Sou Catequista Sou Catequista
  • COMUNIDADE
  • Atividade
  • Catequistas
  • Grupos
  • Fóruns
  • CONTEÚDO
  • Artigos
  • Eventos
  • Cursos
    • Todos os Cursos
    • Formadores
    • Tornar-se um Formador
  • Lojinha
    • Todos os produtos
    • eBooks
    • Livros
    • Artigos religiosos
    • Minha Conta
  • INSTITUCIONAL
  • Quem somos
  • Avisos Legais
  • Contato
No results found
View All Results
Sou Catequista
  • Conectar
  • Inscrever grátis
  • Imperdível
  • Pingente Berloque Nossa Senhora - Diversos modelos (Prata 925)

    Pingente Berloque Nossa Senhora – Diversos modelos (Prata 925)

    R$ 59,90
    Ver opções Este produto tem várias variantes. As opções podem ser escolhidas na página do produto

Membros

Novos | Ativo | Popular

Grupos

Novos | Ativo | Popular | Ordem alfabética
Artigos
01/04/2022

“A CORAGEM DE ATRAVESSAR O PONTILHÃO SEM VERTIGEM.” (MANUSCRITOS DE FELIPA, ADÉLIA PRADO)

0
0
“O QUE FAZ ANDAR A ESTRADA É O SONHO; ENQUANTO A GENTE SONHAR A ESTRADA PERMANECERÁ VIVA. É PARA ISSO QUE SERVEM OS CAMINHOS, PARA NOS FAZEREM PARENTES DO FUTURO.” (TERRA SONÂMBULA, MIA COUTO)

Neste ano, a celebração do Dia da Educação não poderia acontecer de forma mais significativa: ao fim deste mês de abril, no Tempo Pascal, após a condução quaresmal que foi convidativa, pela Campanha da Fraternidade, à reflexão educacional por meio do tema “Fraternidade e educação” e do lema da passagem de Provérbios “Fala com sabedoria, ensino com amor ” (Pr 31,26).

O autor moçambicano Mia Couto citado acima faz um convite estimulador. A análise do percurso adotado enquanto educadores e as trajetórias trilhadas pelo ensino brasileiro são tarefas essenciais para, como ele ilumina, manter o sonho e a certeza de que a atuação docente é construtora do futuro.

Contudo, as utopias dos tempos vindouros entraram em crise. A realidade atual sofreu modificações, uma vez permeada pela violência de nossas cidades, marcadas pela existência de milhares de excluídos, vítimas da crise econômica, política e sanitária potencializada pela pandemia.

No momento em que ocorre um assalto da capacidade de estabelecer planos e metas futuras, nos resquícios de um mundo ainda atingido pela pandemia do novo coronavírus e atônito diante dos conflitos bélicos na Europa, a missão educativa emerge como farol contra o obscurantismo e, diante desse contexto, estabelece sua atuação.

Se a leitura de tais princípios educacionais pode denotar uma visão mais intangível perante tantos desafios e situações concretas do cotidiano, tomo a iniciativa de apresentar um relato de minha experiência como diretor de um colégio particular em São Paulo (SP) e como responsável pedagógico por todas as casas educativas da congregação a qual pertenço.

A tão apregoada modificação do ensino, pautada pela prevalência da tecnologia ante uma comunidade educativa em isolamento social, ofereceu inegáveis avanços e a possibilidade de novas práticas de ensino. Contudo, o que também constato, após um longo período de atividades remotas e híbridas, é que os estudantes demandam reaprender muitas habilidades que não foram desenvolvidas a distância. Muito além do aprendizado conteudista, as relações socioemocionais necessitam de atenção e restauração.

Diante de tantos desafios encontram-se os docentes, os quais, por mais um ano, reinventam-se e adequam sua metodologia para uma atuação efetiva e condizente a esta realidade.

Ao voltarmo-nos para o cenário nacional, vislumbramos um doloroso descaso para com a educação. O aniquilamento das políticas públicas, os cortes orçamentários e os índices pífios de aprendizado, após a falta de acesso ao ensino remoto para a rede pública, são dilemas que tangenciam a realidade brasileira, permitindo-nos indagar que conquistas celebrar no Dia da Educação e como elas são capazes de nos deixar abater pela desesperança.

Em relação a tal desestímulo, a Igreja oferece o testemunho de muitos santos, confiáveis auxiliadores para os que se dedicam ao ensino. Não poderia deixar de destacar Santo Antônio Maria Claret, homem à frente de seu tempo que conduziu o serviço educativo como ação missionária. A ele se juntam tantas outras inspirações: São Tomás de Aquino, Santa Teresa de Jesus, São João Batista de la Salle, Santa Úrsula… São corajosos na santidade, que aplicaram o que o Papa Francisco tanto nos ensina: a formação de pessoas disponíveis para o serviço da comunidade. Essa valentia faz lembrar um trecho lindo da poetisa brasileira Adélia Prado que, no seu livro Manuscritos de Felipa, diz: “Pede a Deus aquela saúde de volta, a coragem de atravessar o pontilhão sem vertigem. Quero o Deus que alegrou minha juventude, quero minha juventude, esta é a verdade, à falta dela tenho construído meu bezerro de ouro” (1999, p. 143).

Passados os quarenta dias do deserto da conversão, desponta a luz do fogo novo da ressurreição para nossas atuações educacionais, construtora de uma pedagogia da presença e fidedigna aos ensinamentos do Cristo mestre.

educação
0
0
Equipe Sou Catequista
Dedicados a apoiar os Catequistas em sua missão!

Previous

RESTAURAR TODAS AS COISAS EM CRISTO

Next

AS PARÁBOLAS EM LUCAS

Leia mais

ArtigosCampanha da Fraternidade

Dioceses cumprem mandado da CF 2020 para amenizar os impactos do coronavírus

26/03/2020
0
0
Artigos

HINO DA PADROEIRA NOSSA SENHORA DO CARMO

14/07/2023
0
0
EspiritualidadeFormaçãoIgrejaMariaReflexão

10 conselhos surpreendentes para rezar o rosário conversando com Maria no dia-a-dia

05/10/2018
0
0

Comments0

Cancel Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Copyright © Grupo A Rede. Todos os direitos reservados.
✕