vida tão agitada, queremos estar contigo. Acolhe-nos, Mãe querida, em teu regaço de amor, que recebe a Palavra Eterna do Pai, que quer fazer-se carne em teu ventre, para a salvação do mundo.

Bendita és tu entre as mulheres

Nosso mundo clama por mulheres benditas! Benditas na escolha que Deus fez delas, para serem sinal da ternura, tão esquecida em nosso tempo. Bendita, Maria, porque trazes em ti e contigo todas as grandes figuras do Antigo Testamento e estás na frente de uma imensa multidão, mulheres santas, mártires, viúvas, virgens, mulheres preservadas da maldade e outras muitas convertidas admiravelmente. Bendita és tu por seres feminina sem ser partidária de qualquer grupo ideológico! Tu és simplesmente Maria! Maria bendita, bem-aventurada, feliz! Com todas as gerações de cristãos, também nós te proclamamos bendita!

Bendito é o fruto do teu ventre!

Tu que és mãe abençoada nos conduzes ao teu Filho Jesus. Bendita a maternidade do corpo e a maternidade espiritual, com a qual te enriqueceste e nos envolves a todos, para experimentarmos a alegria de sermos também teus filhos, como teu Filho Amado assim desejou, do alto do trono da Cruz. Tu nos recebeste com amor: “Mulher, eis o teu filho!” Depois…: “Eis a tua mãe!” (Cf. Jo 19, 27). A partir daquela hora, todos os discípulos de teu Filho te acolhemos naquilo que é nosso, e nos alegramos porque disseste corajosamente teu segundo sim, aos pés da Cruz, quando as dores do Crucificado partejaram a Igreja, da qual te fizeste mãe e mestra. Desde a Anunciação, tu nos fazes encontrar Jesus. Por isso este nome bendito se torna a palavra mais forte que pronunciamos, levados pelo Anjo e por Isabel, a dizer “Jesus”, pois fora dele não há salvação!

Como mereço que a mãe do meu Senhor venha me visitar?

Infinito abismo e infinita proximidade! O Filho eterno chegou à casa de Isabel e Zacarias. na mais bela de todas as procissões, iniciada em Nazaré para chegar às alturas das montanhas de Judá! Queremos estar perto de ti e te agradecemos! Mais do Isabel, sabemos ser indignos de receber a Mãe do nosso Senhor e aquele que ela traz em seu ventre. No entanto, sabemos ser altamente consolador estar aqui em tua presença, ó Mãe do Senhor “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores”! Fazemos pública a nossa confissão, Mãe admirável e amável. A ti suspiramos, gemendo e chorando, pois muitas vezes são mesmo de lágrimas os vales da vida que percorremos. Queremos trazer ao teu colo de amor todas as necessidades de nosso tempo. Cuida das mães, seja qual for a situação em que se encontrem, Pede ao Senhor por elas, para que se alegrem na geração e da educação de seus filhos. Confia-lhes, Mãe da Igreja, muitas responsabilidades na Igreja doméstica que é o lar. Que por tua intercessão e oração fervorosa, elas sejam mulheres alegres e não abatidas, mães felizes com os filhos, “quais rebentos de oliveira” (Cf. Sl 127)

Agora e na hora de nossa morte

Maria, Mãe de Deus, a oração da Igreja, que ecoa as palavras da Escritura tomadas na primeira parte da oração, falam de tua missão. Sabemos que estarás sempre perto, que não te escandalizas por sermos pecadores. Antes, sabemos que tuas mãos de Mãe da Misericórdia nos acompanham hoje e nos conduzirão, temos certeza, à casa do Pai. Não precisamos de mais nada, pois isso nos basta para percorrermos juntos as casas de nossos irmãos e irmãs, tantas vezes machucados na alma pelas enfermidades e fraquezas! Conduze-nos todos a teu Filho Jesus!

E vai à Sagrada Família, Jesus, Maria e José, a súplica a ser rezada em família neste domingo dedicado às mães: “Jesus, Maria e José, em vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor, confiantes, a Vós nos consagramos. Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas. Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado seja rapidamente consolado e curado. Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do caráter sagrado e inviolável da família, da sua beleza no projeto de Deus. Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém”. (Papa Francisco, Exortação Apostólica Amoris Laetitia)

Por Canção Nova

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