Santíssima Trindade – Sou Catequista https://soucatequista.com.br Milhares de Artigos dos mais variados temas da Igreja Católica para a sua Catequese, Cursos, Downloads e muito mais! Fri, 05 Jun 2020 13:42:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://soucatequista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/cropped-ico-1-32x32.png Santíssima Trindade – Sou Catequista https://soucatequista.com.br 32 32 “Há um só Corpo e um só Espírito, como também há uma só esperança à qual fostes chamados, a de vossa vocação” (Efésios 4, 4) https://soucatequista.com.br/ha-um-so-corpo-e-um-so-espirito-como-tambem-ha-uma-so-esperanca-a-qual-fostes-chamados-a-de-vossa-vocacao-efesios-4-4/ https://soucatequista.com.br/ha-um-so-corpo-e-um-so-espirito-como-tambem-ha-uma-so-esperanca-a-qual-fostes-chamados-a-de-vossa-vocacao-efesios-4-4/#respond Fri, 05 Jun 2020 13:42:15 +0000 http://carmelitas.org.br/?p=9086  

Prezados vocacionados, estimados irmãos e irmãs, ao celebrarmos no último domingo a Solenidade de Pentecostes, ficará sempre em nosso coração se assim compreendermos tamanho mistério, um ardente e abrasador desejo de continuar a missão salvífica de Jesus Cristo confiada aos apóstolos no Cenáculo em Jerusalém.

Logo, somos também chamados a esta vocação por meio de nosso batismo que é dado mediante as três pessoas da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Consequentemente, ao ouvirmos as palavras do Mestre, iremos fazer novos discípulos através da graça Batismal e do Evangelho. E tudo isto conforme o chamado de Cristo ao enviar-nos para tal missão: “Ide, portanto, e fazeis que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28, 19).

Com efeito, caríssimos, esta é a missão de todo cristão que ama e observa tudo o que foi prescrito pelo Pai no Filho. No entanto, ainda podeis pensar: “mas responder o chamado de minha vocação particular será igual aos demais irmãos em Cristo, segundo o que está proclamado em Mateus 28, 19?” Sim, caríssimos! Contudo, não esqueçamos de nossa vocação universal: a da santidade. E mais ainda, daquele chamado que recebemos, um dia, do Senhor por meio das nossas orações e sinceros colóquios com Ele.

Em seguida ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem hei de enviar? Quem irá por nós?”, ao que respondi: “Eis me aqui, envia-me a mim” (Is 6, 8)

Percebem agora irmãos, como o Pai há de nos chamar se nos colocarmos em sua presença de coração aberto e contrito, sem ao menos sequer estarmos esperando? E se outrora estávamos longe da graça, sem compreender o real sentido de nossas vidas, foi por causa que ainda não tínhamos recebido a graça, o sopro santificante dado pelo Espírito Santo que nos une ao Pai e ao Filho. Pois a cada um é dada uma vocação diferente da qual estamos em comunhão num só Corpo e num só Espírito.

Ao contemplarmos às Sagradas Escrituras, vemos que de modo semelhante O Senhor chamou vários “profetas” para realizarem suas vocações de diversas maneiras. Vejamos, portanto, algumas dessas passagens: A vocação de Abraão: Chamado a ser o pai das nações e da fé (Gn 12, 1-3); Samuel: o que escuta a voz de Deus (1 Sm 3, 1-21) e Jeremias: O profeta das nações (Jr 1, 4-10). Além disso, há uma vocação que marca um divisor entre o Antigo e Novo Testamento, isto é, o fim do Antigo e início do Novo, a vocação da Santa Mãe de Deus, a Virgem Maria. Ela, que se ofereceu como serva do Senhor com seu Sim dado ao anjo Gabriel. Maria tornou-se cooperadora por excelência da missão salvífica de Cristo. Por meio dela o Messias veio nos visitar, Ele, o Emanuel, Deus conosco, o Verbo Encarnado: Jesus Cristo (Lc 1, 26-38). E uma vez que nosso Senhor esteve em nosso meio, fazendo-se homem semelhante a nós, exceto no pecado, também fez discípulos ao chamá-los. Como vemos nos Evangelhos: Aos discípulos: serão pescadores de homens deixando tudo e seguindo Jesus. (Lc 5, 1-11). Além do mais temos a eleição e missão dos Doze em (Lc 6, 12-16) e (Lc 9, 1-6). E por fim, Saulo (Paulo), àquele que “caiu do cavalo”, ou seja, o que caiu em si quando Cristo veio ao seu encontro no caminho para Damasco. Ele esteve imerso entre dois mistérios: a conversão e a vocação. Ainda Saulo, foi instrumento da escolha do próprio Jesus (At 9, 1-25).

Portanto, irmãos, foi o Senhor quem chamou todas estas vocações, cada uma por seu nome, afim de que pudessem responder ao seu chamado, que se constituiu de maneiras e contextos diferentes, conforme a missão e vocação de cada um. Vemos isto se completar, mais uma vez, na segunda leitura da solene liturgia do último domingo: “Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo; diversos modos de ação, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos” (1 Cor 12, 4-7). De fato, eleitos de Cristo, contemplemos assim a vocação na qual fomos chamados por Ele.

“Há um só Corpo e um só Espírito, como também há uma só esperança à qual fostes chamados, a de vossa vocação” (Ef 4, 4)

Caros irmãos em Cristo, o Senhor convoca-os para a missão de realizarem suas vocações sejam quais forem. A nós, cabe o propósito de coração, e ao Pai, a confirmação. “O coração do homem planeja seu caminho, mas é Iahweh que firma seus passos” (Pv 16, 9).

Todavia, só seremos capazes de responder a nossa vocação se tivermos uma vida de oração. Vejam, irmãos, como o Carmelo contribuiu para que surgissem muitos santos para a Igreja. E muito disto se deve ao carisma Carmelita e sua espiritualidade. Foi lá, no silêncio da solidão e contemplação que ouviram muitas vezes a voz daquele que clama no deserto. Sendo assim, depois de um encontro com o Senhor, ficará sempre um sutil convite que consome nossa alma de amor e esperança, D’aquele que diz: “Vem e segue-me!” (Mt 19, 21).

Frei Marlom Francis S. Moreira, O.Carm.

Promotor Vocacional

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Você sabe o quanto o sinal da Cruz é importante? https://soucatequista.com.br/o-valor-do-sinal-da-cruz/ https://soucatequista.com.br/o-valor-do-sinal-da-cruz/#comments Wed, 23 Aug 2017 13:00:44 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=80476 *(†) Pelo sinal da Santa Cruz,
*(†) livrai-nos DEUS, nosso SENHOR,
*(†) dos nossos inimigos!
*(†) Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Quando você acorda, você faz sobre si o “sinal da Cruz”? E antes das refeições? E quando vai dormir? Ao menos alguma vez ao dia? Não?! Se você soubesse a importância desta oração, garanto que você a colocaria mais em prática!

Muitas pessoas, não entendendo a importância dessa oração, a fazem de maneira displicente, ficando apenas no gesto, sem a efetiva invocação da Santíssima Trindade.

O “sinal da Cruz” não é um gesto ritualístico, mas sim, uma verdadeira e poderosa oração! É o sinal dos cristãos! Por meio dele muitos santos invocaram a proteção do Altíssimo, e através dele pedimos a Deus que, pelos méritos da Santa Cruz de Seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, Ele nos livre dos nossos inimigos, e de todas as ciladas do mal, que atentam contra a nossa saúde física e espiritual.

Mas você sabe fazer o “sinal da Cruz”?!

De forma solene, sem pressa, e com a maior devoção e respeito:

† Pelo sinal da Santa Cruz (na testa): pedimos a Deus que nos dê bons pensamentos, nobres e puros. E que Ele afaste de nós os pensamentos ruins, que só nos causam mal.

† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor (na boca): pedimos a Deus que de nossos lábios só saiam louvores. Que o nosso falar seja sempre para a edificação do Reino de Deus e para o bem estar do próximo.

† Dos nossos inimigos (sobre o coração): para que em nosso coração só reine o amor e a lei do Senhor, afastando-nos, pois, de todos os maus sentimentos, como o ódio, a avareza, a luxúria… Fazendo-nos verdadeiros adoradores.

† Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! – É o ato livramento e deve ser feito com a maior reverência, consciência, fé e amor, pois expressa nossa fé no Mistério da Santíssima Trindade, cerne de nossa fé cristã, Deus em si mesmo. Deve ser feito com a mão direita, levando-a da testa à barriga, e do ombro esquerdo ao direito.

Agora que você já sabe a importância do “sinal da Cruz”, *faça-o antes de sair de casa, antes de qualquer trabalho, nas horas difíceis e nas horas de alegria também.*

Faça-o sobre si, e, sempre que possível, na testa de seu filho, de seu marido, de sua esposa, de seu irmão, de seu sobrinho…

Peça a Deus, sempre, para que Ele te livre e aos seus, de todos os males, afim de fazermos tudo, acordar, comer, estudar, trabalhar, dormir, viajar… Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo! Amém!

Por Aleteia

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Os cristãos acreditam em vida extraterrestre? https://soucatequista.com.br/os-cristaos-acreditam-em-vida-extraterrestre/ https://soucatequista.com.br/os-cristaos-acreditam-em-vida-extraterrestre/#respond Wed, 14 May 2014 12:35:53 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=41897 topicEm uma das suas homilias desta semana, o Papa Francisco perguntou o que aconteceria se os extraterrestres viessem ao nosso planeta, se seria preciso evangelizá-los também.

“Se amanhã chegasse uma expedição de marcianos, por exemplo, e alguns deles viessem a nós… Marcianos! Verdes, com nariz grande e orelhas pontudas, como as crianças os imaginam… E se um deles dissesse: ‘Quero me batizar’. O que aconteceria?”, perguntou.

Aproveitando o bom humor e a linguagem simples do Papa Francisco, podemos refletir: será que a Igreja já se pronunciou sobre a possível existência da vida extraterrestre?

Antes de abordar o núcleo da questão, é preciso fazer duas observações. A primeira é que esta questão pode ser tratada pela teologia (levando em consideração os conhecimentos da ciência), mas não pelo Magistério da Igreja. Se alguém procurar algum pronunciamento da Igreja sobre o tema, verá que não há nada.

A segunda observação é que a verdadeira questão não diz respeito à possível vida extraterrestre em geral, mas somente à possível vida inteligente. A existência de vida extraterrestre não inteligente, seja elementar ou complexa (uma bactéria, uma planta ou um animal) não tem relevância teológica alguma. É um assunto que compete exclusivamente à ciência, sem que apresente problema doutrinal algum.

Diferente é o caso de seres inteligentes alienígenas. De fato, alguns acham que sua descoberta acabaria com os fundamentos da fé cristã – baseando-se em uma interpretação literal dos primeiros capítulos do Gênesis, própria dos evangélicos protestantes, não dos católicos. Mas há certas dificuldades.

Do ponto de vista do que poderíamos chamar de “teologia da criação”, não há inconvenientes em ceder espaço a outros seres inteligentes. O universo é muito grande e Deus pode criá-los. O fato de que o homem apareça como rei da criação não tem maior alcance que seu próprio âmbito, até onde ele pode chegar. A Bíblia fala deste mundo, e não diz nada sobre outros possíveis mundos habitáveis ou habitados.

As dificuldades vêm da chamada “teologia da redenção”. Nela, vemos o que parece ser uma relação, já não privilegiada, mas exclusiva de Deus com o homem. A Segunda Pessoa da Santíssima Trindade se encarnou, fez-se Homem, e este Homem está à direita do Pai, como juiz e rei universal.

Jesus pode ter feito o mesmo com outra espécie de seres inteligentes? Estritamente impossível não é, mas parece bastante improvável. No entanto, também é verdade que Ele pode ter escolhido outro caminho de salvação para eles.

Contudo, neste contexto, o aparecimento de outros tipos de seres inteligentes não parece encaixar bem, razão pela qual o mais razoável, sem descartar a possibilidade contrária, parece ser um pouco céticos sobre sua existência.

Poderíamos pensar que esta postura vai contra a ciência, mas não é verdade. Em nome da ciência, surgem muitas expectativas, de forma que parece estar cada vez mais próxima a descoberta de alienígenas, mas o fato é que até hoje não se descobriu nenhum indício de sua existência.

Além disso, o que a ciência mostra é que, conforme se conhece melhor a realidade extraterrestre, cada vez é preciso buscar mais longe. Há poucos anos, as expectativas se focavam em Marte (ainda hoje falamos de “marcianos” para nos referirmos aos extraterrestres), mas hoje já se descarta o sistema solar como habitat de alienígenas.

Conforme o conhecimento científico vai avançando, dentro de pouco parece que descartaremos uma distância menor que 10 anos-luz. E isso é muito longe (o Sol está a uns 7 minutos-luz). Por isso, o que a ciência realmente está fazendo parece ser acabar com as expectativas, ao invés de gerá-las.

Por Julio De la Vega Hazas via Aleteia

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Coração, santuário onde me encontro com Deus https://soucatequista.com.br/coracao-santuario-onde-me-encontro-com-deus/ https://soucatequista.com.br/coracao-santuario-onde-me-encontro-com-deus/#respond Thu, 24 Apr 2014 12:47:11 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=41176 topicO Padre Kentenich, fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt, começou a falar, em seus últimos anos de vida, do “santuário do coração”. De toda a rede de santuários, o mais importante, para ele, é justamente o santuário do coração.

Mas como era sua concepção do coração como santuário? Para o Pe. Kentenich, o nosso coração é um santuário de Nossa Senhora. Ela modela e transforma nosso coração, tornando-o cada vez mais uma morada de Deus e templo da Santíssima Trindade. Cada um é e há de ser um santuário vivo, habitado pelo Deus uno e trino, consagrado e entregue a Ele.

Todos nós aprendemos esta verdade nas aulas do catecismo. E todos nós já lemos alguma vez na Bíblia sobre este mistério: “Não sabeis que sois um templo de Deus e que o Espírito Santo habita em vós?”.

Mas a pergunta é: será que vivemos realmente este mistério? Podemos apenas conhecê-lo, mas estar pouco unidos e vinculados a este Deus que mora em nós. Talvez estejamos buscando Deus fora, quando na verdade Ele está dentro de nós. Por isso, precisamos buscá-lo muito mais em nosso interior, no fundo da nossa alma.

Depois de encontrar Deus no nosso coração, a grande tarefa é vincular-nos a Ele. O Pe. Kentenich sugere três atitudes para viver esta relação com Deus:

1. Olhar com fé para o Deus do meu coração: perceber sua presença e contemplá-lo, ver o que Ele fala e como age em mim, aprender a fazer silêncio, a parar de vez em quando.

2. Falar com o Deus que mora no meu coração: aprender a conversar com Ele ao longo do dia sobre as minhas coisas, minhas preocupações, anseios; orar espontaneamente, rezar jaculatórias, expressar-lhe meu amor filial.

3. Fazer sacrifícios pelo Deus do meu coração: para manifestar-lhe meu amor maduro e tornar-me solidário com Cristo sofredor, oferecer-lhe meu capital de graças, ou seja, minha luta diária por superar-me e crescer em santidade.

O Pe. Kentenich explica, a respeito disso: “Se nós, homens modernos, descobríssemos novamente Deus dentro de cada um, então sempre nos sentiríamos tranquilos, serenos e seguros. Se redescobrimos o Senhor em nosso interior, e a ação do Espírito Santo, isso será de grande importância para a nossa vida espiritual e também para a nossa saúde mental e física” (“Meu coração, teu santuário”, 60).

Daí vem a importância do santuário-coração. Nele, aprendemos a nos vincular às pessoas do mundo sobrenatural: Maria, Cristo, Deus Pai, o Espírito Santo. Nele, recebemos as graças do arraigo profundo, da transformação interior, da fecundidade apostólica. E, assim, vamos crescendo e amadurecendo, até nos tornarmos santuários vivos de Nossa Senhora e de Deus.

Entre estes vínculos, o mais importante é o vínculo com Deus Pai. Este é o principal desafio do nosso santuário do coração: crescer em nossa atitude de filhos diante dele. Isso é decisivo para a nossa felicidade pessoal. Da nossa condição de filhos depende também nosso êxito como apóstolos.

Esta é a atitude de um filho adulto que compartilha responsabilidades com seu Pai, que forja história junto dele. É um filho que luta por um mundo digno do Pai, no qual reinam os valores da verdade, da justiça e do amor. É um filho que se sente chamado a construir a nação de Deus Pai, forjar um reflexo do seu Reino celestial no meio do nosso mundo.

Perguntas para a nossa reflexão:

1. Eu sou esse santuário vivo que irradia o amor ao Senhor, a união indissolúvel com o coração de Deus?

2. Sinto-me construtor de um mundo novo?

3. Que atitude concreta posso adotar para me relacionar com o Deus do meu coração?

Por Pe. Nicolás Schwizer via Aleteia

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Santíssima Trindade https://soucatequista.com.br/santissima-trindade-2/ https://soucatequista.com.br/santissima-trindade-2/#comments Wed, 27 Jul 2011 21:40:58 +0000 https://soucatequista.com.br/?p=4538 A Santíssima Trindade é um mistério de um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.

Pai que é Deus, que é Amor: somente o Pai que ama respeita a liberdade de seu filho.

Filho que é Jesus Cristo: é o Deus visível que se fez homem, nascendo da Virgem Maria para cumprir a vontade de Deus de libertar os homens do pecado.

Jesus é Deus e as principais provas são:
a) O próprio Jesus diz-se Deus (Jo 10, 30 / 14, 7 e Lc 22, 67-70) .
b) Os milagres eram feitos pelo próprio Jesus, e não por meio de Jesus.

Espírito Santo que é o Amor do Pai e do Filho que nos é comunicado e transmitido. Segundo o CREDO, Jesus foi concebido pelo Poder do Espírito Santo, nascido da Virgem Maria. Maria foi então convidada a conceber Jesus e a concepção de Jesus foi obra do poder do Divino Espírito Santo: “O Espírito virá sobre Ti…” A missão do Espírito Santo está sempre conjugada e ordenada à do Filho, ou seja, toda a vida de Jesus manifesta a vontade do Pai que por sua vez é manifestada pelo Espírito Santo.

Um fato dos Evangelhos é que os Apóstolos estavam com muito medo após a morte de Jesus. Foi à descida do Espírito Santo sobre eles que os transformou radicalmente e deu coragem para que saíssem anunciando o Evangelho. O mesmo Espírito Santo que deu forças aos apóstolos e mártires é recebido no sacramento da Crisma, e aí está a importância deste sacramento no fortalecimento da Fé e na profissão do Cristianismo de cada um.

O Dogma da Santíssima Trindade

A Trindade é Una; não professamos três deuses, mas um só Deus em três Pessoas. Cada uma das três Pessoas é a substância, a essência ou a natureza divina, As pessoas divinas são distintas entre si pela sua relação de origem: o Pai gera; o Filho é gerado; o Espírito Santo é quem procede. Ou seja, ao Pai atribui-se a criação ao Filho atribui-se a Redenção e ao Espírito Santo atribui-se a Santificação.

Resumindo, o mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Só Deus pode nos dar a conhecer, revelando-se como Pai, Filho e Espírito Santo.

Pela graça do Batismo “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” somos chamados a compartilhar da vida da Santíssima Trindade, aqui na Terra na obscuridade de nossa fé e para além da morte, na luz eterna. Pela Confirmação ou Crisma, como o próprio nome diz, somos chamados a confirmar essa fé ora recebida para que, além de vivermos segundo a Palavra de Deus, darmos testemunho dela e levá-la por toda à parte.

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O Batismo de Jesus https://soucatequista.com.br/o-batismo-de-jesus/ https://soucatequista.com.br/o-batismo-de-jesus/#comments Fri, 26 Nov 2010 08:10:00 +0000 https://soucatequista.com.br/?guid=3d20479083288106d800ba52b3ea7c43

Vimos em nosso encontro anterior que Jesus morou aproximadamente 30 anos em Nazaré assumindo tudo o que faz parte da nossa vida humana, menos o pecado. Ele conheceu, viveu e deu um sentido divino a toda a realidade humana.

Neste mesmo tempo viveu um homem chamado João Batista, primo de Jesus, filho de Zacarias e Isabel. Ele foi o precursor de Cristo, isto é, preparava o povo para a vinda do Messias.

João Batista pregava um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados. Aqueles que reconheciam seus pecados e se arrependiam eram purificados na água: sinal de que tinham vontade de mudar de vida. Uma multidão de pessoas deixava-se batizar por ele. Muitos acreditavam que João era o Messias. Ele respondia lembrando uma profecia de Isaías: "Eu sou a voz que clama no deserto: endireitai o caminho do Senhor" (Jo 1,23). E também dizia: "Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. Esse é que vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado" (Jo 1,26-27)

Naqueles dias, Jesus foi ao rio Jordão para ser batizado por João. Ao vê-lo, João disse: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É esse de quem eu disse: Depois de mim virá um homem que me é superior, poque existe antes de mim" (Jo 1,29-30). João hesita em batizar Jesus, pois sabia que Ele não tinha pecado e lhe diz: "Eu devo ser batizado por Ti e Tu vens a mim? Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por agora, pois convém cumpramos a justiça completa. Então, João cedeu" (Mt 3,14-15).

Quando Jesus foi batizado por João Batista, este viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e repousar sobre Jesus. Ao mesmo tempo uma voz se fez ouvir: "Eis meu Filho muito amado em quem ponho a minha afeição" (Mt 3,17). Esta foi uma manifestação da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.

Jesus quis ser batizado por João, para mostrar que viera para assumir os nossos pecados, deixando-se contar entre os pecadores. Jesus é o Salvador do mundo: Ele é o homem novo, que vence o pecado e a morte. Com Ele e por meio dEle, uma multidão de irmãos de todas as raças e culturas, tornam-se o princípio de uma humanidade nova.

Após o Batismo no Jordão, repleto do Espírito Santo, Jesus foi para o deserto, onde permaneceu durante 40 dias e foi tentado por Satanás (Mt 4,1-11). Depois Jesus voltou para a Galiléia, onde iniciou sua vida pública.

Vamos celebrar:

João Batista apontando Jesus disse: "Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo!" (Jo 1,29) pensando na presença de Cristo no mundo e digamos:

Eles: Senhor, Tu és o caminho que nos conduz ao Pai.

Elas: Cristo, Tu és a verdade que ilumina os povos.

Todos: Senhor, Tu és a vida que renova o mundo.

(Sugestão de canto: "Batiza-me Senhor com Teu Espírito")

Atividades:

1) João Batista convidava as pessoas à CONVERSÃO. Vamos conversar, em grupo, sobre o significado desta palavra.

2) Será que todos nós precisamos nos converter? Quais os sinais de uma pessoa convertida?

3) Complete o texto com as palavras escritas nas nuvens abaixo:


Quando _________ foi ______________ no rio __________,
Deus se manifestou como ________, Filho e _____________ Santo:
é o ______________ da Santíssima ____________.


4) Para colorir:

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Vimos em nosso encontro anterior que Jesus morou aproximadamente 30 anos em Nazaré assumindo tudo o que faz parte da nossa vida humana, menos o pecado. Ele conheceu, viveu e deu um sentido divino a toda a realidade humana.

Neste mesmo tempo viveu um homem chamado João Batista, primo de Jesus, filho de Zacarias e Isabel. Ele foi o precursor de Cristo, isto é, preparava o povo para a vinda do Messias.

João Batista pregava um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados. Aqueles que reconheciam seus pecados e se arrependiam eram purificados na água: sinal de que tinham vontade de mudar de vida. Uma multidão de pessoas deixava-se batizar por ele. Muitos acreditavam que João era o Messias. Ele respondia lembrando uma profecia de Isaías: “Eu sou a voz que clama no deserto: endireitai o caminho do Senhor” (Jo 1,23). E também dizia: “Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. Esse é que vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado” (Jo 1,26-27)

Naqueles dias, Jesus foi ao rio Jordão para ser batizado por João. Ao vê-lo, João disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É esse de quem eu disse: Depois de mim virá um homem que me é superior, poque existe antes de mim” (Jo 1,29-30). João hesita em batizar Jesus, pois sabia que Ele não tinha pecado e lhe diz: “Eu devo ser batizado por Ti e Tu vens a mim? Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por agora, pois convém cumpramos a justiça completa. Então, João cedeu” (Mt 3,14-15).

Quando Jesus foi batizado por João Batista, este viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e repousar sobre Jesus. Ao mesmo tempo uma voz se fez ouvir: “Eis meu Filho muito amado em quem ponho a minha afeição” (Mt 3,17). Esta foi uma manifestação da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo.

Jesus quis ser batizado por João, para mostrar que viera para assumir os nossos pecados, deixando-se contar entre os pecadores. Jesus é o Salvador do mundo: Ele é o homem novo, que vence o pecado e a morte. Com Ele e por meio dEle, uma multidão de irmãos de todas as raças e culturas, tornam-se o princípio de uma humanidade nova.

Após o Batismo no Jordão, repleto do Espírito Santo, Jesus foi para o deserto, onde permaneceu durante 40 dias e foi tentado por Satanás (Mt 4,1-11). Depois Jesus voltou para a Galiléia, onde iniciou sua vida pública.

Vamos celebrar:

João Batista apontando Jesus disse: “Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo!” (Jo 1,29) pensando na presença de Cristo no mundo e digamos:

Eles: Senhor, Tu és o caminho que nos conduz ao Pai.

Elas: Cristo, Tu és a verdade que ilumina os povos.

Todos: Senhor, Tu és a vida que renova o mundo.

(Sugestão de canto: “Batiza-me Senhor com Teu Espírito“)

Atividades:

1) João Batista convidava as pessoas à CONVERSÃO. Vamos conversar, em grupo, sobre o significado desta palavra.

2) Será que todos nós precisamos nos converter? Quais os sinais de uma pessoa convertida?

3) Complete o texto com as palavras escritas nas nuvens abaixo:

Quando _________ foi ______________ no rio __________,
Deus se manifestou como ________, Filho e _____________ Santo:
é o ______________ da Santíssima ____________.

4) Para colorir:

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